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MTV UK: 9 Coisas que nós descobrimos sobre o “The Original High” de Adam Lambert

By in junho 16, 2015 • Filed in: Álbum, Artigos e Entrevistas

9 Coisas que nós descobrimos sobre o “The Original High” de Adam Lambert

Após o lançamento do seu novo single, “Ghost Town”, tem havido um monte de antecipação a respeito do novo álbum de Adam Lambert, ‘The Original High, que traz ele reunido com os super produtores Max Martin e Shellback para mais músicas divinas.

Então, com Glamberts de todos os lugares do mundo desesperados para ouvir mais, nós fomos sortudos o bastante para sentar com este cara e aqui está o que descobrimos a respeito do seu novo CD:

1) “O resultado final está bom pra c******”
Palavras do Adam, não nossas! Após falar sobre o processo de gravação em Estocolmo, o ex-participante do American Idol fez questão de deixar bem claro que ele acredita que “The Original High” é “o melhor álbum” que ele já fez até hoje. E pelo que a gente ouviu até agora, temos que concordar…

2) Este não é um álbum pop fofinho!
Adam está se libertando totalmente do seu passado de competidor de show de talentos, revelando que esse é um álbum de pop “agridoce” ao invés de “algodão doce ou chiclete”.

3) O tema principal do álbum é e busca pela felicidade
Não, nós não estamos falando daquele filme estrelado pelo Will Smith. Lambert revelou que seu LP é sobre não estar totalmente satisfeito e sempre estar “sedento” por novas experiências.

4) Ele está namorando sua música
Após tocar um pedacinho da faixa “Another Lonely Night”, a estrela confessou que ele está atualmente em um relacionamento seríssimo com esse álbum, ao mesmo tempo que ele admite que ele já esteve apaixonado três ou quatro vezes. Awn, que fofo…

5) Ele está dando adeus ao Adam super afeminado
Quando falávamos sobre “Underground” – a qual adam rotulou de a música “sexy, corpos girando” do álbum, Lambert confessou que esse trabalho desmontou sua afetação e é hora de ele parar de ser “um personagem”. Apesar disso, ele ainda não se arrepende do beijo no American Music Awards em 2009…

6) Não há nenhum ressentimento com Madonna por conta de “Ghost Town”
Apesar de as duas faixas terem o mesmo nome, Adam fez questão de esclarecer que a última coisa que ele quer é uma guerra entre fãs, afirmando que ele está 100% não “vindo contra a Madonna”.

7) Ele trabalhou com Tove Lo e Brian May
Sim, Lambert conquistou a ajuda da “muito pés no chão e humilde” Srta. Tove Lo para a faixa “Rumors”, com Adam revelando que o melhor rumor que ele já ouviu sobre ele era de que ele estava morto. RISOS. Seu colega do Queen, Brian May também toca uma guitarra feroz na faixa “Lucy”.

8) E as coisas ficam bem turbulentas em uma noite fora com Queen!
Após dizer que trabalhar com Brian em “Lucy” foi tranquilo, Lambert revelou que uma vez ele teve uma noite turbulenta com May e o colega de banda Roger Taylor em Amsterdã, onde as coisas ficaram “Um pouco Holandesas”. Nós queríamos ser uma mosquinha…

9) Resumindo…
Está basicamente perfeito!

No final deste artigo diretamente no site da MTV, tem um pequeno vídeo (veja aqui) o qual você pode conferir a tradução abaixo:

MTV: Por quem foi sua primeira paixonite?
Adam: Minha primeira paixonite? Hmm… Eu acho que minha primeira paixonite, quando eu era jovem, foi Leonardo DiCaprio. Eu realmente gostei daquele filme. Realmente me senti conectado (risos). Era um filme tão bom! Ele tinha um cabelo tão bom!

MTV: De onde surgiu “Glambert”?
Adam: Eu acho que os Glamberts surgiram com o nome Glambert. Esse é meu “exército de fãs”. Na verdade, eu acho que isso veio no apelido que a mídia me deu quando eu estava no Idol. A mídia começou a me chamar de Glambert, o que eu achei bastante divertido, e então os Glamberts viraram os Glamberts.

Caso queira conferir o artigo diretamente no site da MTV, clique aqui e confira as demais fotos postadas.

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Mariana Lira Diniz
Fonte: MTV UK

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Tradução da Entrevista na Revista NEXT – Junho/2015

By in junho 13, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Revistas, Scans

Conforme postamos aqui anteriormente, Adam Lambert é capa da edição de Junho da Revista NEXT de Nova York. Agora, confira a tradução completa desta entrevista:

Reimaginando Adam

Adam Lambert diminui o tom da teatralidade glam rock em seu terceiro álbum, “The Original High”, mas ainda mostra o vocal poderoso que amamos.

Adam Lambert é uma força conhecida – e não só pelos seus vocais. Simplesmente por ser ele mesmo desde que fez a audição para Simon Cowell e sua turma em 2009, Lambert ajudou a pavimentar o caminho de artistas LGBT pelo mundo todo. E sua transição de finalista do American Idol para artista solo atualmente – que também é vocalista para o Queen no tempo livre – é igualmente impressionante. Na verdade, ele chegou às nossas TVs pela primeira vez há 6 anos, e não há quem negue que esse homem é uma estrela.

Três anos após seu último lançamento, Lambert falou conosco de Los Angeles sobre seu novo álbum, “The Original High”, além de amor de verão e os frutos de colaborações.

Eu gostei muito de “The Original High”. O álbum marca uma mudança de direção para você.
Eu acho que é um som diferente, com certeza. Reflete bastante o que estou ouvindo atualmente – como minha vida soa. Eu queria que a produção fosse relacionada ao que eu gosto. Em relação à letra e à melodia, eu queria fazer algo super honesto. Eu queria tirar a teatralidade pelo qual sou conhecido e ser um pouco mais real – menos personagem. Saindo de um show como o Idol, eu acabo sendo visto como o “cara rock and roll”, então eu fazia bastante rock. E então o segundo álbum que fiz refletiu um pouco a vibe pop funk que eu estava no momento. Eu trabalhei com pessoas como Pharrell Williams e Nile Rodgers nele, o que foi fantástico. Eu passei algum tempo na Europa trabalhando nesse álbum e um tempo no Reino Unido esse ano, e eu ouvi bastante house. Indo à clubes, você ouve música house, e eu queria que ficasse como minha vida social. É também um pouco nostálgico. Há bastante influência dos anos 90. Você ouve na música dance. Você ouve nos momentos mais alternativos. A música que tem Brian é meio hip hop/rock. Me leva de volta quando me apaixonei pela música contemporânea.

Mudar de gravadoras afetou seu som?
Deu uma nova cara definitivamente, sim. Ajudou a meio que recomeçar com algo novo. Eu também tenho uma nova equipe de gerenciamento. As pessoas à sua volta são aquelas que fazem todas essas ideias ganharem vida.

Você deve ter amado trabalhar com o produtor Max Martin novamente.
Sim, ele é incrível, e Shellback também. Os dois têm uma sensibilidade para saber o que as pessoas irão gostar.

Eles trabalharam com alguns dos maiores nomes na indústria. Eles já falaram como trabalhar com você é diferente – ou como sua perspectiva queer funciona com o produto final?
Acho que isso foi uma das coisas que foi mais diferente para mim dessa vez. Eles não se preocuparam sobre como eu apareci ou quem meus fãs são. Eles não pensaram sobre nada disso. Ele só disseram “Esse é você e isso é o que você é capaz de fazer com sua voz. Vamos fazer um álbum legal”. Eles meio que ignoraram as estatísticas. Acho que é por isso que o álbum é do jeito que é: é porque não está tentando ser nada do que não é.

Qual você queria que fosse o tema de “The Original High”? Eu não chamaria de um álbum de “término de namoro”, mas há algumas faixas desse tipo nele.
É difícil resumir tudo, mas acho quer explora a exploração. Não importa quem somos, nós procuramos certas coisas em nossas vidas. Nós todos atingimos paredes em que de repente nos sentimos insatisfeitos, ou queremos algo que nem sabemos o que é. É sobre essa procura – essa caça – pelo desejo e como lidamos com isso. Eu acho que, no fundo, todos só queremos companhia e amor. O álbum também fala sobre onde estamos na escala do tempo. 2015: O que está acontecendo? Como estamos nos conectando? Como estamos satisfazendo esse desejo?

De onde vem o título “The Original High?”
Essa é uma das músicas do álbum, e foi a primeira que criei para esse projeto e que eu senti que realmente estava falando sobre algo. Eu amei a forma como ficou, e acho que foi a semente que deu início à tudo isso.

Eu li que a música fala sobre aquele brilho inicial – a fase da lua-de-mel – que vem em uma relação.
Essa é uma interpretação. A razão pelo qual eu amo tanto essa música é porque pode significar diferentes coisas para diferentes pessoas. O álbum está cheio de músicas como essa, em que dependendo do seu passado você pode ouvir “The Original High” é sobre uma coisa enquanto outra pessoa acha que é sobre outra. Não fomos literais com nada.

Tove Lo tem temas parecidos em seus trabalhos, e você trabalhou com ela em “Rumours”. Como foi isso?
Ela é muito legal. Ela é uma garota comum. Ela escreveu essa música antes de “Habits” se tornar um grande hit, então assisti-la se tornando uma estrela é bem divertido. Essa é uma das coisas que eu respeito muito sobre ela: a maneira como ela escreve as letras. Ela diz e não pede desculpas. Ela não tenta ser sutil. Ela está sendo honesta e direta. Eu gostei disso nela.

Falando de colaborações, como está o futuro para você e o Queen?
Nós temos mais seis shows que faremos na América do Sul, o que é legal porque nunca estive lá! Eu estou animado.

Você tem planos de levar “The Original High” para a estrada?
Eu amaria fazer isso. Se as pessoas gostarem do álbum tanto quanto eu espero que gostem, isso me dará o combustível para fazer uma turnê.

Você falou com paixão sobre a faixa que dá nome ao álbum. Você tem uma música favorita dele?
Essa é definitivamente uma delas – “The Original High” é fantástica. A última faixa se chama “Heavy Fire”, e é uma música bem estranha e experimental. Eu sempre sigo que é uma mistura de Led Zeppelin com Massive Attack.

Eu tenho que perguntar sobre o cancelamento do American Idol. Você ficou surpreso?
Não [risos]. Mas eles tiveram uma incrível jornada. Eu sou muito grato ao programa que obviamente me colocou no mapa. Eu voltei ao programa todos os anos desde que participei. É quase como voltar para casa.

Quais são seus planos para o verão? Procurando um amor?
Estou namorando meu álbum. Eu não acho que estarei em nenhum lugar tempo o suficiente para me apaixonar, mas nunca se sabe! Coisas estranhas acontecem.

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Carolina Martins C.
Fonte: Adam Lambert Media



Adam Lambert explica o poder maravilhoso de Caitlyn Jenner à Billboard

By in junho 12, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas

Adam Lambert sempre foi um defensor da tolerância. Então não é uma surpresa que ele daria as boas vindas a Caitlyn Jenner para esse mundo com braços abertos. Ele disse a Billboard o que achou da foto de Caitlyn na Vanity Fair (foto acima): “Annie Leibowitz é uma fotógrafa incrível e as fotos são bonitas”, adicionando que a foto da capa é particularmente “muito romântica”.

Adam ainda acha que além do visual, o impacto disso vai muito mais longe “leva para longe o medo dos movimentos trans. O poder que Caitlyn tem é que ela pode mostrar e ensinar a todos o que é uma transição do começo ao fim. Eu acho que isso é muito incrível”.

Adam se junta a várias estrelas do pop como Lady Gaga, Sam Smith e vários outros que aplaudiram publicamente Caitlyn. Mas a resposta não tem sido inteiramente positiva. Snoop compartilhou um meme que se refere a Jenner como um “projeto científico” e Drake Bell twittou alguns comentários controversos antes de se desculpar por suas “observações”.

A edição de Julho da Revista Vanity Fair traz na capa a primeira fotografia da versão feminina de Bruce Jenner – ex-padrasto de Kim Kardashian – com o título “Call me Caitlyn”, vestindo um body e maquiada. Depois de meses de especulação, o ex-atleta olímpico admitiu, no final de abril, que estava fazendo a transição para se assumir enquanto mulher. Bruce afirmou que trocou de nome e agora quer ser chamada de Caitlyn Jenner. À publicação, ela contou tudo sobre sua mudança de sexo, revelada recentemente. Ela foi elogiada até pelo presidente dos EUA, Barack Obama. “É preciso coragem para dividir sua história”, escreveu Obama no twitter.

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Gisele Duarte
Fonte: Billboard



Adam Lambert se apresentará no evento One For The Boys Fashion Ball para a caridade em Londres – 12/06

By in junho 12, 2015 • Filed in: Agenda, Artigos e Entrevistas, Shows, Twitter

Nesta sexta-feira (12), Adam Lambert está confirmado para se apresentar no evento One For The Boys Fashion Ball, que será realizado em Londres.

O objetivo do One For The Boys é incentivar os homens a levarem a sua saúde a sério, e angariar fundos para apoiar a investigação de tratamentos eficazes contra o câncer masculino. O evento reúne estrelas do mundo da moda, cinema, esporte, TV, música e comédia, para arrecadar dinheiro para a caridade. Um dos anfitriões será o astro de Hollywood Samuel L. Jackson, que apresentará performances ao vivo e o desfile de moda de celebridades, que incluirá looks da temporada dos maiores designers de moda. Haverá também uma noite exclusiva na Asprey, com um torneio de golfe no Bearwood Lakes. Você pode se envolver com a causa, divulgando a hashtag ##OFTBSaySomething.

Confiram também o tweet de Adam, confirmando sua presença e convidando a todos para divulgar a causa:

Mal posso esperar para me apresentar no One For The Boys Fashion Ball amanhã. Envolva-se com a causa #oftbsaysomething

Você também poderá fazer doações para a causa, mas por enquanto o site ainda está se organizando para recebê-las. Para tanto, fique ligado no link da organização, clicando aqui, onde brevemente serão publicadas as informações a respeito.

Autoria do Post: Graça Vilar
Fontes: One For The Boys/Facebook, @One4theBoys, Pressparty, One For The Boys, OFBT Unite e Adam Lambert/Twitter



Billboard: 25 Álbuns Que Nós Não Podemos Esperar Para Ouvir – Adam Lambert #5

By in junho 11, 2015 • Filed in: Álbum, Artigos e Entrevistas

O site da Billboard fez uma compilação prévia dos “25 Álbuns Que Nós Não Podemos Esperar Para Ouvir”, e “Ghost Town”, de Adam Lambert, aparece na #5, com a seguinte foto e legenda abaixo:

Após romper com a RCA Records depois do lançamento do subestimado álbum “Trespassing”, em 2012, Lambert (ligeiramente) se reinventou em “The Original High” passando de disco-funk ao mais elegante, mais escuro da música pop. Brian May, para quem Lambert se apresenta como vocalista do Queen, aparece como convidado na faixa de destaque “Lucy”.

Adam também aparece na foto de capa do artigo, como você pode ver na foto acima da nossa publicação.

Autoria do Post: Graça Vilar
Fonte: Billboard



Warner Music Alemanha: Ouça a Prévia de “The Original High”

By in junho 11, 2015 • Filed in: Álbum, Artigos e Entrevistas, Fotos

Ouça a Prévia do álbum “The Original High”

Na sexta-feira, o novo álbum de Adam Lambert, “The Original High”, será lançado – um álbum que é aguardado com grande expectativa, pois as faixas até agora publicadas sugerem um álbum pop progressivo produzido para o cantor norte-americano de voz cristalina.

Se você está prestes a explodir de emoção (como estes balões durante a entrevista de Adam Lambert na Rádio N-JOY em Hamburgo ontem), recomendamos que você escute a prévia das faixas do álbum “The Original High” no Amazon. Divirta-se!

“The Original High ” é o terceiro álbum de estúdio do jovem de 33 anos e também o primeiro pela Warner Music. Para o álbum, Lambert uniu forças com o produtor sueco Max Martin e Shellback (Pink, Sean Paul, Maroon 5, Taylor Swift), com colaborações de Tove Lo e o guitarrista do Queen, Brian May. As gravações foram realizadas em Estocolmo e Los Angeles.

Sobre o álbum, é “um pouco agridoce e um pouco melancólico”, afirma Lambert em uma entrevista com Ryan Seacrest. “Basicamente, É sobre a vida que nem sempre é exatamente o que você acha que vai ser, mas tentando passar tudo isso e aproveitar ao máximo e ser a melhor pessoa que você pode ser. Mas nem sempre é fácil. Nossos sonhos não são sempre o que nós pensamos que eles vão ser. É sobre esse tipo de incerteza.”

Também já está disponível um EP remix do single “Ghost Town”, com remixes de Tritonal, Dave Winnel, Blood Diamonds, Steven Redant e KREAM.

Sonoramente, o álbum é “mais contemporâneo que meus materiais anteriores”, Adam Lambert disse em uma entrevista para a Hunger Magazine. “Nós evitamos a teatralidade e a extravagância e favorecemos uma vibe mais escura, mais fundamentada, e ao mesmo tempo ele vai te fazer dançar”.

Tracklist

1. Ghost Town
2. The Original High
3. Another Lonely Night
4. Underground
5. There I Said It
6. Rumors (feat. Tove Lo)
7. Evil in the Night
8. Lucy (feat. Brian May)
9. Things I Didn’t Say
10. The Light
11. Heavy Fire
12. After Hours (Edição Deluxe)
13. Shame (Edição Deluxe)
14. These Boys (Edição Deluxe)

Autoria do Post: Josy Loos
Fontes: @AdamLambertColo e Warner Music Alemanha



MSN: “Os 100 Homens Mais Sexy e Glamourosos do Mundo – 2015″ Adam Lambert #83

By in junho 10, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos

O portal MSN publicou uma compilação de “Os 100 Homens Mais Sexy e Glamourosos do Mundo – 2015″, e Adam Lambert aparece na #83, posição com a qual não concordamos muito. Confiram abaixo a foto de Adam publicada:

Para conhecer os outros classificados pelo site, clique aqui e navegue pela galeria.

Autoria do Post: Graça Vilar
Fontes: @14gelly e MSN



Yahoo! Music: Um guia faixa-a-faixa de “The Original High” de Adam Lambert

By in junho 10, 2015 • Filed in: Álbum, Artigos e Entrevistas

Um guia faixa-a-faixa de “The Original High” de Adam Lambert

Em 2012, Adam Lambert lançou um excelente álbum que, apesar de ser retrô descaradamente, foi ironicamente à frente de seu tempo: “Trespassing” é uma brincadeira disco-funky com contribuições de Pharrell Williams e Nile Rodgers do Chic. Um ano depois, Daft Punk recrutou Williams e Rodgers para uma brincadeira disco-funky chamado “Get Lucky”, e eles estavam por toda parte nas paradas. Vai entender. Às vezes, o timing é tudo.

Mas agora, três anos depois, parece ser O tempo de Lambert.

Claro, Lambert poderia ter capitalizado sobre o sucesso do Daft Punk e dar um tapa em conjunto com o seu próprio álbum de memórias de acesso aleatório. Mas não. Em vez disso, ele já evoluiu e mudou-se, com uma nova gravadora (Warner Bros.) e um novo som hiper moderno, elegante, sofisticado e nova oferta de dance-pop, “The Original High” é fiel ao seu título, é o seu trabalho mais original.

Não é como se Lambert realmente precisasse de um “comeback”, é claro, considerando que ele passou seus anos estrelando em Glee, de frente com o Queen em uma turnê internacional, colaborando com a estrela mundial DJ Avicii, e assim por diante. Mas “The Original High” é de fato um retorno triunfal. Adam Lambert está de volta. Pode não ser Adam Lambert com delineador, glitter, glam-rock que algumas pessoas esperam, mas isso está OK. Na verdade, é mais do que OK.

Desde os tempos de American Idol, Lambert sempre manteve sua audiência com incertezas. E com certeza, “The Original High” está cheio de problemas, dependendo de um determinado tipo de Glambert. Aqueles que ainda partem para o hard rock que ele fez quando ele estava no Idol (vá lá, que foi há seis anos, vamos seguir em frente), bem como Glamberts recém-doutrinados que foram descobertos via Queen, provavelmente vão se surpreender que – apesar de uma colaboração em estúdio com Brian May – este é o álbum menos rock de Lambert.

Fãs mais ardorosos do showman teatral podem reconhecidamente perder algumas de suas acrobacias vocais; o álbum apresenta alguns dos vocais mais sutis de Lambert. E qualquer um que goste dos anos 70 e 80 e das influências de “Trespassing” e do antecessor “For Your Entertainment” terá um choque do futuro, porque apesar de incursões dos anos 90 no álbum, “The Original High” é muito agora, muito wow, e muito 2015.

Tudo o que eu digo é: Os fãs podem se surpreender… mas eles provavelmente não vão se decepcionar. Para citar um verso de uma das faixas do álbum, “There I Said It”, Lambert é um “homem adulto” com 33 anos de idade e cresceu graciosamente para seu som característico.

Aqui está uma análise faixa-a-faixa do “The Original High”, que sai em 16 de Junho:

“Ghost Town” – Se você possui um rádio, provavelmente já ouviu essa. Se você não tiver, por favor, vá buscar um rádio. Ligue em uma rádio FM e prepare-se para ouvir essa canção no repeat de agora até setembro. Max Martin, produtor candidato à Canção do Verão 2015, é a pessoa perfeita para introduzir o som atual de Adam. “Ghost Town” é uma mistura inesperada de vocais, assovio, violões.

“The Original High” – Após uma introdução suave no estilo de Europoppers como Phoenix e Zoot Woman, essa ode à Hollywood explode para gloriosa vida (noturna) e só cresce a partir daí, chegando ao clímax com um crescente de falsetes estratosféricos. Há uma nostalgia dolorida aqui, enquanto Lambert canta sobre suas noitadas documentadas no antigo Myspace (“Just make me feel the rush like first time” [Apenas me faça sentir a adrenalina como da primeira vez]), mas o resultado ainda é euforia pura. Esse hino para as noitadas com certeza estará em muitas playlists de sábado à noite.

“Another Lonely Night” – A música é enganosamente feliz-e-alegre com todas as batidas de sintetizador. Mas veja a letra que parece visitar a cidade fantasma na mente de Lambert. “All I got is your ghost” [E tudo que tenho é o seu fantasma], ele lamenta. Uma mistura perfeita de feliz/triste e doce/azedo. Essa é a faixa que puxa pra baixo após ouvir a faixa #2 do “The Original High”. Não utilize o aleatório com este álbum!

“Underground” – Esta balada sexy R&B não seria estranha no novo álbum de Nick Jonas. Exceto, é claro… Nenhum desrespeito ao Jonas, mas ninguém canta como Adam Lambert. Portanto, este material está algum nível acima.

“There I Said It” – O “homem adulto agressivo” se esconde nesta balada simples e melancólica. Fãs de “Whataya Want From Me” e “Better Than I Know Myself” irão apreciar esta faixa. E sim, mais uma canção sobre separação. Há um monte de dor neste álbum, mas dói de forma boa.

“Rumours” – Esta colaboração com a artista pop do momento Tove Lo possui alma e uma certa qualidade majestosa do Britpop [ver nota], com um filtro hip hop. Imagine “Doves” remixada por Kendrick Lamar. Sim, é algo assim.

“Evil In The Nigh” – Com suas menções sobre “bombs over Broadway” bBombas sobre a Broadway], esta faixa provavelmente tem mais em comum com o trabalho anterior de Lambert, principalmente por ter o subestimado Rivers Cuomo na composição e uma guitarra que é possível sentir Nile Rodgers também. Como Lambert canta “My life flashed before my eyes” [Minha vida passou diante dos meus olhos], é quase como se os ouvintes tivessem um curso intensivo de toda sua discografia.

“Lucy” – A música marca a primeira vez que Lambert gravou com seu amigo e colega do Queen, Brian May. Por isso “Lucy” é sem surpresa a faixa mais rock do álbum, a maioria com guitarra pesada. É uma canção grandiosa, f***** e um pouco Fall Out Boy.

“Things I Didn’t Say” – Oh, outra canção sobre separação. Supondo que essas canções são autobiográficas, Lambert definitivamente pegou os limões que a vida lhe deu e fez uma limonada doce. Essa canção pop otimista faz o som pesar como muito divertido.

“The Light” – Livre-se dos glowsticks. Esta é uma faixa épica para raves, um arranque para Burning Man, com muitas referências místicas aos elementos. “I am the light” [Eu sou a luz], Lambert canta sobre os ringtones com uma batida house, basicamente soando como uma espécie de Deus. Eu diria que não posso esperar para ouvir os remixes, mas já soa como um remix de um remix.

“Heavy Fire” – A festa fica mais lenta com esse som vagamente industrial e hipnótico. De fato, um material pesado. E é uma das faixas do “The Original High” que apresenta vocais loucos de Lambert de uma maneira corajosa, que algumas outras canções do álbum não fazem.

“After Hours” (bonus track) – Lambert tem uma longa história de liberar faixas-bônus que deveriam ser faixas regulares no álbum. Esta é sensual, downtempo, minimalista e lembra Weeknd e Sam Sparro. Certifique-se de comprar a versão deluxe do “The Original High”.

“Shame” (bonus track) – Lambert aparece totalmente pop nesta faixa. Katy Perry ou Lily Allen poderiam gravar isso e não faria sentido. É totalmente o som do verão! “Shame” pode ser mais suave e bonita do que algumas outras faixas do álbum, mas versos como “I don’t mind a little pain when I’ve really earned it” [Eu não me importo sentir um pouco de dor quando eu realmente ganhei] revelam um núcleo mais escuro por trás da canção brilhante.

“These Boys” (bonus track) – É a canção mais extrovertida do álbum, o que provavelmente explica porque é apenas uma faixa-bônus. Esta tem uma sensação atrevida de Scissor Sisters; ela definitivamente remonta a vibe “Trespassing”. Algumas coisas sobre a mudança de Adam Lambert e algumas coisas sobre felizmente ficar na mesma.

NOTA: Britpop é o nome dado ao movimento que tornou o rock mais radiofônico. The Rolling Stones, Pink Floyd e Beatles são algumas bandas que inspiraram o movimento.

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Lucas Camargo
Fonte: Yahoo! Music



Portal BILD entrevista Adam Lambert, Hamburgo (Alemanha) – 08/06

By in junho 9, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas

Volker Peschel e Andreas Costanzo do Portal BILD de Hamburgo (Alemanha) aproveitaram a visita de Adam Lambert ontem (08) na cidade e o entrevistaram no bar do Hotel Park Hyatt. Confira a entrevista:

BILD: Bem-vindo a Hamburgo.
Lambert: Eu tive uma recepção fantástica no aeroporto. Os fãs estavam me esperando no portão cantando a minha nova música “Ghost Town”. É tão bom estar aqui.

BILD: Como é o som das suas novas músicas?
Lambert: De tudo um pouco: Eu misturo música dos anos 90, house, com batidas de hip-hop com rock clássico – e tem o Brian May, tocando guitarra.

BILD: Do que é que se trata?
Lambert: Das coisas que te fazem feliz na vida. Todo mundo tem alguma coisa: amor, sucesso, aventura, festa, dinheiro, compras, sexo, carros.

BILD: O que te faz feliz?
Lambert: Cantar. Com o Queen estaremos na América do Sul em breve. Como headliner no Rock in Rio para milhares de fãs.

BILD: Os fãs do Queen tem lhe aceitado como um novo Freddie…
Lambert: E por uma simples razão: Porque eu não sou um novo Freddie, mas Adam. Ele é meu herói, eu não posso ser uma cópia modesta dele – o que seria uma falta de respeito.

Autoria do Post: Josy Loos
Fontes: @14gelly, BILD e @BILD_Hamburg