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08ago2017
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Review by Dig Post do Show Queen + Lambert em Boston (MD, EUA) – 25/07
Confira a review do Show de Queen + Adam Lambert realizado em Boston (MD, EUA) em 25 de Julho, feita por Tim Bugbee do Dig Post:
Queen + Adam Lambert no TD Garden Ninguém nunca disse que tocar música de rock era ciência de foguete, mas Brian May provou que os dois não são necessariamente diametralmente opostos. (Para aqueles leitores de mentalidade intrépida, sinta-se livre para ler sua tese intitulada “A Survey of Radial Velocities in the Zodiacal Dust Cloud”). A boa notícia é que ele não virou um completo nerd no processo, e ainda sabe como empunhar a Red Special no palco de uma maneira impressionante. Caramba, ele gosta tanto dessa guitarra, que convenceu o resto da banda a fazer um palco em sua forma icônica para a nova turnê Queen + Adam Lambert que chegou a cidade na noite passada.
É bem claro que Freddie Mercury estava entre os melhores cantores de sua ou de qualquer geração, e ele combinou esse prodigioso talento vocal com um toque de estilo e excelente habilidade musical. Essa combinação levou a uma popularidade surpreendente, e com uma boa razão. Fato divertido: apenas três bandas venderam mais discos em todo o mundo do que o Queen. (Se você pensou em The Beatles, Pink Floyd e Led Zeppelin, muito bem.) Eu não tenho certeza se Paul Rodgers foi a melhor escolha para primeiro cantor na era pós-Mercury, seu tipo de rock blues rude não se mistura exatamente ao nível vertiginoso do glam/pop/prog rock que Mercury, May, Taylor e Deacon trouxeram a vida. Adam Lambert? Sim, agora isso é uma escolha inspirada! Não importa de que jeito você olha para isso, é uma ótima história. Em 2009, ele era um Zé-ninguém que decidiu fazer uma audição para American Idol, escolhendo a abertura de “Bohemian Rhapsody” como sua música. Dois anos depois, ele estava cantando com Brian May e Roger Taylor no MTV Europe Awards. O corpo de Lambert deve ter ficado uma massa roxa por todos os auto-beliscões.
Se preparando para uma nova rodada de shows, o grupo mexeu um pouco no setlist da turnê de 2014, mas ainda tocou muitos hits. Já de cara começando com uma amostra de “We Will Rock You” que seguiu para “Hammer To Fall”, eles fizeram exatamente isso. “Killer Queen”, “Somebody To Love”, “Fat Bottomed Girls”, “Another One Bites The Dust”. Blam! Embora o baixista John Deacon tenha se aposentado há duas décadas, May e Taylor ainda estão soprando vida no aclamado livro de canções. Lambert tem as habilidades vocais e o estilo pessoal para se encaixar diretamente nesta programação, mas ele ainda está um pouco amarrado. Ele tem a obrigação de servir a música, e ainda ser ele mesmo ao mesmo tempo, e isso não é algo fácil de se manobrar. As linhas vocais de Mercury estão tão gravadas nas mentes de tantos adeptos que é um pouco desconcertante ouvir alguns desvios no plano, um pouco de melisma vocal aqui ou algumas notas improvisadas ali.
Lambert não teve que liderar todos os vocais, o que lhe deu algum tempo para várias mudanças de figurino. Depois de caminhar pela pista em um terno rosa brilhante, ele encontrou um triciclo rosa brilhante no final e cantou “Bicycle Ride” enquanto pedalava de volta ao palco, o que foi impressionante, já que ele usava sapatos plataforma muito altos. As escolhas de transporte mudaram de marcha quando Roger Taylor assumiu o vocal principal em “I’m In Love With My Car”, e algumas músicas depois Brian May puxou um banquinho no final do palco. Equipado com apenas um violão de doze cordas, ele cantou um tributo muito emocionante para Mercury com “Love Of My Life” que foi melhorado docemente por um videoclipe de Mercury cantando o final. Depois, ele fez referência ao seu trabalho científico com estereoscopia e tirou um auto-construído “selfie-stick estereoscópico” que ele ergueu e girou, enchendo a tela gigante no palco com uma multidão animada de todos os cantos do prédio. Um kit de bateria também foi montado nessa área cada vez mais ocupada do palco e Taylor não tinha terminado de cantar ainda, fazendo um trabalho muito bom ao cantar a parte de Bowie em “Under Pressure”, uma música que ainda cativa com seu poder.
Fechando com sua música mais famosa, “Bohemian Rhapsody” ainda traz calafrios. Apesar dos esforços de “Quanto Mais Idiota Melhor” ou Green Day de se aproveitar dela, a música continua a ser a pedra angular do que era o Queen: ternura e vulnerabilidade, guitarra elaborada, harmonias imaculadas e um traço ou dois de energia. Sabiamente, a gravação original começou a música, a famosa imagem dos quatro rostos do vídeo projetada na tela. Lambert, em uma plataforma elevada, assumiu os vocais em “Mama, just killed a man”. Assim que a guitarra no meio da canção chegou, May de repente apareceu em uma nuvem de fumaça, subindo de baixo do palco usando uma capa e ele até estava usando tênis brilhantes. Após a sequência operática, a música atingiu o seu mais famoso solo de guitarra que continua sendo um momento de rock and roll extremamente poderoso, Wayne e Garth que se danem. Ao encerrar o bis com uma coroa cravejada de joias, Lambert e Queen nos balançaram, e eles continuarão sendo os campeões. Freddie e John, também.
Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Stefani Banhete
Fonte: Dig Post




Adam Lambert ainda está amarrado? Discordo! Adam Lambert está espetacular! Não precisa acrescentar mais nada! Ele é tão bom quanto o Freddie,na voz,carisma e como showman! Nos bons tempos do Freddie! Alguém disse isso,e eu concordo! O Adam nasceu para cantar as fantásticas músicas do Freddie!Do Queen! Eu, sou fã do Queen e Freddie, desde os anos 70.