Archive for the ‘Artigos e Entrevistas’ Category


SiriusXM: Novo álbum “Queen Forever” poderá ter músicas de Freddie Mercury, Michael Jackson e Adam Lambert

By in setembro 3, 2014 • Filed in: Álbum, Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert, Rumor

De acordo com a estação de rádio SiriusXM Classic Vinyl, em sua página oficial do Facebook, Adam Lambert também estará participando do próximo álbum do Queen, “Queen Forever” juntamente com vocais de Freddie Mercury e Michael Jackson.

Confiram abaixo o que a página publicou, não esquecendo que não temos nenhuma informação oficial a respeito, podendo ser apenas um rumor, no que diz respeito a Adam Lambert:

Assim como nós suspeitávamos, a família de Michael Jackson está segurando a liberação dos duetos encontrados recentemente, gravados por Michael e Freddie Mercury nos anos 80. Roger Taylor, do Queen, disse que os responsáveis pelo patrimônio estão sendo um pouco difíceis, mas eles esperam obter a aprovação antes do Natal para o novo álbum “Queen Forever”, que também irá incluir algumas músicas novas com Adam Lambert.

A agente de Adam Shoshanna Stone , também se manifestou, quando questionada por uma fã sobre o artigo da SiriusXM, e twittou:

@asiladam: Isso é verdade, @shoshannastone? Novas músicas com @adamlambert?

@shoshannastone: A parte de Adam não é verdade. Eu acho que eles estão apenas presumindo.

Fontes: @shoshannastone

Tradução: Stefani Banhete

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news.com.au: “Os críticos silenciam diante dos shows do Queen em estádios completamente lotados, na arena de Rod Laver” – (Melbourne – 29/08)

By in setembro 1, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos, Queen + Adam Lambert, Shows

Os críticos silenciam diante dos shows do Queen em estádios completamente lotados, na arena de Rod Laver

AGRADECIMENTOS especiais à mídia social, pois temos visto um monte de gente realmente incomodada pelo fato do Queen continuar a existir, agora com o cantor convidado, Adam Lambert.

Só que nenhuma dessas pessoas estavam no show esgotado de hoje, na Rod Laver Arena.

Os detentores desses bilhetes não estavam debatendo o quão tecnicamente esta banda não está sendo Queen (Freddie Mercury morreu em 1991 e o baixista John Deacon se aposentou em 1997) ou se os outros membros, fundadores remanescentes, Brian May e Roger Taylor, deveriam ser chamados de Queen.

Enquanto todos estão discutindo a respeito, os fãs mais espertos estão fazendo o que Brian e Roger estavam – se divertindo selvagemente no palco.

Em poucos minutos presenciando o show, você começa a se concentrar em quem realmente está lá, do que em quem não estava. May é um dos maiores heróis na guitarra, cujo trabalho é identificado imediatamente, nada mudou quanto a isso.

Lambert se adequa ao Queen perfeitamente, mesmo se algo consegue diminuir sua teatralidade… ligeiramente.

Aliás, ele pode estar se divertindo mais do que qualquer um, revivendo o repertório do Queen, num show de grande porte, onde a produção, que poderia parecer decadente, se tornou um desafio transformado em presente, para qualquer cantor.

Enquanto ele possui um DNA inconfundível e compatível com Mercury, Lambert coloca sua personalidade suficientemente no palco, o que torna a homenagem, a mais precisa que um artista possa fazer ao Queen, a nível mundial.

“Obrigado por suspender a sua descrença e me deixar cantar essas músicas incríveis”, diz Lamber à plateia, que inclui, com abundância, os seus próprios fãs. “Eu só estou aqui, tentando fazer Freddie orgulhoso”.

Lambert tem a sua canção favorita do Queen, que é “Draggon Attack” (dos anos 1980, do filme “O Jogo”) no setlist.

Enquanto isso, jorram músicas no palco, como, “Somebody To Love”, “Bohemian Rhapsody”, “Tie Your Mother Down”, “Radio Ga Ga”, “I Want to Break Free”, “Crazy Little Thing Called Love”, “We Will Rock You”, “We Are the Champions”, “Killer Queen”, “Fat Bottomed Girls”, “Another One Bites The Dust”, precisamos continuar?

Existe um trabalho duplamente qualificado, quando Roger Taylor entra em cena no lugar de David Bowie, no dueto para cantar “Under Pressure”.

Em nada lembra o Queen do início dos anos 70, a não ser quando os solos de bateria e guitarra, os trazem de volta.

Assistir às músicas do Queen atingirem as massas em 2014 (com muita audiência das pessoas com 20 anos, ou menos, inclusive) reforça o quão atemporal são os seus maiores sucessos.

Para os que odeiam o que está se passando agora, o Queen vintage, está a um Google de distância.

Clique aqui para conferir as fotos do show no artigo.

Fonte: news.com.au

Tradução: Mônica Smitte



Daily Mail Celebrity: “Radio Gaga! A cantora se junta ao Queen para uma performance em Sydney”

By in agosto 31, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos, Performance, Queen + Adam Lambert

Radio Gaga! A cantora se junta ao Queen para uma performance em Sydney

Lady Gaga e o Queen certamente tiveram tempo de se verem enquanto fazem uma turnê pela Austrália ao mesmo tempo.

E a popstar de 28 anos deu aos fãs do Queen muito mais do que eles esperavam quando ela foi ao palco cantar com Adam Lambert na Allphones Arena em Sydney na noite de quarta-feira [27].

Considerando que o nome artístico da cantora foi inspirada pela música do Queen “Radio Ga Ga”, os fãs assumiram que ela se sentiu tentada a se juntar a banda para esse número.

Entretanto, a estrela entrou no palco com sua peruca cacheada preta para outro hit, “Another One Bites The Dust”.

Usando um “catsuit” [ver nota] preto com símbolos dourados, a cantora cantou com força durante o poderoso número.

A banda de rock britânica parecia gostar da performance de Gaga em seu show em Perth semana passada.

A estrela também posou com o guitarrista do Queen Brian May em uma foto em que mostra como se tornaram bons amigos.

Ela tocará na Arena nos últimos dois shows no sábado e domingo.

Chamada “artRAVE”: a turnê do “ARTPOP”, o setlist inclui músicas de seu último álbum, “Venus”, “Manicure”, “Artpop” e “G.U.Y.”.

O show de duas horas inclui um iglu e gelo, assim como confete em forma de coração, glitter, luzes de rave e muita música.

Há também flores gigantes quando a cantora entra no palco com vários figurinos que incluem um biquíni de conchas e uma fantasia de tentáculos de látex.

Clique aqui para conferir mais fotos deste artigo.

NOTA: Um Catsuit é um vestuário de uma peça que cobre o tronco e as pernas, e frequentemente os braços. Eles são geralmente feitos de material elástico, como lycra, chiffon, elastano (após 1959), couro, látex, PVC ou veludo, e frequentemente usando um zíper à frente ou para trás. Catsuits, que datam de pelo menos 1940, podem ser usados tanto por homens e mulheres, e, apesar do nome, em geral, não têm características felinas. (Wikipédia)

Fontes: BrianMay.com e Daily Mail Celebrity

Tradução: Carolina Martins C.



Adam Lambert novamente tem Foto Publicada em “Fotos da Semana de Celebridades no Twitter” no Socialite Life – 30/08

By in agosto 31, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos, Twitter

O site Socialite Life mais uma vez publica uma foto de Adam Lambert em sua seção “Celebrity Twitter Pictures Of The Week” [Fotos da Semana de Celebridades no Twitter]. Confira a foto publicada (postada por Adam em seu Instagram na última sexta-feira), abaixo e sua respectiva legenda:

Eu vi essa foto aparecer na minha página e eu fiquei, tipo, “É isso aí. Esta é a foto mais linda do mundo.” Adam Lambert parece querer vender-me alguma coisa. Joias? Vodka? Uma viagem para o que parece ser o mais belo restaurante do mundo? Além do mais, eu quero morar nesta foto. Deus, eu amo isso.
 
Em “Icebergs Restaurante – Sydney”

Fontes: Adam Lambert Perú e Socialite Life



CLiiP.net: “Do mesmo jeito que vem fácil, vai fácil. São altos e baixos: uma comparação entre as vozes de Adam Lambert e Freddie Mercury”

By in agosto 31, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas

Muito se tem falado sobre Adam Lambert “substituir” Freddie Mercury, na banda Queen, mesmo que ele não esteja nem tentando! As emoções todas ficam à flor da pele, quando se trata de discutir sobre esse assunto. A análise a seguir, demonstra comparativamente, as semelhanças e diferenças entre os artistas, e mostra, principalmente, que Adam possui extrema compatibilidade vocal com Freddie. Leia a seguir.

Do mesmo jeito que vem fácil, vai fácil. São altos e baixos: uma comparação entre as vozes de Adam Lambert e Freddie Mercury

Agora que Adam Lambert está em turnê com a icônica banda Queen, como o seu “novo garoto” e lotando todos os lugares em que se apresenta, além de obter ótimas reviews por onde passa, a comparação entre Adam Lambert e Freddie Mercury continua. Apesar de Adam ter dito por diversas vezes às pessoas ligadas à música, repórteres, e analistas especializados que ele NÃO está tentando imitar, tomar o lugar ou copiar Freddie, o debate continua.

Vamos fazer nossa própria comparação entre os dois, primeiro apontando suas similaridades e razões pelas quais Adam, que tinha somente 9 anos quando Freddie morreu de AIDS em 1991, é uma boa substituição em se tratando de um segundo ato. Glamberts: Eu não falarei negativamente ou tomarei o nome de Adam em vão, concordemos todos (e eu sou uma glambert de nº 444, desde que Freddie e Queen completaram o primeiro ato). Freddie se foi. Queen achou que o show havia terminado até que surgiu Adam Lambert e agora: O SHOW PODE CONTINUAR!

SIMILARIDADES

Se todos vocês pudessem ler uma questão de prova escrita dessa forma: Qual cantor gay que possui esse charme exibicionista, uma voz de arrasar, e uma teatralidade mais do que glamourosa? Ele também pode vestir looks andróginos, dançar pelo palco fazendo um melodrama brega misturado com magia, usar maquiagem e roupas, com talento e estilo únicos. Ele é altamente teatral e aborda a multidão com agradáveis palhaçadas. Em quem vocês pensariam? Bem, nomes como David Bowie, Elton John, Freddie Mercury e Adam Lambert viriam certamente à mente, mas o que mais combinaria, seria Adam e Freddie, pela capacidade vocal. O uso do pretérito passado indicaria Freddie, e Adam seria melhor no quesito look andrógino (haja vista a capa do seu primeiro álbum), mas tratando-se de presente ou passado, ambos tiveram/têm todos esses requisitos em comum. Quando eu recentemente presenciei o dueto entre Adam e Freddie na turnê, através do vídeo mostrado na tela, enorme e ao vivo, olhando para a face de Adam, foi um momento no qual me faltou o ar. As suas vozes possuem uma harmonia perfeita.

DIFERENÇAS

Uma das principais diferenças entre Adam e Freddie seria seu ponto de vista a respeito da homossexualidade. Adam é o primeiro gay a se assumir publicamente perante as principais vertentes da música pop americana atual. Ele é um filantropo ativo que trabalha pela causa e recebe prêmios ao nível do GLAAD, Equality CA, Hope for LA e outras causas que envolvem a luta contra a AIDS, os direitos referentes ao casamento gay e pessoas que estejam necessitando. Devido à sua época, Freddie vivia recluso e escondia sua sexualidade do público, achando que isso pudesse envenenar as pessoas e atingir a Banda. Ele se encontrou publicamente com mulheres antes que escolhesse um homem como seu companheiro, que esteve com ele até a morte. Ele se abstinha de eventos públicos, se autossabotava mesmo quando se tratava de apoiar as causas LGBT e ajudar as pessoas que tinham contraído a doença. Ele apenas deixou um relato público sobre o que estava enfrentando, dois dias antes de sua morte por broncopneumonia, causada pela AIDS.

Freddie podia tocar piano e guitarra e Adam não. Mas, por outro lado, Freddie era um fumante, o que acabou por lesionar suas cordas vocais ao produzir os falsetes, no final da carreira, devido ao abuso do cigarro. Adam não fuma e tem sido conhecido por ter uma voz perfeitamente saudável, tanto que ele já participou ininterruptamente de 113 espetáculos sem descanso vocal. Ele não canta em falsete, pois os especialistas têm apontado que suas notas mais altas são cheias, a chamada “voz de peito” [ver nota]. Apesar de possuírem três décadas de distância entre si, suas influências musicais se sobrepõem aos mesmos períodos, Adam cita David Bowie, Aerosmith, Led Zeppelin e Queen, e Freddie daria créditos aos mesmos artistas, adicionando à lista, Michael Jackson e Mick Jagger, com quem ele chegou a se apresentar. Freddie não tinha nenhum treino musical, enquanto Adam frequentou os teatros musicais quando muito jovem, pois era uma criança inquieta e adorava representar papéis musicais no teatro, além de ter um técnico vocal.

HABILIDADES VOCAIS

Aqui realmente é o mais difícil, pois seria como comparar maçãs às laranjas. Primeiro porque Freddie Mercury teve uma longa carreira e se foi, e muito se tem falado sobre seu alcance vocal e de maneira mais assertiva. A maioria afirma que ele poderia cantar a quatro oitavas, de baixo F2 para alta F6. Ele afirma ter sido um barítono natural mas também podia cantar como tenor lírico. Sobre Adam, tem sido relatado que ele é um tenor lírico natural, mas canta um pouco abaixo de quatro oitavas, com classificações diferentes de baixo B2, B5 e C3, e a alta de B5, C6 e E2, a partir de suas performances no American Idol. Desde então, tem sido relatada uma categoria de G até E5, então não existe um consenso exato a respeito de sua voz. Mas existe nisso tudo um fato interessante, de acordo com técnicos operáticos, a voz de um tenor masculino não está totalmente madura até os 36 anos. Adam tem somente 32. Imagina-se que ele possa evoluir para um patamar de grandeza absoluto, pelo menos assim esperam seus fãs.

RESUMO

Freddie Mercury FOI um grande cantor, performer e artista e possuía um grunhido gutural profundo de rock, tons vibrantes, tenor e um alto contratenor campal e falsete. Com nenhum treinamento formal, ele podia deslizar facilmente a partir de um registro para outro. Ele realizou cerca de 700 concertos com o Queen e o concerto em 1985, “Live Aid”, foi votado como a maior performance ao vivo da história da música rock.

Adam Lambert É um grande cantor, performer e artista com uma voz de frequência perfeita e qualidade indiscutível. Uma voz treinada, cujos limites são ilimitados.

Bernard Telsey, o diretor musical de “Wicked”, de onde Adam era um membro e suplente para o personagem Fiyero, em sua fase pré-American Idol, disse que sua voz era “incrível”. Rob Cavallo, produtor musical que trabalhou com Adam, afirmou que “ele pode cantar todas as notas de uma guitarra” e que seu alcance era “ilimitado”. David Stroud um professor vocal de Los Angeles, que treinou Adam para a “Glam Nation Tour” em 2010, disse que ele pode fazer “coisas extremas com a sua voz” e o roqueiro Meatloaf colocou Adam em seu “top três” dos melhores cantores do mundo e o único do sexo masculino. Ele colocou Adam lá em cima com Aretha Franklin e Whitney Houston. Membro do Queen, o guitarrista Brian May, diz que sua sensibilidade, profundidade, maturidade e variedade impressionantes fazem o seu queixo cair. O baterista do Queen (que estava lá com Freddie) citou em 2012 que Adam possui “o melhor alcance vocal que já ouvi”. Pharrell Williams comparou a voz de Adam com uma sirene misturados a um alcance vocal ao estilo de Steve Winwood e Peter Cetera. E, claro, de acordo com mais de 5.000 membros do fã-clube de Adam, nós os Glamberts, achamos que ele é o melhor dos melhores! Então será que Adam pode dançar o fandango?

Pode apostar! Será que ele tem sapatos perfeitos o suficiente para preencher o Queen como vocalista? De seus próprios lábios: “sim – e eles são fabulosos!”

NOTA: Voz de Peito é o tipo de voz que usamos normalmente para falar. No canto, corresponde ao nosso registro grave, ou seja, é com a voz de peito que atingimos as notas mais graves da nossa extensão vocal. Os homens têm mais facilidade em cantar com a voz de peito do que as mulheres, mas ambos a têm. ((Cifras)

Fontes: Adam Lambert Fan Club, CLiiP.net e Lilybop 2012

Tradução: Mônica Smitte
Créditos da Imagem: @metalempress



The Wire: Glamberts aparecem em #6 no ranking das fanbases mais apaixonadas

By in agosto 30, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Notícias

O site The Wire, fez uma classificação das fanbases (bases de fãs) chamadas por eles de stanbases (segundo o site, a junção das palavras “stalker”[perseguidor] e “fã”, e refere-se a um fã que leva as coisas para outro nível, se manifestando, normalmente, em mensagens apaixonadas na mídia social).

Os Glamberts aparecem na #6. Mas o site deixa claro com todas as letras que “Ok, vamos repetir mais uma vez: Isto não é um ranking de fanbases pela qualidade dos fãs.”

Várias stanbases são classificadas, confiram:

1. Stans: Eminem
2. Beyhive: Beyoncé
3. Animals:Kesha
4. Lambs: Mariah Carey
5. Barbz: Nicki Minaj

6. Glamberts: stanbase de Adam Lambert. Nome completamente reconhecível – usando o nome do artista corretamente, mas combinado com um elemento do trabalho do artista que é totalmente deles. Este nome começou lá atrás, quando Lambert estava no American Idol e já tinha os pés fincados na longevidade.

7. Little Monsters: Lady Gaga
8. Rihanna Navy: Rihanna
9. Katy Cats: Katy Perry
10. Firebreathers: Imagine Dragons
11. Fannilows: Barry Mannilow
12. Fighters: Christina Aguilera
13. Arianators: Ariana Grande
14. Smilers: Miley Cyrus
15. Lovatics: Demi Lovato
16. JLovers: Jennifer Lopez
17. Swifties: Taylor Swift
18. Daydreamers: Adele
19. Sheerios: Ed Sheeran
20. Azaleans: Iggy Azalea
21. Black Stars: Avril Lavigne
22. Jepsies: Carly Rae Jepsen
23. Selenators: Selena Gomez
24. Britney Army: Britney Spears
25. Directioners: One Direction
26. Heartbeats: Jessie J
27. Mahomies: Austin Mahone
28. Rowland Stones: Kelly Rowland

Se quiser assistir a alguns vídeos dos artistas citados, clique aqui.

Fontes: Adam Lambert Help e The Wire



Herald Sun: “Queen +Adam Lambert em turnê novamente após a morte de Freddie”

By in agosto 29, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Notícias, Queen + Adam Lambert

Queen e Adam Lambert em turnê novamente, após a morte de Freddie Mercury

Quando o grande vocalista do Queen, Freddie Mercury, faleceu em 1991, seus companheiros de banda ficaram compreensivelmente afetados.

“Na época, pensei que estava tudo acabado”, diz o baterista Roger Taylor. “Nós ficamos em estado de choque por cerca de cinco anos.”

Sentado ao seu lado em um sofá nos bastidores da Perth Arena, antes do primeiro show da turnê da banda, revitalizada com a ex-estrela do American Idol Adam Lambert nos vocais, o guru da guitarra, Brian May, concorda.

“É verdade, sabe – nós tivemos um longo processo de luto, durante o qual nos recusamos a falar sobre Queen”, diz ele.

“Olhando para trás, agora podemos ver como foi, mas tanto Roger quanto eu pensávamos que o Queen tinha acabado e demorou um pouco para voltar a perceber que estávamos realmente orgulhosos do que fizemos com Freddie.”

“Os resultados disso ainda permanecem e o fato de que nós podemos sair novamente em turnê é uma alegria. Eu me sinto abençoado por podermos fazer isso e estamos muito agradecidos a Adam por ser essa pessoa.”

Substituir alguém que provavelmente foi um dos melhores vocalistas da história do rock não é tarefa fácil, mas a banda que deu ao mundo “Another One Bites The Dust”, “We Will Rock You” e “Bohemian Rhapsody” resistiu. Eles lançaram o álbum “Made In Heaven” em 1995, com vocais inéditos de Mercury, e Taylor e May (o baixista John Deacon se aposentou em 1997) se apresentaram esporadicamente com Robbie Williams, Elton John e George Michael.

Eles também fizeram turnê e gravaram com o ex-vocalista do Free e Bad Company, Paul Rodgers em 2005-2009.

Mas em Lambert, que foi vice-campeão do American Idol em 2009, encontraram um cantor cuja destreza vocal e exuberância natural se encaixa naturalmente com o seu catálogo de hits. Ele despertou interesse, quando fez sua audição para o reality show cantando “Bohemian Rhapsody” e houve química quando todos eles se uniram para realizar “We Are The Champions” na final daquela temporada.

“Aquela foi a primeira vez que nos encontramos”, lembra Lambert. “Lembro-me que nos olhamos e pensei ‘isto parece bom, isso é legal’.”

Taylor diz que ele e May se sentiam cada vez mais rejuvenescidos quando se apresentavam em novas performances juntos em eventos especiais, festivais e uma mini-turnê de seis datas europeias. E quando os promotores começaram a ver o potencial da combinação, uma turnê americana, asiática e australiana se seguiu. Lambert se encaixou com Queen de uma forma que Rodgers não tinha se encaixado e também trouxe com ele uma nova geração de fãs graças a seus dois álbuns pós-Idol.

“Paul é um cantor de blues-soul e eu realmente não nos descrevo como uma banda de blues e soul”, diz Taylor. “Adam tem toda a gama que precisamos – ele tem um alcance incrível e uma teatralidade fabulosa que é uma combinação perfeita para a maioria do nosso material. E tem um grande senso de humor”.

Lambert, uma estrela do rock abertamente gay, sempre foi um admirador da banda, de Mercury em particular. Mas ele estava determinado a não tentar imitar o estilo e entrega exclusiva do falecido cantor.

“Eu acho que seria um pouco vulgar e um pouco desrespeitoso”, diz Lambert. “Não é isso o que estamos tentando fazer.”

May diz que é muito cedo para dizer se os três irão colaborar com novas músicas. Não só Lambert está trabalhando em seu próprio álbum solo, que deve ser lançado no próximo ano, mas ele e Taylor estão elaborando “Queen Forever”, um álbum que contará com alguns vocais de Mercury e outras raridades de seus arquivos, incluindo colaborações com Michael Jackson.

“Há alguma coisa de Michael Jackson e alguma coisa da gente que, estranhamente, haviam sido engavetadas”, diz ele. “Mas não tem um álbum inteiro, o resto serão coisas que temos coletado juntos e que são representativas do nosso crescimento, em vez de grandes sucessos.”

“Nós realmente trabalhamos bastante no álbum “Made In Heaven” e fizemos tudo que podíamos fazer. E estamos muito orgulhosos disso. Foi um dos melhores álbuns que já fizemos e Freddie estava muito presente nele, apesar de já ter falecido”.

Confira a versão impressa aqui.

Fontes: @hooplamagnet, Herald Sun e Adam Lambert TV

Tradução: Sandra Saez



FOH Online: “Arenas dos Shows do Queen – Escola Clássica do Rock”

By in agosto 28, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert

A leitura a seguir, é interessante para entender o posicionamento da Banda Queen nos seus shows, principalmente quando Brian May fala da “parte orgânica”. A Banda Queen é clássica e só toca músicas clássicas do rock, definição dada a músicos de rock and roll considerados inovadores, surgidos principalmente entre o princípio da década de 1960 e final da década de 70. O termo foi criado por estações de rádio para definir a programação que evoluiu a partir do formato oriented rock que surgiu no começo da década de 80. Embora não seja especificamente um estilo, geralmente serve de rótulo a bandas como Beatles, Rolling Stones, The Who e Led Zeppelin, entre outras. Se torna interessante observar que é um trabalho técnico separado por gerações (Banda Queen e Adam Lambert) mas que encontrou perfeita sintonia, tanto no palco, como nos bastidores, o que faz com que o show seja o espetáculo que é e que vem encantando as plateias de diversos países.

Arenas dos Shows do Queen – Escola Clássica do Rock

“A banda Queen é uma Banda de Rock da velha escola, então você não pode contar com um console digital instantâneo para trabalhar todas as noites”, diz o engenheiro Gary Stokes. “Eles não fazem o mesmo todas as noites, por isso você tem que trabalhar nesse nível”.

Na excursão atual de Queen + Adam Lambert, há muita “fader riding” [ver nota 1], mas ninguém reclama disso. Tem sido um trabalho amplo para a companhia de som Clair Global, e toda sua equipe de técnicos. A etapa norte-americana da turnê começou dia 19 de Junho, no United Center de Chicago, se estendeu na Toronto Air Canada, em 27 de Julho e está se ampliando com vários shows adicionais acrescentados ao longo do caminho, para atender a demanda dos fãs, que têm se manifestado através de delirantes elogios.

Liderando a banda com seus vocais, substituindo um dos mais difíceis, o grande Freddie Mercury, está o vice-campeão do American Idol, Adam Lambert, que se junta ao guitarrista Brian May, ao baterista Roger Taylor, ao baterista de suporte, Neil Fairclough, ao tecladista Spike Edney e ao filho de Roger, Rufus Taylor, na percussão.

No lado tecnológico, para garantir que tudo soe tão bem quanto parece, estão Robert Collins na FOH, Kerry Lewis (monitores da banda), Gary Stokes (monitores para Adam Lambert) e o engenheiro de sistemas, David Coyle.

“É grandioso, é alto e é estridente e dá um monte de trabalho”. Coyle disse que o maior volume de trabalho usado na criação do show, é no palco. “Os equipamentos do palco ocupam a metade de um caminhão”. As passagens de som tendem a ser longas, e precisam ser sempre revisadas. Mas parece tudo bem com a equipe, porque eles sabem que, em se tratando da banda que é, a precisão é extremamente importante.

[...]

O Desafio de Lambert

Aqueles que já viram o show podem dizer que Adam Lambert realiza um trabalho vocal não menos que estelar, e esse é um recado para aqueles, nas audiências, que lhe torcem o nariz.

Trata-se de dois trabalhos separados por gerações, no que concerne à parte técnica. Quando há destaque na sua parte, ele gosta de tudo mais lento e um trabalho de palco mais silencioso.

Mas com a banda Queen tudo é muito alto, por isso existe uma engenharia de monitores separada, que mixa somente para Adam.

Coyle disse: “foi uma boa decisão trazer o cara que trabalha para Lambert”, quando se refere a Gary Stokes, que assume o desafio técnico em relação ao vocalista. “Os dois engenheiros de monitor são fantásticos, cada um à sua maneira, e fazem um trabalho fantástico juntos”.

Stokes tem trabalhado em plataformas de mixagem há 30 anos, mas não como engenheiro de monitor. “Eu sou primariamente um cara de FOH, então isso não é usual para mim. Quando tenho que trabalhar como o cara do monitor, é porque a situação está problemática”.

Stokes tem uma história com Lambert, ele tem sido o seu FOH nos shows. “Ele é um cantor fantástico e tem um alcance vocal extraordinário. Eu também trabalho para KD Lang, e ela também possui um alcance vocal fantástico. Os bons cantores têm uma audição muito boa”, ele ri. “Eles percebem certos detalhes sutis, muito mais do que os cantores mais comuns, portanto as necessidades deles são mais específicas. Não existe um mix estático que os deixe satisfeitos nem em um show inteiro, às vezes, nem mesmo numa única música. Quando eles sobem uma nota, você precisa montar um fader ou uma equalização específicos, por exemplo”.

Stokes é especialmente sensitivo em relação a como seu mix para os cantores possa causar uma reação física no palco. “Por exemplo, uma compressão maior faz com que os cantores tenham que afastar os microfones de perto, o que pode causar variações de compressão quando você precisa aumentar”, ele diz. “No caso de Adam, é tudo muito sutil, quando ele diz que quer seu vocal mais destacado, ele apenas quer metade do dB [ver nota 2]”.

Outro desafio em relação a Lambert, vem dele ser um cantor muito dinâmico no palco. “Ele gosta de trabalhar a multidão e envolvê-la, então eu sempre tenho que adivinhar para qual lado do palco ele vai, o que torna tudo ‘muito perigoso’”, ele diz.

Resumindo, para não nos atentarmos a detalhes extremamente técnicos, Stokes disse que ele veio de um mundo analógico, que parece mais real do que outras tecnologias mais virtuais, onde os aparelhos fazem tudo, mas a perfeição não é a mesma.

Tudo se resume ao barulho que o ambiente produz. E então ele termina nos respondendo, “qual a sua música favorita?”

“Ah, me desculpe, mas eu não consigo colocar nada acima da ‘Bohemian Rhapsody’. Uma vez clássico, sempre será um clássico e com 15.000 fãs gritando: ‘Galileo, Galileo’, o som tem que corresponder, tem que ser grande e largo para que possa ser bem elaborado no palco.”

Equipamentos da Turnê Queen + Adam Lambert (especificação técnica e nome dos aparelhos usados):

Equipe de Áudio
Sound Co: Clair Global
Engenheiro FOH: Robert Collins
Engenheiro de monitor: Kerry Lewis (banda) [nota 3]
Engenheiro de monitor: Gary Stokes (Adam)
Engenheiro de sistema: David Coyle

Equipe de PA [nota 4]
Sonorização de centro: (28) Clair i-5 3-way line arrays
Sonorização das laterais: (16) Clair i-5 3-way line arrays
Subwoofers: (12) Clair BT-218 double-18 boxes
Filas da frente: (8) Clair i-3 140-degree wide-throw systems
Filas de trás: (2) Clair p-2 2-way boxes
Amplificação de ambientes: Lab.gruppen PLM-20000 (12 amp racks)

Engrenagem de FOH
Console: DiGiCo SD7 with three SD-Racks
Onboard: (2) Summit TLA100A tube compressors (vocais de Adam); (4) dbx 160SL compressors (vocais da banda); TC Electronic System 6000 para vocais; efeitos onboard DiGiCo para instrumentos
Playback de Bohemian Rhapsody: 82 canais de Avid Pro Tools PT10-HD

Monitor
Console: DiGiCo SD7 with three SD-Racks (Queen)
Console: Midas PRO9 (Adam)
Outboard: TC Electronic Reverb 4000; UTA D2; XTA DPA324 de-esser.
IEM Earpiece (Adam): JH Audio JH16
In-Ear Hardware: Shure PSM1000’s
Wedges: (36) Clair SRM wedges
Sidefills: (3) Clair R4’s 3-way full range
Monitor Amplification: Lab.gruppen PLM-20000’s

NOTAS:

[1] Fader rading: Analisando os significados de fader, pude constatar que se trata de um sistema de automação que se dá sem o uso do mouse do computador. Para se automatizar os níveis de um mix, é necessário que se monte um “fader”, ou seja, uma técnica utilizada através de movimentos detalhados de botões movimentados manualmente, que tem como objetivo modelar a dinâmica de um desempenho musical. Em outras palavras, é a adaptação do desempenho técnico, para corresponder ao fluxo da canção. (Erik Hawkins)

[2] dB: quer dizer DECIBEL – O decibel (dB) é uma unidade logarítmica que indica a proporção de uma quantidade física (geralmente energia ou intensidade) em relação a um nível de referência especificado ou implícito. Uma relação em decibéis é igual a dez vezes o logaritmo de base 10 da razão entre duas quantidades de energia.1 Um decibel é um décimo de um bel, uma unidade raramente usada??. (Wikipédia)

[3] Engenheiros de Monitor (de palco): Monitor de palco é o uso de alto-falantes pesados de trás para a frente conhecidos como gabinetes de caixas de som de monitor no palco durante as apresentações de música ao vivo. O som é amplificado com amplificadores de potência, ou um sistema de endereço público, e as caixas de som são destinadas aos artistas no palco, em vez de a plateia. Este sinal de som pode ser produzido na mesma mesa de mistura como a mistura principal para o público (chamada de mistura de “Front of House”), ou pode haver um engenheiro de som e uma mesa separados dentro ou fora do palco criando uma mistura separada para o sistema de monitor. Sem um sistema monitor de palco, o som que os artistas no palco ouviriam de front of house seria as reflexões reverberadas se formando da parede traseira do local. O som naturalmente refletido é atrasado e distorcido, o que faria o vocalista cantar fora do tempo com a banda. Um sinal misturado separado é frequentemente encaminhado para os alto-falantes de monitor de palco, porque os artistas também podem precisar ouvir uma mistura sem efeitos eletrônicos, tais como eco e reverberação (isso é chamado de “mistura seca”) para ficar no tempo e em sintonia uns com os outros. Em situações com mistura de monitor de palco pobre ou ausente, os vocalistas podem acabar cantando fora de sintonia ou fora de tempo com a banda. (Wikipédia)

[4] PA: (Public Adress) é a Sonorização direcionada ao público. É o conjunto de amplificadores, crossover, mesa de som, efeitos, sonofletores, etc., direcionado ao público. O console (mesa de som) utilizado na FOH (front of house = central de controle do PA) é o coração do sistema. Por ele passam todos os sinais dos microfones, dos instrumentos, além dos processadores de efeitos e de sinais.

Fonte: FOH Online

Tradução: Mônica Smitte



Fã burla segurança e se esconde no carro de Adam Lambert em sua chegada à Austrália

By in agosto 27, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Notícias, Twitter

Quando Adam Lambert chegou à Austrália para cumprir as datas dos shows da turnê Queen + Adam Lambert, teve uma grande surpresa: Uma fã, não se sabe como, burlou a segurança, que já estava super reforçada, devido ao grande números de fãs aguardando por ele no aeroporto, e invadiu o carro de Adam.

Adam, ao invés de ficar assustado, ou irritado, apenas achou divertida e “hilária” a atitude da fã. Ela, por outro lado, ficou tão chocada e emocionada, que, segundo informações, ficou estática, olhando apenas para a frente, sem nem mesmo fazer contato visual com ele. Adam saiu do carro e a segurança interveio, pedindo à fã que se retirasse.

A agente de Adam, Shoshanna Stone, twittou a notícia, confirmando a veracidade dos fatos. Veja o tweet de Shoshana:

@shoshannastone: “@dspyshowbiz: Fã de Adam Lambert burla segurança para se esconder em seu carro” história verdadeira

Fontes: Adam Lambert TV (1), Adam Lambert TV (2), Digital Spy, American Idol Net e @shoshannastone



POPDUST: As melhores Fanarts de Adam Lambert

By in agosto 26, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fanart

O site POPDUST fez uma compilação de algumas fanarts de Adam Lambert (missão difícil, quando existem milhares delas espalhadas pelo mundo), as quais eles julgaram “as melhores”: “Ele é glamouroso! Ele é cheio de glitter! Ele é glambert! Adam Lambert e seus shows de cair o queixo inspiraram milhares de artistas pelo mundo a molharem seus pincéis, pegarem sua câmeras e fazerem o download de algum programa de edição.” Aqui está o Top 8 das Fanarts escolhidas pelo POPDUST:

Adam Lambert como Stewie Griffin
Ele é pensativo, intenso, matricida e pensa na fama internacional e na dominação. Quando ele não está planejando matar sua mãe ou discutindo com um cachorro sobre o significado de Snowbird de Anner Murray, ele está serenando Quahog com sua rendição de Ring Of Fire. No próximo episódio, Glambert Stewie ensina Meg como passar delineador.

Adam Lambert como Super-Homem
Ele tem tudo! O queixo de príncipe encantado, o rosto de herói dos quadrinhos, o peito definido! E não apenas isso, ele também pode atingir notas altas de primeira! Ele é Super Glambert! Ok, isso não funciona muito bem. Mas sabe o que funciona? Essa pintura com linhas azuis e rosas. Só precisamos de um Simon Cowell/Lex Luther junto a isso.

Híbrido Susan Boyle/Adam Lambert
Se Adam Lambert e Susan Boyle tivessem um filho, seria essa confusão. Ainda assim, os olhos de cobalto de Adam são inconfundíveis e de alguma forma ele continua bonito, mesmo com a mandíbula de Boyle.

Adam Lambert encarna David Bowie
Adam é um deus do glam rock moderno nessa imagem, e ainda assim consegue homenagear os hippies que surgiram em uma era de decadência e excesso. Ele é loiro, lindo, e ama a paz, e ele tem que fazer um remake de Dancing in The Street com Mick Jagger. Agora.

Adam Lambert como Lhama Lambert
Conheça Lhambert; uma lhama tão devotada à seu artista favorito que sacrifica o uso de seu olho direito. Agora, ele é vocalista de uma banda cover Glambert nos Andes, mas quando ele juntar pesos o suficiente, ele planeja ir para o centro e fazer uma audição para o American Idol, e talvez conhecer o Lambert humano.

Adam Lambert como Trespass Glambert
Essa re-imaginação dos Glamberts nos convida à usá-lo todo, e seu “instrumento” chega quase em seu joelho. De nada. “Whataya want from me?” Bom, já que perguntou…

Adam Lambert como um vampiro Glitter Rock
Todos sabem que a chave para uma música pop de sucesso é a repetição. É por isso que amamos tanto Barney. É por isso que essa música está destinada a ser um hit: não só porque Lambert a está cantando, mas porque o autor da música repetiu o refrão “Irei te morder”. Eu também gosto da versão do artista de um Lambert vampiro apesar de ele ser benevolente e avisar suas vítimas de que irá mordê-las.

Adam Lambert em um vestido
Fato: As fãs de Adam Lambert estão excitadas. Primeiro tivemos a placa de “Trespass” colocada sugestivamente sobre o Lambert de Adam, e agora temos o rosto de Adam colocado no corpo de alguma garota. Alguém pede para Lady Gaga usar isso na próxima premiação? Quem quer vestir carne quando se pode vestir Lambert?

Se quiser visitar a Galeria de Fanarts do PODPUST, clique aqui, vá até o final da página e navegue pela galeria do site.

Fontes: Adam Lambert TV e POPDUST

Tradução: Carolina Martins C.



Queen + Adam Lambert são citados no Programa Sunrise do Canal 7 da Austrália

By in agosto 26, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert, TV, Vídeos

Adam Lambert realizou com o Queen o primeiro show da turnê na Austrália, no dia 22 de Agosto, na cidade de Perth. E o Canal 7, em seu programa Sunrise, falou sobre a turnê, conforme você confere assistindo ao vídeo e à respectiva tradução, abaixo:

A turnê australiana altamente antecipada do Queen começa hoje à noite, a banda lendária de rock vai subir ao palco em Perth.

E nols vocais da banda, está a estrela do pop americano Adam Lambert em uma experiência única de sua vida, aqui o resumo:

Renascida, reinventada e reacesa. Esta é banda Queen, como você nunca viu antes. Adam Lambert tem uma responsabilidade muito grande em substituir Freddie Mercury, mas tem ganhado ótimos comentários ao redor do mundo.

Adam supostamente fez seguro de sua voz por cerca de R$ 112.800 milhões e Brian May do Queen diz que o cantor, de 32 anos, “acordou” a banda. Esta experiência única começa em Perth, hoje à noite, antes de ir para Sydney na próxima semana, seguido de um show em Melbourne e Brisbane. Câmeras estarão presentes para mostrar a primeira noite e você pode ver toda a cobertura completa amanhã de manhã.

Na sequência, a TV também veiculou um clip sobre o retorno do Queen à Austrália, que você assiste abaixo, com sua respectiva tradução:

Pela primeira vez, em 30 anos, Queen se apresentará em solo australiano.

[00:27] Esse é o vocalista Adam Lambert, que canalizou o falecido Freddie Mercury, colhendo muitos elogios por suas habilidades vocais.

[00:54] É bom ver que Brian May não tenha envelhecido desde o ano 2000, ele está desfrutando, gosto disso. Eles estarão em Sydney na terça-feira, depois irão a Melbourne e Brisbane. Para mais informações e datas, é só ir para o nosso site.

Fontes: Adam Lambert TV (1), Adam Lambert TV (2), Canal 7 e SunriseOn7/YouTube

Tradução: Sandra Saez
Criação da Arte (Miniatura): Teresa Calado



Site Oficial do Queen: Acompanhando a Turnê Norte Americana 2014 – Parte 1

By in agosto 25, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert

Confira a postagem de Parte 1 sobre a turnê americana Queen + Adam Lambert, feita por Wilki Amieva – Webmaster/Webdesigner na empresa FreddieMercury.com, Webmaster/Webdesigner na empresa QueenOnLine e Webmaster na empresa Freddie For A Day – postada no Site Oficial do Queen na semana passada (18):

18 de Agosto de 2014

Queen Online sobre a Turnê: Acompanhando a Turnê Norte Americana 2014 – Parte 1

por Wilki Amieva

Nick me pediu para falar um pouco sobre as datas restantes da turnê do Queen + Adam Lambert na América do Norte. Como Houston foi meu primeiro show da turnê, depois de um voo de 5400 milhas de Buenos Aires, com escala em Miami, e 120 minutos de uma semifinal da Copa do Mundo estressante, eu decidi não arriscar e esperei até ver alguns shows antes de escrever minhas impressões. Então aqui estão:

Ok, Houston primeiro, mas antes disso… um choque cultural… assentos na pista!? Quero dizer, ASSENTOS NA PISTA!? Nos PALCOS!? Em um show de ROCK!? Eu não deveria me preocupar… em ambos os shows, segundos após o início de “Procession”, todos se levantaram e ficaram de uma maneira linda e ficaram assim o tempo todo.

De volta ao Houston Toyota Center… eu não vi as primeiras músicas pois estava ‘trabalhando’ tirando fotos ao lado de uma adorável senhora que veio de New Orleans ver o show. Então, “Fat Bottomed Girls” e … “Houston, temos um problema”., a guitarra de Brian não funcionava. Depois da troca de guitarras, tudo estava certo. “Lap Of The Gods” seguiu, e eu percebi o quão firme os vocais de apoio são – em todas músicas na verdade. Durante “Killer Queen”, uma garota atrás de mim pegou no meu ombro e gritou .“Isso é demais, não? Demais!”., enquanto Adam estava no sofá com Brian – ela estava se divertindo, então eu achei um bom sinal. Adam: .“Isso não sou eu. Estou tentando me conectar com vocês.” Em “Somebody To Love” houve a participação da plateia durante toda a música. Brian foi ovacionado em sua parte vocal em “I Want It All”. A audiência pareceu mais tímida durante “Love Of My Life”, mas talvez estivessem sendo tomados pela emoção. Para “’39”, a banda toda foi para o outro palco com coisas da NASA, cortesia da visita de Brian ao centro espacial. Ele introduziu Sr. Taylor na “cabine” e disse que o teclado de Spike era na verdade uma máquina do tempo! Depois de “Days Of Our Lives”, cantada magnificamente por Rog, ele fez um dueto com Adam em “Under Pressure” – ovacionados novamente. Mas antes disso, Neil Armstrong, quero dizer, Fairclough incorporou “Don’t Try Suicide”, “Body Language” e “Dragon Attack” em seu solo de baixo, seguido de um dueto de baterias fantástico entre Rufus e seu pai. A versão de “Love Kills” e “Who Wants To Live Forever” detonou o palco – Adam arrasa nas duas. Entre “Tie Your Mother Down” e “Radio Ga Ga”, Adam fez sua brincadeira com a audiência. Por alguma razão, Dr. May não fez seu solo. Então foi “The Show Must Go On”. “Bo Rhap” deixou todos querendo mais. No final, Brian usou uma camisa do Houston Astros com o nome May e o número 14 atrás. (Edição: Brian disse em seu website que estava abaixo das expectativas da plateia nesse show. Bom, se você me perguntar, ele se preocupa demais…)

Olá Dallas! Depois de um passeio e carnes, eu estava no AA Center, que lugar grande! Lugares bons, próximo à um casal alemão (desculpa, caras!). Agora eu poderia apreciar o início do show. E o que posso dizer? ESSA é a maneira de começá-lo. Fãs de “Sheer Heart Attack” deveriam estar nas nuvens: 4 músicas no setlist da turnê atual e “Live At The Rainbow ’74” sairá em Setembro. “Fat Bottomed Girls” não falhou, e foi perfeita, com Brian improvisando solo após solo. Então teve “Somebody To Love”. Brian ficou bem emocional durante “Love Of My Life”. Não havia um olho seco! “’39” tinha Rufus, Neil e Brian com chapéus de cowboy, e Brian disse “yeeoooow”. no final. Neil adicionou “Staying Power” ao seu solo. Taylor Junior e Taylor fizeram um ótimo trabalho em seu solo, fazendo o pai ficar orgulhoso. “Under Pressure”, “Love Kills” e “Who Wants To Live Forever” foram ovacionadas três vezes seguidas. E ficou melhor! Os vocais de Adam em “Tie Your Mother Down” e “Radio Ga Ga” terminaram com a banda inteira. Então “Crazy Little Thing Called Love” terminou com Brian e Adam deitados no palco. Em “Bohemiam Rhapsody”, eu percebi como a qualidade da imagem de Freddie variava. O final foi poderoso. Aliás, devo dizer que esse foi um dos melhores shows que já fui na minha vida.

Isso é tudo, por enquanto.

***

Depois de uma longa visita às Cataratas do Niágara, eu estava finalmente em Detroit… Agora, me disseram que Detroit é a cidade do rock, então eu estava com ansiedade para esse show. Nós conhecemos alguns moradores locais e almoçamos, e eu decidi ser saudável e comi uma salada. O Palace of Auburn Hills é uma construção gigante cercada por um estacionamento. Desde a tarde, haviam várias pessoas sentadas do lado de fora do carro, debaixo do sol, com uma bebida na mão, falando sobre música em geral e rock em particular! Muito legal (mas definitivamente não saudável). O show em si foi maravilhoso. Em “The Lap Of The Gods”, havia tanta fumaça que você não conseguia ver a banda. Depois de “Killer Queen”, Adam tomou um grande gole de champanhe e cuspiu na primeira fileira, e então disse “Desculpe, madame… te deixei molhada?”. “Days Of Our Lives” foi muito apreciada pela audiência, e Freddie e John Deacon foram aplaudidos. Neil adicionou uma adaptação de “Nervermore” em seu solo – sem “Staying Power” dessa vez. “Nevermore” foi realmente linda, apesar de que poucos perceberam essa música do “Queen II”. Durante “Love Kills”, a audiência ficou silenciosa. O solo de Brian foi lindo, mas não tão longo quanto o de Dallas. Quando iniciou-se “The Show Must Go On”, a plateia aprovou com um barulho enorme. Dessa vez, Brian tocou “We Will Rock You”/”We Are The Champions” com uma camiseta “Made in Detroit”.

Eu cheguei na linda cidade de Toronto (em que passei uma parte da minha juventude) a tempo de me encontrar com alguns amigos da Argentina e Inglaterra para assistir à final da Copa do Mundo. Foi mais como um longo jogo de xadrez do que uma partida de futebol, e ambos os times tiveram poucas chances de golear. De qualquer maneira, eu gostei bastante da final, apesar do resultado. Eu devo dizer que acho que a Alemanha tinha um ótimo time e merecia ganhar… mas eu fiquei triste! Mas saber que eu estava indo para um show do Queen + Adam Lambert ajudou muito. O show em si foi firme e houve muitos experimentos. Eu decidi não fazer uma resenha música por música porque eu só tirei fotos, estava cansado e depois de três shows aquilo estava repetitivo e consequentemente cansativos. Desculpa Toronto, talvez no próximo show. Mas eu me lembro de algumas coisas… os solos foram longos e a interação de Adam com o público foi estendida. Eles usaram o canhão de confete dessa vez, e a arena ficou cheia de brilhos dourados. Aliás, há MUITAS coisas douradas nesse show, mas falarei disso outra hora.

Eu vi Roger e Brian rapidamente após o show em Montreal, e ambos sorriram para mim e me consolaram pela final da Copa do Mundo. Eu também conheci Jim Beach, e ele gentilmente me deixou ver o show pela mesa de som, e tirar fotos da produção. O design do palco, as luzes, as telas os efeitos especiais, ele fazem MUITA diferença nesse show – nenhuma foto poderia lhes fazer justiça. Do início de “Now I’m Here” ficou claro que não estávamos lidando com uma plateia normal. Vocês foram barulhentos, Montreal! Eu vi que o cara do som, Rob, teve que aumentar o volume durante o show. “Lap Of The Gods” foi cantada lindamente pela banda E pela audiência, e isso me deixou com lágrimas nos olhos. Freddie ficaria orgulhoso de suas músicas que não viraram hits ainda fazendo sucesso 40 anos depois! Depois de “Killer Queen”, Adam cuspiu como sempre o champagne e disse “Champagne é horrível!!!”, o que fez a plateia rir. Parecia que todos estavam animados. Bri, antes de “Love Of My Life”: “Bonjour… bonsoir! I’ll be speaking in a très, très bad… mélange of Anglais and Français” Haha! A música foi cantada por todos no Bell Centre, e eu quero dizer, TODOS – até os seguranças. O solo de Rog foi demais! Os vocais de Adam depois de “Tie Your Mother Down” foram ótimos “Me dê todo seu amor Montreal!” Outra música que teve uma grande reação da plateia foi “The Show Must Go On”, novamente. No final, Brian apareceu usando uma blusa do “Canadiéns” de Montreal. E dessa vez o confete foi amarelo.

Agora, depois de cinco shows em seis dias, tendo dormido cerca de 16 horas no total (a maioria delas não em uma cama), eu quero um dia de folga para dar um passeio.

***

Eu peguei um ônibus noturno de Montreal via Nova York, encontrei meus amigos (que alugaram uma van) nas ruas de Filadélfia, e peguei comida no caminho para o Wells Fargo Center. Eu estava “trabalhando”, tirando fotos aquela noite, então decidi não anotar o show. Eu conversei rapidamente com o engenheiro de som Rob. Sendo engenheiro de som em meio período, eu estava curioso sobre alguns aspectos técnicos do show. Ele disse que o som é mixado por “aproximadamente 72 canais”. Eu reparei que haviam aparelhos de gravação em todos os shows – para arquivar eu acho. Eu me lembro que após “’39”, Brian introduziu Spike como um baixista, Roger notou e então Brian disse “Bom, ele é baixista, só é melhor no teclado”. Risadas se seguiram. Adam e a banda foram bem na arena lotada. É claro que eu poderia dizer isso sobre todos os shows. Metade dessa turnê já se foi, e o show está firme agora. E o povo da Filadélfia não estava tímido!

Nova York, Nova York. Big Apple. Se eles arrasaram aqui, eles arrasam em qualquer lugar! Esse foi um grande show em uma grande cidade. O local era nada mais nada menos que o histórico Madison Square Garden, e assim que entrei no local, senti a antecipação da plateia. Track 13 do “Made In Heaven” começou (ela precedeu todos os shows) e todos se levantaram. Depois de 25 minutos, eles foram agraciados com a versão mais eletrizante de “Now I’m Here” de que posso me lembrar. O início do show estava lotado de energia. Durante “Somebody To Love”, Adam manteve a palavra “Lord” que termina a frase “Someday I’m gonna be free”, e acho que isso fez a audiência cantar cada parte. Depois de “I Want It All”, Brian foi para o palco menor cantar “Love Of My Life”, visivelmente emocionado. Brian agradeceu a audiência por “deixá-los voltar aqui depois de tantos anos e serem deuses do rock novamente”. Durante a música, que a plateia cantou obedientemente, houve muitos “Eu te amo Freddie!”. Em “’39”, o estádio inteiro pareceu tremer – todos batiam suas mãos e pés. Roger emocionou todos em “Days Of Our Lives”. “Under Pressure” gerou uma grande reação da plateia. Brian: “Madison Square Garden, eu só tenho uma pergunta: O que vocês acham do cara novo?” - Adam foi ovacionado. O clássico “Who Wants To Live Forever” teve a plateia usando seus celulares para embelezar o estádio. O solo de guitarra começou bem pequeno, com o mesmo acorde da música anterior, então se expandiu em 20 minutos de extravagância; em certo ponto, Brian estava batendo na guitarra para obter alguns acordes estranhos. Então foi “Tie Your Mother Down” e as pessoas começaram a dançar! Na próxima música, a plateia perdeu o início de Adam e ele disse: “Acho que tenho que melhorar isso”. Então ele propôs uma guerra de vocais entre o lado direito e o esquerdo do local, e funcionou muito bem. A visão de milhares de mãos batendo ao som de “Radio Ga Ga” foi linda. “The Show Must Go On” foi alta e intensa. Então “Bo Rhap” e as músicas finais terminaram em grande estilo, uma grande festa. Depois do show, eu me encontrei com Adam, Neil e Spike e conversei um pouco com eles. Spike e sua adorável esposa Kyle se lembraram de mim de uma reunião ano passado em Guildford. Eu me pergunto o por quê. Enfim, eles são um ótimo time. Eu deixei o local bem animado e me perguntando o que esperar dos próximos sete shows…

Parte 2 na próxima semana… Felicidades!

Fonte: The Official Queen Online

Tradução: Carolina Martins C.