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whosravennow: “Queen + Adam Lambert: O conto das três cidades – Parte 3 -Vancouver”

By in julho 6, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos, Queen + Adam Lambert, Shows

Queen + Adam Lambert: O conto das três cidades – Parte 3 – Vancouver

Antes de falar sobre Vancouver, eu quero colocar algumas fotos de Calgary. Um conselho para quem planeja seguir Queen e Adam para mais de um show – levem um laptop. Eu estava com meu iPhone e meu iPad, mas foi um pouco difícil de ver as mais de 500 fotos tiradas. Agora que estou em casa, com meu iMac, e não, esse não é um anúncio da Apple – eu consegui achar umas fotos melhores e as postarei abaixo. (Clique aqui para conferir estas fotos.)

E isso conclui minhas fotos de Calgary. Agora a parte 3:

Vancouver, 28 de Junho, Rogers Arena.

Eu tive a sorte de alugar um apartamento do outro lado da rua da arena, e convenci minha amiga Jody a vir comigo. Ela é uma grande fã do Queen, mas graças a minha pequena obsessão, ela também se familiarizou com Adam Lambert. E como eu a levei para Phoenix, Arizona, em 2012 para ver Adam se apresentar ao vivo, ela sabia que ele conseguiria, da sua própria maneira, fazer jus ao papel de Mercury. Eu não repetirei o fato óbvio que todos os jornalistas falam, que só há um blá blá blá. Estávamos lá pela música do Queen e pela performance carismática de Adam Lambert (e seu poderoso alcance vocal), assim como o resto da plateia.

Mesmo com chuva o dia inteiro, o céu estava limpo e o sol brilhava sobre as pessoas na fila para entrar na arena. O show parecia estar esgotado. Ao invés de pessoas vendendo ingressos, haviam pessoas procurando alguém que vendesse. Isso foi confirmado na arena. Estava cheio, e não havia nenhum lugar vazio próximo a mim. Nós compramos ingressos para a segunda fileira, assentos 1 e 2, que ficavam a esquerda do palco. Ótimos lugares para se ver um show ao vivo, mas não muito bom para tirar fotos, devido ao ângulo e iluminação. Enquanto o cara atrás de mim estava ocupado explicando as qualidades do Sr. Lambert aos seus amigos, os fãs do Queen eram a força dominante. Na minha frente havia um grande fã do Queen. Ele viu o Queen em Vancouver duas vezes antes – 1978 e 1980. Ele não só sabia todas as músicas mas também todos os álbuns em que se encontravam, e também o trabalho solo de Freddie. Foi como ter uma aula de história do Queen. Ele era um adorável homem com espírito generoso. Eu lhe perguntei o que ele achava de Adam Lambert e ele disse que mesmo não conhecendo-o, ele confiava no julgamento de Brian May e Roger Taylor. Eu achei que seria legal ver sua opinião após o show.

Havia animação e dava para sentir a energia. Quando Adam cantou as primeiras letras de “Now I’m Here” (escrita por Brian May), a plateia arquejou e não precisava mais ser convencida. Eles estavam de pé cantando e dançando. A cortina subiu, a plateia gritou e minha última noite começou. Eu precisei aproveitar cada minuto. Quando Brian May foi cantar “Love Of My Life”, ele encorajou a audiência a cantar se soubessem a letra. A arena tomou vida com todos cantando juntos. (Eu não canto, então ouvi) Vancouver tem ótimas vozes. Até Brian pareceu surpreso. Quando Freddie apareceu na tela, para cantar o final, uma mulher atrás de mim chorou.

Sim, o Queen faz isso.

Depois do solo de bateria e o duelo entre Roger e seu filho Rufus; Adam Lambert novamente se juntou a Roger para cantar “Under Pressure” e todos estavam animados!

Minha amiga Jody disse que esse foi o melhor show que ela já foi. Ouvi essa frase várias vezes. O grande fã do Queen que me deu uma aula de história me deixou passar para a primeira fileira para tirar algumas fotos. Ele ficou impressionado com Adam e amou o show, mas ficou decepcionado que “Don’t Stop Me Now” foi tirada do setlist em Vancouver. Não sei porque a tiraram, talvez estivessem sem tempo. Eu também percebi que não parecia haver muita interação com os VIPs como nos shows anteriores. Mas no geral o show foi brilhante e Adam foi fenomenal. As músicas que mais gostei foram “Fat Bottomed Girls”, “I Want It All”, “Somebody To Love”, “Crazy Little Thing Called” Love e minhas favoritas – “Love Kills” e “Who Wants To Live Forever” – em que Adam arrasa.

Antes das minhas fotos de Vancouver, aqui estão minhas considerações finais de cada cidade. Lembre-se de que essas observações foram influenciadas pelas minhas vantagens. Sua experiência pode ser diferente da minha, mas tenha certeza de que você se divertirá com Queen e Adam Lambert.

Plateia mais alta – Edmonton – e a única cidade em que fizeram a “ola”.

Mais chapéus de cowboy – Calgary – Até Brian May entrou no papel e colocou um em seu solo. Calgary com certeza deu amor.

Melhor plateia cantando junto – Vancouver – Foi incrível.

Agora, aqui estão minhas fotos finais de minha pequena aventura. Apreciem.

Clique aqui para conferir as suas fotos do Show em Vancouver. E aqui para ler a Parte 1 (Edmonton) e aqui a Parte 2 (Calgary).

Fonte: whosravennow

Tradução: Carolina Martins C.

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NOLA: “Queen e Adam Lambert trazem rock icônico para o Sul: Você estará lá?”

By in julho 5, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert, Shows

Queen, com Adam Lambert como vocalista, se apresentou no United Center, Chicago, Illinois, em 19 de Junho de 2014. A banda aparecerá no Toyota Center em Houston, Texas, em 19 de Julho, no show mais acessível para fãs da área de New Orleans. (Foto by Neal Preston)

Queen e Adam Lambert trazem rock icônico para o Sul: Você estará lá?

Em seu único show na região do Golfo, o Queen – mais o vocalista Adam Lambert – trarão sua primeira turnê em oito anos ao Toyota Center em Houston dia 9 de Julho, que é o mais próximo de New Orleans, e é esperado que fãs viagem para ver a turnê que Brian May disse ser, provavelmente, a última da banda.

Desde a morte do vocalista poderoso, Freddie Mercury, em 1991, Queen – que ainda tem May e o baterista Roger Taylor dos membros originais – se esforçaram para achar alguém capaz de substituir o grande Mercury. Eles tentaram com o vocalista da Bad Company Paul Rodgers em uma turnê em 2006, mas alguns fãs e críticos acharam que faltava entusiasmo.

Em 2014, o extravagante vocalista Adam Lambert tenta seguir os passos do teatral Mercury, e a banda – e os espectadores – acham que funciona.

“Eu estou maravilhado com o fenômeno Queen”, Lambert disse em uma conferência de imprensa. “A ideia de dividir o palco para uma turnê completa pela América do Norte é surreal. Estou honrado em poder homenagear Freddie; ele é um herói pessoal meu e eu estou profundamente grato pela chance de poder cantar músicas tão poderosas para os fãs dessa banda lendária.”

Até agora, a turnê norte-americana – que consiste de 19 datas nos EUA e Canadá – está recebendo críticas positivas. Aqui está um resumo do que as críticas estão dizendo:

De acordo com Dan Hyman da “Rolling Stone”, na abertura da turnê em Chicago, dia 19 de Junho, “O Queen fez um show de rock que pareceu um espetáculo de Vegas.” Ele também disse que “Lambert provou ser o mais brilhante substituto que se pode achar.”

No mesmo show de estreia, Jeff Elbel do Chicago Sun-Times disse que hits como “We Are The Champions” e “The Show Must Go On” mostrou a “sensibilidade pop de Lambert e seu alcance vocal ao mesmo tempo em que May mostrava suas habilidades solo na guitarra”.

Jim Harrington, do San Jose Mercury News disse que o Queen “ainda arrasa em 2014″ sobre o show de 1º de Julho no SAP Center em San Jose, que esgotou em um dia com 12.000 lugares.

Queen se familiarizou com Lambert pela primeira vez quando apresentaram “We Are The Champions” juntos na final de 2009 do programa “American Idol”, em que o nativo de San Diego se tornou finalista. Mesmo não sendo consagrado campeão, Lambert – diferente do vencedor daquele ano, Kris Allen – foi se apresentar ao redor do mundo, em sua própria turnê e junto ao Queen. O cantor recebeu uma nomeação ao Grammy por melhor vocalista pop com seu álbum de estreia “For Your Entertainment” e lançou outro álbum em 2012, “Trespassing”.

Aos interessados em seguir a trajetória de como Lambert ficou próximo dos ícones da lendária banda de rock/glam clássico, Queen, a colunista do Yahoo Music/Reality Rocks, Lindsey Parker, conta como Adam trilhou este caminho aqui.

O show – o único com uma distância “dirigível” de New Orleans – ocorrerá no Toyota Center em Houston dia 9 de Julho às 19h30m. Os ingressos estão disponíveis no Houstontoyotacenter.com.

Fontes: @AdamLambert_INA e NOLA

Tradução: Carolina Martins C.



Os pais de Adam Lambert são seus “maiores fãs”

By in julho 5, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Áudio

Desde que Adam Lambert foi vice-campeão na oitava temporada do American Idol, ele vem trabalhando sem parar, fazendo álbuns, turnês e atuando. Atualmente, Adam está em turnê como vocalista da banda Queen, e nós, Glamberts, sabemos que ele tem uma das bases de fãs mais dedicadas do mundo. No entanto, se você questioná-lo quem realmente são seus “fãs mais dedicados”, ele vai te dizer que são seus pais, que o apoiam através de tudo, não importando o quê. Confira esta declaração no áudio abaixo:

Adam: Meus pais são realmente muito legais, eles são super modernos. Minha mãe, obviamente, não tem objeções à maneira de como eu me estilo, mas tem havido momentos tipo “Por que você usa delineador nos olhos, talvez você não deveria usar isso” e eu digo “Mãe, isso sou eu. Eu só estou sendo eu mesmo, estou tentando ser autêntico” e ela fala “Okay, eu acho que você faz o que você quer fazer, por que você fez esses buracos na sua orelha? huh”.

Fontes: Adam Lambert TV e Hollywood Outbreak

Tradução: Sandra Saez



whosravennow: “Queen + Adam Lambert: O conto das três cidades – Parte 2 – Calgary”

By in julho 4, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos, Queen + Adam Lambert, Shows

Queen + Adam Lambert: O conto das três cidades – Parte 2 – Calgary

Calgary, Alberta.

A viagem à Calgary foi recheada com antecipação. Eu decidi mudar e ir a falência e comprei um ingresso para assistir no palco. Eu queria ter um perspectiva diferente e achei que isso seria bom. O pacote do ingresso (OnStage) incluía tudo o que vem em pacotes VIP (camiseta, bilhete de lembrança, etc.) com o acréscimo de sentar no palco e fazer um passeio pelos bastidores.

Nosso guia, Andy, um carpinteiro, teve o trabalho de construir tudo o que era necessário para a grande produção do palco, que incluía montar, desmontar e outras tarefas (como ser o guia do passeio), e aparentemente aquele metal “Q” era pesado. Ele, com outros 44 membros da equipe estariam na turnê com o Queen, que até agora, está marcada para terminar na Austrália. Na turnê norte-americana estão usando 13 ônibus para a equipe. Entretanto, Roger, Brian e Adam (e o resto da banda) voam de um local para o outro, geralmente saindo do show e indo direto ao aeroporto para viajar em voos não-comerciais.

Andy nos mostrou o local e nos apresentou a vários membros da equipe. Eles pareciam amar seus trabalhos – e quem não amaria? Eu descobri que a tela usada no palco tem 1 milhão de pixels. Eu também descobri que algumas das guitarras que Brian May usa são as mesmas que ele usava antigamente. Andy também nos lembrou do grande intelecto do Dr. Brian May e como a Inglaterra deveria nomeá-lo cavaleiro um dia.

Andy elogiou Roger, Brian e Adam dizendo que eles são amigáveis e legais de se trabalhar, e sempre tiram um tempo para conversar com a equipe.

Finalmente somos apresentados aos nossos lugares e avisados para “não encostar nos artistas”. O que? Droga!

A área VIP estava situada ao lado esquerdo do palco. Havia 10 pessoas e eu sentei na frente. As fotos são em sua grande maioria laterais, mas acho que a visão também seria boa de frente. A maioria dos VIPs eram ganhadores de concursos (sortudos).

Apenas dois do grupo já haviam conhecido Brian e Roger pessoalmente, durante uma cerimônia do chapéu branco, uma tradição de Calgary, onde eles viram Brian e Roger com chapéus de cowboy brancos. Eles não conheceram Adam. (A equipe havia nos dito antes do passeio que só conheceríamos a banda se ela estivesse em seus camarins se preparando para o show).

Sentada próxima a mim estava uma linda loira cujas roupas destacavam os seios (isso terá relevância um pouco mais tarde). Eu percebi que a plateia de Edmonton estava mais alta e mais entusiasmada que a de Calgary. Edmonton estava cantando e gritando para o Queen aparecer; o barulho estava preenchendo o ar com tanta animação que deu para ver nos rostos da banda quando a cortina saiu. E Adam falou disso em um tweet após o show, Edmonton estava animada!

Calgary parecia estar paciente e esperando, com esporádicos assobios e gritos. Eu perguntei a minha nova amiga loira se a plateia parecia calma e ela comentou que a cidade tinha plateias bem reservadas em comparação à outras cidades. (Seu namorado tocava para um artista famoso, então acho que ela entende disso.)

Isso não quer dizer que a plateia não enlouqueceu quando a cortina caiu. Adam estava em forma e deu seu melhor. Ele cantou com emoção e a plateia respondeu. O dia de folga entre os shows fez diferença já que ele cantou mais notas gloriosas do que no show em Edmonton, onde ele se apresentou logo após outro show (Saskatoon foi na noite anterior a Edmonton).

Brian May, Roger Taylor, Neil Fairclough, Spike Edney e Rufus Taylor vieram dar oi para nós em algum ponto do show e nós estávamos perto o suficiente para tocar seus rostos, mas nos comportamos (diante da ameaça de sermos expulsos pelos seguranças hahahaha). Roger e Taylor agiram com classe e os vídeos nostálgicos de Freddie com eles em sua juventude deixaram lágrimas nos olhos de muitos. O solo de guitarra de Brian, mesmo diferente do de Edmonton, foi igualmente impressionante, assim como o duelo de bateria de Roger e Rufus.

Adam também sabia de nossa presença e quando veio buscar água, deu um tchau e sorriu. Sim – houve desmaios. Haha! Durante “Somebody To Love” ele veio em direção a mim e minha amiga loira, olhou para nós e colocou o microfone em nossa direção. Se ele queria que nós cantássemos, não estava acontecendo. Ele riu e brincou com minha amiga e disse com sua aparência, ela parecia saber cantar. Nós começamos a rir e ele voltou e terminou a música. Depois do show, Spike nos cumprimentou e Rufus Taylor presenteou minha amiga com uma de suas baquetas (aparentemente ela tem uma coleção).

Sentar no palco foi uma experiência fabulosa por poder ficar perto da banda, e estou feliz por ter comprado esse ingresso. Lembre-se de que as fotos a seguir foram tiradas de lado. Eu também tenho alguns vídeos mas como estou usando um iPad, eu não consigo carregá-los e postarei quando estiver em casa. Próxima parada, Parte 3 – Vancouver!!

Clique aqui para conferir as suas fotos do Show em Calgary e aqui para ler a Parte 1.

Fonte: whosravennow

Tradução: Carolina Martins C.



Site Oficial do Queen: Notas na Estrada – Parte 13

By in julho 3, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos, Queen + Adam Lambert

Confira a postagem de número 13 do Assistente de Produção da turnê Queen + Adam Lambert, Nick, postada no Site Oficial do Queen na terça-feira (01):

1º de Julho de 2014

Queen Online sobre a Turnê: Notas na Estrada – Parte 13

“Vocês me deram fama e fortuna e tudo o que vem junto… eu os agradeço.”

Ok, isso está indo um pouco longe, mas vocês lendo meu blog realmente me animaram. O feedback foi positivo e construtivo, e me ajudou a pensar um pouco mais sobre o que estava vendo e o que vocês queriam saber. Então mais uma vez, obrigado pessoal, acho que ambas as partes ganharam algo com isso.

Então, para agradá-los, “Atrás da cortina, na pantomima…”

Vancouver: Meu último dia no “Planeta Queen + Adam Lambert” não foi espetacular. Foi divertido e trabalhoso, mas nada fora do comum, o dia de ninguém mudou porque eu estava saindo, ainda tínhamos um show para fazer. Acho que tudo bem admitir agora que não estava operando 100% da manhã. Os três patetas da equipe, Malandrone, Prior e Burchett fizeram questão de que eu não me esquecesse de minha última noite aqui no oeste.

Apesar de meu bem-estar físico demorar um pouco para dar o pontapé inicial, minha alma sentia que meu tempo estava acabando, mas eu fiquei feliz ao lembrar que veria minhas garotas novamente – foi a única vez que realmente parei para pensar nisso, mas em um show você se perde. Para ser justo e me contradizer um pouco, o dia foi um pouco diferente quando fui mostrar à Sammy, o novo membro da equipe de produção e meu substituto para alguns trabalhos, como meu dia é e o que eu faço.

Colocar as placas, o wi-fi, organizar o escritório de produção, ônibus, regras, etc., tudo o que tive que aprender rapidamente quando cheguei em LA há duas semanas e meia. Eu devo dizer que foi legal; todos amam ter conhecimento a mais, não?

A vantagem de ter Sammy comigo é que conseguimos fazer as coisas mais rápido e me deu tempo para chamar Neil para uma rápida entrevista para o podcast oficial do Queen. Nós tentamos fazer isso antes, mas tivemos que remarcar várias vezes porque as tarefas em cada dia mudam muito rapidamente, caso a banda queira trabalhar algumas ideias no soundcheck, fazer reuniões, etc. Como eu havia dito antes, Neil e eu nos damos muito bem e era hora de gravar nossas conversas nerds sobre música. Eu só fiz três perguntas e conseguimos mais de 30 min de gravação! Rufus também estava na sala, interrompendo Neil em cada oportunidade.

“Você pode calar a boca, você é o próximo!”

E Taylor Junior respondeu “Sim cara, é minha vez”. Material bônus ótimo.

As duas “entrevistas” foram bem cruas, mas divertidas. Conhecendo os dois tão bem, eu sabia que não precisava de uma lista de perguntas para trabalhar, e é assim que gosto. Depois que eu editar um pouco, vocês verão o que quero dizer, é realmente uma conversa sobre música… e Queen é claro. Foi uma boa pausa na rotina para mim e me deixou com o sorriso no rosto pelo resto do dia. Eu também deixei Neil com um desafio; espero que ele consiga realizá-lo…

Houve uma mudança na setlist, a retirada de “Don’t Stop Me Now”. Não é da minha conta saber o por quê, mas ajustamos a lista e espalhamos a notícia pelos departamentos.

O show era em 10 minutos e eu percebi que não tinha dado tchau a Roger ou Brian.

Sabendo da correria que seria após o show, eu não os veria até o final dos shows na Austrália. Bom, um email servirá, falarei com eles depois.
Foi um prazer, aprendi muito.

Vancouver estava barulhenta também. Na verdade, cada show pode ser bem ensurdecedor, não houve muita diferença. Eu tirei minhas fotos laterais como sempre e aproveitei para andar mais do que o normal entre a plateia – eu realmente gostei de “I Want It All”, sempre gostei da música, mas se sobressaiu para mim nesse show. Adam? Bom, ele está melhorando mais e mais a cada show. De alguma forma ele consegue algo extra toda noite. Pode ser uma nota, um movimento. Eu só não sei como ele faz isso com aqueles sapatos! Parabéns cara.

Durante o dia, eu recebi vários abraços e apertos de mão me desejando boa viagem de volta para casa, e isso continuou durante o show enquanto eu andava pelos bastidores. Ed, da equipe de vídeo, me disse algo legal, que guardarei para mim mesmo, mas só poderia ter vindo de um pai. Eu gostei mais quando me perguntavam se eu “voltaria” ou se eu “tinha que ir?”. Eu sei que isso faz parecer que estou me achando, mas todos se dão bem aqui, TODOS. O lugar é cheio de risadas e sorrisos enquanto as pessoas trabalham, e eu diria o mesmo para qualquer um se eles estivessem indo embora. Eu espero encontrá-los novamente em breve.

Eu fiz alguns colegas enquanto estive por aqui e cimentei algumas amizades verdadeiras, e fiquei um pouco triste quando fomos aos bastidores pela última vez, pelo menos para mim. Como você poderia não ficar assim com “We Are The Champions” tocando e 15.000 pessoas cantando com toda sua força e balançando os braços, e meu hino nacional depois! Calafrios pelo corpo todo.

Neil veio em minha direção, tirou seus fones de ouvido, recusou o roupão, como sempre fazia, disse algo idiota, como sempre fazia, e fomos aos carros, e um grande abraço foi dado. Perfeito, da forma que eu queria.

“Você não verá Nick novamente, ele irá para casa amanhã…”

Eu olhei e lá estava Brian com seus braços abertos vindo em minha direção. “Nãooooo! Obrigado Nick, queria que você ficasse!” Não consigo me lembrar muito bem do que mais nós falamos, mas foi bom, muitos sorrisos, um aperto de mão e eu desejei tudo de bom para ele nos outros shows. Eu acho que gritei “Saia daqui, seu carro está te esperando!” eu ACHO que ele riu… haha!

“As crianças? Bom para você, eu tenho 5! Esse é o problema, você tem que mantê-las, haha!”

Essa era a resposta que queria de Roger enquanto andava com ele para seu carro e disse que estava indo para casa para ver minhas filhas. Abraço masculino nº 23 do dia, e dei tchau sorrindo.

Trabalho feito. God Save The Queen. Hora de ir para casa.

Agora vou embora mesmo, eu tenho uma pilha de roupas para lavar e baquetas de Roger Taylor do show em Vancouver para por em algum lugar no meu escritório.

Nick

PS: Acabei de deixar minhas filhas no berçário e até uma das funcionárias de lá estava lendo minhas atualizações, o que foi legal. Eu então percebi que estava com um blusa do Freddie Mercury amarela… hmm, foi demais?

Clique aqui para ler a Parte 1, aqui a Parte 2, aqui a Parte 3, aqui a Parte 4, aqui a Parte 5, aqui a Parte 6, aqui a Parte 7, aqui a Parte 8, aqui a Parte 9, aqui a Parte 10, aqui a Parte 11, e aqui a Parte 12.

Fonte: The Official Queen Online

Tradução: Carolina Martins C.
Criação da Arte (Miniatura): Teresa Calado



Pingente comemorativo da turnê Queen + Adam Lambert é lançado pelo site Wear the Music

By in julho 2, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Moda, Produto, Queen + Adam Lambert

O site Wear the Music é um site feito por fãs que se propõe a mostrar seu amor por Adam Lambert, através de joias customizadas em sua maioria baseadas em Adam, que, na maioria das vezes vêm com as impressões das ondas sonoras produzidas pela sua voz, seja do som de uma música ou de alguma frase dita por ele.

Agora, com a turnê de Queen + Adam Lambert, que o site denomina como – “A turnê do ano da década e do século… Será épica! Coração. Coroa. Infinito. BAM!” – foi criado o pingente comemorativo acima, que possui os símbolos de coração, coroa e infinito, tornando únicos, Queen e Adam Lambert.

O pingente está disponível para venda em Bronze, por US$ 87.00 (cerca de R$ 191,70) ou em Prata por US$ 174.00 (cerca de R$ 383,40), e você pode escolher o tipo de corrente ou cordão que queira, entre cordão de couro, de aço, ou gargantilha, entre outros, e também pode optar por qualquer outro tipo de cordão à sua escolha.

Para fazer seu pedido, clique aqui, faça suas opções e pronto. Neste mesmo link você pode navegar e conhecer os demais produtos criados exclusivamente baseados em Adam Lambert, basta navegar pelo site.

Fontes: Adam Lambert TV e Wear the Music



Site Oficial do Queen: Notas na Estrada – Parte 12

By in julho 1, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert

Confira a postagem de número 12 e provavelmente a última, do Assistente de Produção da turnê Queen + Adam Lambert, Nick, postada no Site Oficial do Queen no último sábado (28), no mesmo dia do show da Turnê Queen + Adam Lambert em Vancouver (Canadá):

28 de Junho de 2014

Queen Online sobre a Turnê: Notas na Estrada – Parte 12

Como prometido, 50 fatos aleatórios da turnê norte-americana do Queen + Adam Lambert…

Último show para mim… triste!

Nick

***

Há 13 caminhões puxando o palco e o equipamento nessa turnê.

A equipe é composta por britânicos, americanos, canadenses, um irlandês e um neo zelandês.

Nosso carpinteiro chefe, Keano, era um cirurgião de árvores na minha vila, Writtle em Essex.

O show foi gravado por 5 câmeras todas as noites.

Jil, nosso coordenador de produção, trabalhava para o Lord of The Dance Michael Flatley.

Há 285.994 ações de luz por show – sendo movidas, ligadas e desligadas.

Adam cantou “Bohemiam Rhapsody” em sua audição para o American Idol.

Pete, o chefe do refeitório, cozinhava para Kurt Cobain.

Ele também trabalhou para Dave Grohl no Foo Fighters, Them Crooked Vultures e Queens Of The Stone Age.

Brian tem 18 amplificadores Vox AC 30 na turnê com ele.

Rob, nosso designer de palco, vai de bicicleta do hotel para o local do show sempre que pode.

Parece que estamos seguindo Cher e Heart pelas mesmas arenas, sempre achamos traços deles.

Quando Rufus Taylor conheceu Paul McCartney quando pequeno, achou mais fácil o chamar de “Cara dos Beatles” do que lembrar seu nome.

Eu tive que trazer pasta Marmite, Chocolate Buttons e barras de chocolate UK Mars [ver nota 1] para alguns colegas que vivem em LA agora.

Há 44 pessoas nessa turnê, divididos em equipe de produção, montadores, carpinteiros, e equipes de iluminação, vídeo, áudio, FX e backline.

O primeiro show ao vivo de Adam com o Queen foi na Praça da Independência em Kiev, na frente de 300.000 pessoas.

Nós temos 4 ônibus levando as 44 pessoas. 12 em cada ônibus.

O próximo trabalha para Robin, que trabalha com as luzes, é com Oprah Winfrey.

Nós estamos levando 36 toneladas de equipamento pela estrada.

Nosso impressor no escritório de produção se chama Malcolm.

Eu inventei o último fato.

Nós temos 4 canhões de confete – nem sempre usados.

Neil Fairclough e eu poderíamos falar sobre o Queen e música em geral por 6 semanas sem parar.

Benji, que trabalha com as luzes, também trabalhou na turnê americana do Queen Extravaganza.

Há 27 modelos de camisetas para escolher na loja da turnê.

Eu entrevistei Rufus e Neil para o podcast oficial do Queen.

Eu não tirarei fotos dos camarins dos membros da banda para postar aqui.

O carpinteiro Andy Bews foi o baterista do 100 Reasons no início dos anos 2000 e eu já fiz uma resenha do álbum de estreia deles.

Cores dos roupões usados após o show – Brian: preto, Roger: preto, Spike: cinza claro, Neil e Rufus: azul escuro, Adam põe uma camiseta limpa.

Leah, que trabalha na equipe de Adam, costumava trabalhar para o falecido Jeff Buckley.

Roger costuma usar de 6 a 8 pares de baquetas por show – mesmo sendo conhecido por usar apenas um.

Você consegue um bom corte de cabelo em Calgary. Obrigado Mohammad.

Nós demoramos cerca de 3 horas e meia para tirar tudo do local do show.

Há mais de 1000 caixas sendo transportadas nesta turnê. Eu não contei.

Eu estou colecionando os setlists impressos durante meu tempo aqui.

Antes do show em Edmonton, a plateia fez uma “ola mexicana”.

Esse é o maior tempo que já passei sem meus filhos.

O pai de Adam foi um DJ na estação de rádio em sua faculdade e ele tocava MUITAS músicas do Queen.

“Fields Of Gold” do Sting é sempre usada para testar o equipamento de áudio antes da checagem de som. É boa para checar os tons.

Nós estamos trazendo equipamento elétrico especial para converter a energia americana às nossas necessidades britânicas.

Em Calgary, Brian e Roger receberam a “Freedom of the City” [ver nota 2].

Nós usamos cerca de 40 funcionários locais em cada show… e cada um deles ganha uma camiseta Queen + Adam Lambert para usarem e guardarem.

Os VIPs e quem senta ao lado do palco fazem um passeio pelos bastidores antes do show.

Há mais de 30 milhas (48,28 km) de cabo em cada show.

Há mais de 1 milhão de pixels na tela do palco principal.

Neil só usa uma palheta em “Under Pressure” e usou as mesmas três palhetas desde os ensaios em LA.

Os ventiladores dourados que Adam usa em “Killer Queen” – eu mesmo os pintei.

Antes do soundcheck, Pete toca “I Believe In A Thing Called Love”, do The Darkness.

Eu comi o melhor cachorro-quente da minha vida – um “Japa Dog” – em Vancouver.

Enquanto escrevo essa atualização, tenho apenas mais 9 horas nessa turnê.

Clique aqui para ler a Parte 1, aqui a Parte 2, aqui a Parte 3, aqui a Parte 4, aqui a Parte 5, aqui a Parte 6, aqui a Parte 7, aqui a Parte 8, aqui a Parte 9, aqui a Parte 10, e aqui a Parte 11.

NOTAS:

[1] São guloseimas típicas da Inglaterra. Marmite é tipo um creme que se passa no pão ou torrada, feito de um derivado de levedura de cerveja. Chocolate Buttons é uma marca de chocolate, em forma de botão. UK Mars é outra marca popular de chocolate britânica.

[2] Freedom of the City: é uma honra concedida por um município para um membro valioso da comunidade quando uma celebridade está de visita.

Fonte: The Official Queen Online

Tradução: Carolina Martins C.
Agradecimentos: Sandra Saez
Criação da Arte (Miniatura): Teresa Calado



Adam Lambert usa óculos da marca Sama na turnê com o Queen

By in junho 30, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Moda, Queen + Adam Lambert, Twitter

O site oficial dos óculos de sol da marca Sama twittou a foto abaixo de Adam Lambert, que tem usado o modelo Mulholland Drive, na turnê com o Queen.

O modelo usado por Adam é feito em acetato com titânio, com detalhes em ouro 24 quilates, lentes douradas, e está à venda no site por US$ 735 (cerca de R$ 1.623,00). Caso deseje adquiri-lo, clique aqui.

Fontes: @SamaEyewear e Sama Eye Wear Shop



Telegram: “O Queen pode trabalhar com Adam Lambert? Pergunte a AC/DC, Van Halen”

By in junho 30, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert

Na esquerda, Adam Lambert e Roger Taylor do Queen + Adam Lambert abriram sua turnê em 19 de Junho em Chicago.

O Queen pode trabalhar com Adam Lambert? Pergunte a AC/DC, Van Halen

Muitos fãs se arrependem de nunca ter visto Queen em concertos. Mas vale a pena comprar um ingresso para ver o Hall da Fama do Rock and Roll apresentar-se sem o ícone do rock Freddie Mercury, que morreu em 1991?

Os fãs vão descobrir isso quando Queen – com a estrela do “American Idol” Adam Lambert nos vocais – for se apresentar em San Jose em 1º de Julho. Não é uma combinação sem precedentes, Lambert se apresentou com a banda no MTV Video Music Awards em 2011, e deu início a uma turnê norte-americana de 24 dias com a banda no dia 19 de Junho.

É o exemplo mais recente de uma banda tentando triunfar – assim como aumentar sua conta bancária – sem seu vocalista icônico. Os resultados variam enormemente ao longo das décadas, indo do extremamente decepcionante (o Doug Yule com Velvet Underground ) para o incrivelmente bem sucedido (Brian Johnson com o AC/DC).

Claro, é difícil imaginar Queen sem Mercury, ele com aquela voz que atingia quatro oitavas e com movimentos teatrais no palco, chegou a ser um dos artistas de rock mais aclamados da história. No entanto, esta não é a primeira vez que Queen tentou fazer uma turnê com um cantor substituto. A banda tocou por vários anos, começando em 2004, com o ex-vocalista do Bad Company, Paul Rodgers.

Em honra a Queen e Lambert, decidimos fazer uma retrospectiva de algumas outras bandas que continuaram sem o seu membro mais visível. Nós não nos preocupamos com as bandas que fizeram uma mudança no início de suas carreiras – como Pink Floyd e Pantera. Em vez disso, nós nos concentramos em grupos que mudaram vocalistas depois que eles já estavam bem estabelecidos no mundo da música.

Aqui está algumas bandas que se atreveram a fazer a mudança:

AC/DC

A mudança: Bon Scott morreu em 1980 com a idade de 33 anos, depois de ajudar a estabelecer AC/DC como uma das melhores bandas de rock do mundo na década de 70. Brian Johnson imediatamente intercede e leva a banda de rock pesado australiano para uma nova era.

O resultado: Foi uma grande missão tentar substituir Scott, um vocalista igualmente magnífico e ameaçador de trás dos hinos tais como “Dirty Deeds Done Dirt Cheap”, “Highway to Hell” e, melhor de tudo, “It’s A Long Way To The Top (If You Wanna Rock n’ Roll)”. No entanto, Johnson rapidamente provou ser digno ao desafio. Ele se juntou à banda a tempo para gravar o álbum imortal “Back In Black” em 1980, que se tornou um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos. O disco também produziu uma das melhores músicas da banda, incluindo “Hells Bells”, “Shoot to Thrill”, “You Shook Me All Night Long” e a faixa-título. Não doeu que a voz de Johnson era muito semelhante ao de Scott (Scott tinha alegadamente visto Johnson cantar e o admirava). Desde então, Johnson levou a banda por mais oito álbuns, todos os quais foram certificados multiplatina.

VAN HALEN

A mudança: o vocalista original David Lee Roth e o guitarrista extraordinário Eddie Van Halen simplesmente não estavam na mesma página, em meados dos anos 80. Mas o guitarrista é o rei nesta banda, o que significava que era hora de Roth sair e Sammy Hagar entrar em cena.

O resultado: Pergunte a 10 pessoas para citar uma banda que mudou vocalistas e, provavelmente, nove vão responder com Van Halen (o 10º vai admitir ter vivido em um planeta diferente, nos últimos 40 anos). Esta é a marca registrada de mudanças de tudo que é rock, onde a banda de rock pesado do sul da Califórnia foi de um vocalista icônico para outro, sem nunca perder o ritmo nas paradas da Billboard. Hagar liderou o grupo através de quatro tremendamente bem-sucedidos, dolorosamente medíocres álbuns antes de sair (pelo menos pela primeira vez) em 1996. Até o dia de hoje, ainda há debate sobre qual versão do VH é melhor – o poderoso rock clássico de Diamond Dave ou o descartável pop de Hagar. Claro, nós preferimos não fornecer nenhuma dica sobre de que lado estamos.

GENESIS

A mudança: Peter Gabriel precisava ser livre e Phil Collins estava pronto para estar no comando. Este último assumiu quando Gabriel partiu após a obra-prima de prog-rock em 1974, “The Lamb Lies Down on Broadway”.

O resultado: Collins já tinha as mãos cheias – literalmente falando – como o baterista da banda. No entanto, ele estava mais do que pronto para estar em foco depois que Gabriel saiu para fazer uma carreira solo. Genesis foi uma banda de art-rock de sucesso sob Gabriel, mas tornou-se uma banda muito maior de vendas com Collins no comando, uma vez que eventualmente, se afastou das músicas complexas e álbuns conceituais em direção a um som que favoreceu o Top 40 de rádio. Não surpreendentemente, muitos fãs antigos ficaram horrorizados, mas muitos fãs novos veio a bordo.

BLACK SABBATH

A mudançar: A poderosa banda parecia estar em suporte de vida, uma vez que engasgou e cuspiu o álbum “Never Say Die!” em 1978 e a subsequente turnê. Drogas e álcool afetavam a banda, particularmente o cantor Ozzy Osbourne, seriamente e era hora de uma mudança drástica – e trocando Osbourne por Ronnie James Dio certamente qualificou como drástica.

O resultado: A mudança beneficiou todos os envolvidos. Osbourne encontrou nova vida como um artista solo, superando facilmente os seus números de vendas de Sabbath tais como o multiplatina “Blizzard Of Ozz”. Dio solidificou sua posição entre os maiores vocalistas de rock pesado de todos os tempos. E Sabbath recuperou o foco que perdeu durante o final dos anos 70. Dio ficou apenas por dois álbuns o “Heaven And Hell” em 1980 e o “Mob Rules” em 1981. Mas ambos foram obras-primas. Osbourne mais tarde se reuniu com a banda.

FLEETWOOD MAC

A mudança: O Mac estava em fluxo constante – especialmente no microfone – durante seus primeiros oito anos. A banda finalmente recrutou a Stevie Nicks e Lindsey Buckingham em tempo para seu 10º álbum de estúdio em 1975, o “Fleetwood Mac”, e o resto é história do rock n’ roll.

O resultado: Sob a orientação de Peter Green, Fleetwood Mac encontrou algum sucesso como uma banda de blues-rock nos anos 60 No entanto, ele não estava indo a nenhum lugar nos anos 70 – até que ele juntou forças com o promissor duo Buckingham Nicks. Buckingham foi um guitarrista talentoso e um vocalista decente, mas foi Nicks que realmente fez a maior diferença. Sua voz requintada ajudou a empurrar a banda para o estrelato em “Fleetwood Mac” – e mais adiante com o mega-platina “Rumors” em 1977.

JOURNEY

A mudança: A banda de Bay Area relutantemente passou de Steve Perry para Steve Augeri em 1998, mas os fãs ainda queriam um vocalista que soava como Perry… Eles conseguiram em 2007 com Arnel Pineda.

O resultado: Fale sobre viver o sonho. Pineda estava em uma banda de rock nas Filipinas que cobriu Journey. Neal Schon viu alguns dos clipes da banda no YouTube e pediu a Pineda se ele realmente queria se juntar a Journey. A mudança pareceu revigorar tanto Journey como seus fãs. A banda já gravou dois novos álbuns com Pineda – ambos os quais esteve no Top 20 da Billboard – e reservou datas em grandes eventos em todo o país, incluindo 26 de Julho no Shoreline Amphitheatre em Mountain View e 29 de Julho em Concord Pavilion. É um bom rumo de acontecimentos, mas por favor “Dont Stop Believin’”, que algum dia Perry vai reingressar a Journey.

Fontes: @brianmaycom e Telegram

Tradução: Sandra Saez



Los Angeles Times: “Adam Lambert, um lugar para dormir depois da turnê”

By in junho 30, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert, Shows

No mês de Maio, o Los Angeles Times já tinha publicado a notícia de que Adam Lambert tinha comprado uma casa em Hollywood Hills West por US$ 2.995 milhões, conforme publicamos aqui. E nesta semana, eles aproveitaram para comentar novamente o mesmo assunto, incluindo o show da turnê Queen + Adam Lambert a ser realizado em Los Angeles na próxima quinta-feira (03/07). Confira:

Um lugar para dormir depois da turnê

Adam Lambert, um vice-campeão do American Idol que tem um carreira de sucesso na indústria musical, comprou uma casa em Hollywood Hills West por US$ 2,995 milhões (aproximadamente R$ 6,7 milhões).

A casa de estilo moderno foi construída em 1947 e foi restaurada. Uma escada externa segue a forma de uma parede curva com janelas de vidro.

Os quase 350 metros quadrados da casa incluem uma sala de jantar com uma sala de vinhos climatizada, uma grande cozinha com eletrodomésticos modernos, uma sala de almoço e jantar, um salão com lareira, uma sala de cinema e uma academia.

A suíte principal tem uma lareira, um espaço de estar e um banheiro com spa e mais três quartos e quatro banheiros.

Samambaias e paisagismo exuberante enchem o quintal, que dispõe de um spa em forma de gruta.

Lambert, 32, ficou em segundo lugar na oitava temporada do “Idol” em 2009, o mesmo ano em que lançou o álbum “For Your Entertainment”. Ele continuou lançando álbuns e turnês, e também fez trabalhos para a televisão com trilhas sonoras e atuação. Desde ano passado, ele esteve em cinco episódios de “Glee”.

Ele está fazendo uma turnê pela América do Norte, Ásia e Austrália nesse verão com o Queen, substituindo o falecido Freddie Mercury. Os fãs de LA podem vê-los na quinta-feira no Forum.

Jeff Yarbrough e Chris Jacobs do Keller Williams foram os corretores imobiliários. Brad Downs do Rodeo Realty representou Lambert.

Fontes: Adam Lambert TV e Los Angeles Times

Tradução: Carolina Martins C.



whosravennow: “Queen + Adam Lambert: O conto das três cidades – Parte 1″

By in junho 29, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos, Queen + Adam Lambert, Shows

Queen + Adam Lambert: O conto das três cidades
- Parte 1

Faz dois anos que sou fã de Adam Lambert, desde que um colega de trabalho me mostrou um de seus vídeos. Acho que posso dizer que me apaixonei, e me intriguei com o sucesso de sua jornada musical.

É claro que se você perguntar para qualquer um de meus amigos eles dirão que sou obcecada… haha, felizmente eu só preciso de conserto de ano em ano. A primeira vez que vi Adam Lambert ao vivo foi em 2012, enquanto ele estava em turnê para promover seu álbum Trespassing, em Phoenix, Arizona. Ele tem a habilidade de conquistar a plateia e arrepiar seus Glamberts. Na época eu me considerava fã, mas talvez não louca o suficiente para ser Glambert.

Em Setembro de 2013, em Vegas, no iHeart Festival, eu assisti o show inteiro de Queen e Adam Lambert paralisada. Ele acertou todos os vocais sem muitos esforços. Me dê minha carteirinha Glambert.

Quando Brian May e Roger Taylor disseram que embarcariam em uma turnê norte-americana com Adam Lambert, eu sabia que veria. Eu fiquei animada quando vi as listas da cidade. Edmonton, Calgary e Vancouver estavam na lista, e decidi que veria nas três cidades.

Edmonton foi ontem à noite. Foi uma tarde agradável e o Rexall Place estava lotado. Você conseguia sentir a antecipação; a arena ganhou vida quando a plateia começou uma onda no estádio e bateram os pés ao som de “We Will Rock You”. Quando as luzes apagaram, todos se levantaram para cantar os primeiros versos de “Now I’m Here”. A cortina caiu e Adam Lambert andou confiantemente pelo palco. Com Roger Taylor na bateria (acompanhado de seu filho, Rufus) e Brian May com uma de suas várias guitarras, Queen tomou vida (com Freddie em espírito). Eu tive uma ótima visão na fileira 2, e consegui tirar várias fotos. Antigos fãs do Queen estavam em volta de mim e uma moça próxima a mim veio de Tóquio para ver Brian May. Eu deixarei o resto das fotos contarem a história. Próxima parada, Calgary.

Clique aqui para conferir as suas fotos do Show em Edmonton.

Fontes: Adam Lambert TV e whosravennow

Tradução: Carolina Martins C.