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09set2014
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Times Online: “Foi um tipo de magia” – (Auckland – 03/09)

Foi um tipo de magia REVIEW
QUEEN
Local: Vector Arena, 03 de Setembro
Nota da Times: *****
Review por: TONY KINGFoi com mais do que um pouco de apreensão que me aproximei ao show do Queen com Adam Lambert nos vocais.
Eu sabia que a música, instrumentação e apoio seriam ótimos – Brian May e Roger Meddows Taylor tomariam conta disso não importando quem estivesse cantando.
Embora, o falecido Freddie Mercury foi sem dúvida o melhor cantor de rock de todos os tempos, como isso iria funcionar?
Com grandes botas para preencher, Lambert fez o seu melhor para homenagear a lenda do rock, e seu melhor foi muito bom.
No início, eu senti que sua voz estava um pouco berrante, não tão completa ou provocativa como Freddie, e demorou um pouco para afinar.
A abertura foi 20 minutos do sinuoso rugido do “Made In Heaven”, mas depois de um par de enormes acordes estridentes, foi direto para “Now I’m Here”.
Eles continuaram arrasando com vários hits e músicas de álbum, um atrás outro por mais de duas horas, incluindo “Another One Bites the Dust”, “Fat Bottomed Girls”, “Somebody To Love”, “I Want It All” e “Who Wants To Live Forever”, acompanhado por iluminação estroboscópica e uma bola de discoteca gigante.
Freddie nasceu Farrokh Bulsara na Ilha de Zanzibar, na Tanzânia, em 1946, mas com sua morte por complicações de AIDS em 1991, e depois com a aposentadoria do baixista John Deacon, Queen tem apenas dois membros originais – o guitarrista May, 67, e baterista Taylor, de 65 anos.
A banda está agora concluída por Neil Fairclough no baixo, Spike Edney nos teclados, e o filho de Taylor, Rufus Tiger Taylor na percussão e bateria, com todos contribuindo nos vocais.
Queen tem tido vários cantores substituindo Freddie desde 1991, incluindo George Michael no concerto beneficente, o cantor italiano Zucchero, Elton John, Jesse J, Robbie Williams e uma associação de cinco anos com o seu antigo companheiro Paul Rodgers, da Free e Bad Company.
Lambert foi vice-campeão do American Idol em 2009, e incluiu uma performance de “Bohemian Rhapsody” como parte de sua audição inicial, e também uma performance de “We Are The Champions” ao lado de May e Taylor na final.
A associação com Lambert realmente começou quando eles apresentaram três músicas juntos no MTV Europe Music Awards em 2011.
A performance de Lambert na Vector Arena foi excepcional e ele teve várias trocas de roupa, incluindo uma roupa de estampa de leopardo, mangas com franjas, calças de couro bronze e, claro, a famosa coroa.
Houve um momento emotivo quando May pediu ao público para cantar junto com ele.
“E você nunca sabe, Freddie poderia aparecer”, disse ele, antes de tocar “Love Of My Life” acusticamente, e sim ele apareceu na tela de trás.
A estrela era May, ele fez as guitarras falar e cantar, embora às vezes parecia não concordar com ele, como sempre o majestoso showman – e
as meninas amam ele.O show terminou com “Bohemian Rhapsody”, com May vestido de dourado e Mercury apareceu novamente na tela para cantar algumas partes.
O bis incluiu os clássicos “We Will Rock You” e “We Are The Champions”, trazendo enfim uma conclusão adequada, além de “God Save The Queen”, é claro.
Meus destaques foram “’39”, os vocais de Roger em “A Kind Of Magic”, “Under Pressure”, “I Want To Break Free”, “Radio Ga Ga” e “Bohemian Rhapsody”.
Foi uma performance brilhante e adequada que até Freddie estaria orgulhoso.
E isso só poderia ter sido melhor se ele ainda estivesse vivo.
Caso queira também ver a versão impressa, clique aqui.
Fontes: Adam Lambert TV e Times Online
Tradução: Sandra Saez




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