Archive for the ‘Artigos e Entrevistas’ Category


Auditory Spectrum: Um olhar apurado sobre os melhores álbuns de 2015 até agora

By in julho 16, 2015 • Filed in: Álbum, Artigos e Entrevistas

O site Auditory Spectrum fez uma publicação sobre “Um olhar apurado sobre os melhores álbuns de 2015 até agora”, e “The Original High”, de Adam Lambert também entrou na classificação. Confiram abaixo o que o site publicou:

“The Original High” de Adam Lambert

Este ano, Adam Lambert lançou um dos melhores álbuns pop até agora, e, infelizmente, tem apenas 44.000 unidades vendidas. As vendas da unidade de “The Original High” parecem refletir um bocejo coletivo, embora os comentários sejam esmagadoramente positivos. A reação dos fãs e jornalistas foi “é o seu melhor álbum até agora” – e eu concordo.

“The Original High” reflete o excesso de confiança na teatralidade para um temperado, chocante mergulho na realidade. O resultado é um álbum mais escuro, com um Lambert mais focado. Pela primeira vez em sua carreira, ele sente que a vida real imita a arte, em vez de a arte imitar a vida. Já se passaram seis anos desde que ele apareceu no American Idol, mas muitos ainda o veem como uma diva, mais focado em sua imagem, uma caracterização que Lambert recentemente desmistificou em uma entrevista à BBC.

Ei, pessoal, se ele é bom o suficiente para Brian May (guitarrista do Queen), que aparece na faixa do álbum, “Lucy”, que diz que ele é a única pessoa capaz de ocupar a função anteriormente detida por Freddie Mercury, é hora de vocês seguirem em frente e encontrarem outra pessoa sobre a qual fazer reclamações sem sentido.

Melhor Faixa: “Ghost Town”

Autoria do Post: Graça Vilar
Fontes: Adam Lambert Media e Auditory Spectrum

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Adam Lambert usa Colete Jeans by Levi’s e Sapatos by Saint Laurent em Los Angeles (CA)

By in julho 16, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos, Moda

Adam Lambert foi flagrado recentemente se dirigindo ao Restaurante “The Nice Guy”, em Los Angeles (CA). Adam usava um colete jeans desbotado/manchado by Levi’s e um par de sapatos cravejados de tachas by Saint Laurent – U$ 1.080 (cerca de R$ 3.390,00).

Confiram as fotos capturadas de Adam na ocasião, e a foto do modelo dos sapatos usados por ele:

Autoria do Post: Graça Vilar
Fontes: Adam Lambert Media e Upscale Hype



Entrevista no Spotify com Adam Lambert, Estocolmo (Suécia) – 01/07

By in julho 14, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos

No início do mês de Junho (02), Adam Lambert passou pela sede do Spotify em Estocolmo (Suécia), conforme algumas fotos já postadas aqui. Agora, confira a entrevista que foi publicada no início deste mês (01):

Adam Lambert: “O álbum tem um pouco de baboseiras psicológicas, mas sou eu”

O desejo de Adam Lambert de chocar a si mesmo e aos outros o levou em uma jornada do American Idol, passando pelas suas colaborações e turnês com o Queen, até às ruas de Estocolmo e o novo álbum, “The Original High”. Nós nos encontramos com Adam para falar sobre buscas constantes, dificuldades nos namoros e o ato de rebeldia de se ser quieto.

Adam Lambert visitou os escritórios do Spotify em um dia ensolarado de Estocolmo. O clima é uma nova experiência para ele, mesmo que agora ele se sinta em casa nesta vizinhança.
“Eu passei dois meses aqui, quando comecei a fazer o álbum, mas era inverno e muito escuro. Está muito melhor e mais claro agora!”

As únicas coisas que podem fazer artistas trocarem Los Angeles por Estocolmo em Fevereiro se chamam Shellback, Max Martin e os Wolf Cousins. O time de produtores e compositores vem conquistando os charts de seus estúdios no Norte, e Adam Lambert veio no começo de 2014 para compor o álbum que agora foi lançado finalmente. Um dos talentosos Wolf Cousins com quem ele trabalhou, foi Tove Lo, e eles escreveram a música “Rumors”, juntos.
“Ela tinha acabado de lançar ‘Habits’ e nós começamos a falar sobre a indústria da música e namoros, e como esses dois são difíceis de se manobrar aos mesmo tempo. Ela perguntou ‘Como tem sido para você?’ E eu respondi ‘Não é fácil, sempre há rumores por aí e pessoas falando sobre você e que tem essas ideias sobre quem você é.’ Mas se você tem a pessoa certa na sua vida, você pode meio que desligar tudo isso.
Estou muito animado para que as pessoas ouçam a música, é meio que pop trap [hip-hop eletrônico].”

O título do álbum é “The Original High” e resume a vida de Adam Lambert em LA na última década. Adam notou como as pessoas ao redor dele se mudaram para a cidade grande com todos esses sonhos de se tornar isso ou aquilo, mas apenas alguns alcançam esses sonhos. O resto entende que suas metas não vão acontecer e então, o que acontece?
“Antes de começar a trabalhar neste álbum, eu tive um tempo de folga e fiz algumas perguntas às pessoas. O que você está procurando? E eles olharam para mim e disseram ‘Eu não sei.’ Nós estamos buscando o sentimento de satisfação. Às vezes você consegue, às vezes você sente isso por um segundo, às vezes você se apaixona e sente isso pelo o resto da vida. Mas é complicado. Todas as músicas são sobre um tipo de busca, necessidade ou desejo. É meio que uma baboseira psicológica, mas é fiel a mim. Eu penso muito nas coisas.”

O que você está perseguindo?
“É difícil saber. Você pensa que sabe, mas uma vez que você consegue aquilo, você ainda não fica contente. Por muito tempo, foi a carreira, carreira, carreira e quando eu cheguei num certo ponto, eu queria amor e um relacionamento. E então eu consegui isso e eu fiquei tipo ‘Nah, eu quero trabalhar mais na minha carreira.’ Então, eu não sei! Nesse momento, artisticamente, eu estou feliz em lançar um álbum que é meio que uma evolução. Ele mostra que eu superei certas coisas e estou interessado em outras.”

Quando Adam Lambert ganhou fama no American Idol em 2009, ele ficou conhecido por sua voz espantosa, performances dramáticas e visual andrógino. Botas com brilho e jaquetas com penas eram o visual típico. Hoje quando nos encontramos com ele, Adam está usando uma camiseta simples e uma jaqueta de couro preta.
“Eu com certeza ainda tenho meus momentos dramáticos, eu nunca desligaria isso, mas artisticamente eu fui muito longe nessa direção, no passado, sendo teatral, exagerado e extravagante. Eu queria ir um pouco mais fundo nas lutas internas desta vez. As pessoas me ouviram cantar coisas barulhentas e altas o tempo todo, é como elas me conhecem. Eu queria dar uma nova impressão e declaração. O som reflete isso, tanto Max Martin quanto Shellback me encorajaram a explorar partes diferentes da minha voz, que as pessoas ainda não tinham ouvido, ser mais quieto e grave.”

Isso foi assustador para você?
“Não, é assustador ficar preso à uma coisa que você não sente mais. Quando eu entrei nesse ramo, eu estava em um ponto onde eu queria ser maior do que a vida, bobo e extravagante e mexer com a percepção das pessoas de masculinidade e feminilidade. Eu tinha essas coisas que me interessavam, e agora eu meio que as superei. Eu ainda amo a ideia, mas eu já fiz e senti isso. É mais assustador ficar preso à caricatura do que fazer suas coisas refletirem seu atual estado mental. Há uma parte de mim que sempre será rebelde, eu sempre faço o oposto do que as pessoas esperam.”

Por último, Adam Lambert, qual é o “Original High?”
“Garota, eu não sei. Há muitos ‘Original Highs’ por aí. O primeiro beijo é um ‘Original High’. A primeira vez que você tenta ou experimenta alguma coisa é sempre a melhor, e depois de um tempo, você meio que já tentou de tudo, então você está tentando encontrar seu caminho de volta para aquela primeira vez. Muitas das músicas do álbum são meio anos 90 e isso me lembra da primeira vez que eu ouvi dance music quando eu era criança. CeCe Peniston e C&C Music Factory… É sobre voltar as primeiras vezes das coisas.”

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Stefani Banhete
Fontes: Adam Lambert Media e Spotify



Radio.com: Adam Lambert em “The Original High”, cover dos anos 80, Queen e Broadway

By in julho 14, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Rádio

Já havíamos publicado aqui trechos em vídeos da entrevista abaixo, realizada no final de Junho (25), com a Radio.com de Chicago (EUA). Agora, confira a entrevista completa a seguir:

Entrevista: Adam Lambert em “The Original High”, cover dos anos 80, Queen e Broadway

“Eu estou em um lugar agora onde estou me reconstruindo”

Adam Lambert está de volta com seu novo álbum depois de três anos, “The Original High”. E muita coisa mudou desde seu “Trespassing” em 2012. Ele trocou de gestão, gravadora e sim, e ocupou o lugar do seu ídolo Freddie Mercury quando ele fez uma turnê pelo mundo como vocalista do Queen. Nós falamos com ele sobre sua nova música, claro, e também do mal falado álbum de covers dos anos 80 que levou a sua separação com sua ex-gravadora RCA. Ele também falou sobre o porquê dele não ter feito nada na Broadway ainda, apesar de sua experiência no teatro musical. E nós também explicamos o “rockismo” para ele.

Radio.com: Então o álbum começa com “Ghost Town” que inicia apenas com você cantando e um violão.
Adam Lambert: Eu sempre me senti confortável cantando grande, alto, lamentações, é meio que a minha assinatura. Mas com esse álbum, eu meio que queria ser pouco mais íntimo. Coisas que são um pouco mais temperamentais e explorar a parte inferior da minha voz. “Ghost Town” começa bem “mínima”, apenas minha voz e um violão. É muito vulnerável. Essa é uma das razões que eu amei tê-la como o primeiro single: para me re-introduzir, depois de alguns anos.

O começo da música apela para o “rockismo”.
Que?

Você já ouviu o termo “rockismo”?
Não, eu nunca escutei isso… Rockismo?

É a ideia de que uma música tocada com instrumentos reais são mais autênticas que aquelas que usam amostras, computadores, etc.
A ideia do rockismo, é geracional. Eu olho para a história do rock, e há todas essas músicas incríveis, e tem todas essas bandas incríveis, e não é algo que é tão popular quanto era há talvez 20, 30 anos. É interessante como as coisas mudaram e os sons foram de certa forma evoluindo. Isso sempre será parte do meu amor pela música, e de onde eu vim. Minha ideia de uma identidade artística era de ser um “rockstar”. Essa ideia foi algo pela qual me apaixonei quando eu quis ser uma artista pela primeira vez. Cantar com o Queen, e toda a experiência do “American Idol” foi bem orientado pelo rock. Isso é definitivamente uma parte de mim, e foi uma parte de como eu me introduzi para o mundo. Mas há mais coisas que eu escuto, e há mais a explorar como um cantor.

E obviamente, você quer sua música produzida e apresentada de uma forma que pode entrar para as rádios em 2015.
Eu quero ser parte de uma tendência, eu quero ser capaz de me conectar com todo mundo. Mas algo legal de se pensar sobre esse álbum é que eu não comprometi os vocais para fazer isso. A voz ainda vem de um lugar real, apenas a estrutura em torno dos vocais que mudou um pouco.

Você provavelmente poderia tocar o álbum ao vivo, com sua banda de apoio.
Sim, o que foi tão animador em fazer uma turnê com o Queen é que eles são bem velha guarda, nós não usávamos música de apoio, nós não utilizávamos cliques nas faixas. Era tudo ao vivo. O guitarrista Brian May nem mesmo usava monitores no ouvido. Era bem tradicional nesse sentido, e eu realmente apreciei isso. Foi uma coisa viva, respirando, a batida flutuava… Foi bom pra mim voltar para essa coisa orgânica. Mas eu também acho que deveria haver apreciação de abordagens diferentes para a música. Não é sobre o que você pode ou não fazer com a tecnologia, é sobre o modo como isso é criado. Com o rock and roll em sua forma mais pura, é confuso, é bombástico, é corajoso; muitas coisas no meu álbum têm uma vibração arrepiante, temperamental.

Quando eu estava escutando a faixa-título, ocorreu para mim que você teve que tirar a maioria das palhaçadas de “rockstar” do seu sistema antes de se tornar de verdade um rockstar.
Ajudou eu ter entrado nisso um pouco tarde. Eu fiz minha audição para o Idol com 27 anos, eu fiz muitas coisas bem loucas antes disso.

Mas você tinha essa vibração de rockstar no início. Mesmo antes de você terminar sua temporada no “American Idol” havia rumores que o Queen estava interessado em fazer uma turnê com você nos vocais. Foi provavelmente uma boa jogada esperar até você ter alguns álbuns seus primeiro.
Eu definitivamente precisava me provar como um artista solo. Se eu não tivesse feito isso, eu não sei se eu teria crédito suficiente pra até mesmo estar no palco com o Queen. Sair diretamente de um reality show para uma turnê com eles seria um exagero. Eu acho que eu tinha que me estabelecer primeiro, antes mesmo de eu ser digno de estar no palco com eles.

Algum tempo atrás eu ouvi que você estava considerando fazer um álbum de cover dos anos 80…
Eu não estava considerando isso! Minha antiga gravadora que estava considerando isso. Forçando isso, na verdade.

Você gravou alguma coisa para esse projeto?
Não. Eu pensei sobre isso por um tempo, por uma semana ou duas. Eu escutei alguma das músicas. Eles queriam que eu me focasse na nova onda do começo dos anos 80. Era uma ideia interessante. Mas eu voltei para falar com eles, e disse que muito das músicas não estava ressoando comigo. Não era onde meu coração estava. Se eu tivesse que fazer um álbum de covers, eu me sentiria mais confortável fazendo algo dos anos 90 ou 70, mas eles não quiseram nem isso. E, de qualquer forma, eu queria fazer um álbum original. Eu fiz cover no “Idol”, cantar com o Queen é como fazer covers – com a banda original, claro. Para mim como artista, era importante fazer uma declaração com a minha própria música. Essa é parte da identidade que eu queria criar, e isso não era uma opção [na minha antiga gravadora].

Uma coisa é Rod Stewart fazer isso, quando ele tem uma carreira de quatro décadas.
Certo… Em um certo ponto em sua carreira, é um projeto legal, mas o tempo não era o certo.

Eu sei que você tem mais datas com o Queen mais tarde esse ano. Quando você se sentiu realmente confortável pela primeira vez assumindo esse papel com eles?
A primeira vez que fizemos isso, nós fizemos um grande show na Europa Oriental e então três shows em Londres, eles correram bem, mas eu não acho que eu estava totalmente confortável com a ideia. Eu ainda estava intimidado por esse conceito. Na segunda vez juntos, alguma coisa mudou, e eu aceitei a responsabilidade naquele ponto, era como se eu tivesse uma atitude de “eu posso fazer isso” que eu não tinha antes. Mas eu escuto as pessoas dizerem “Você é o novo vocalista do Queen” e eu digo, “Bem, essencialmente, sim”. Eu não vejo como uma posição permanente. Isso foi construído como “Queen + Adam Lambert”, então eu sinto isso como uma colaboração. Foi algo que nós fizemos, e as pessoas amaram, e esgotamos todos os shows, e foi incrível.

Depois de fazer uma turnê com Paul Rodgers, eles gravaram um álbum com ele. Vocês já discutiram sobre gravar alguma coisa?
Eu tenho que dizer, eu não vejo o futuro. Algo poderia descer pelo cano. Eu tenho muito respeito por eles. E se for a coisa certa no momento certo, nunca se sabe. Mas na minha mente, nunca teve essa ideia, é mais sobre um evento ao vivo.

Você fez teatro musical antes do “Idol”. Eu fiquei pensando se você já recebeu alguma oferta para atuar…
Glee foi a primeira coisa que surgiu. Eu fiz uma audição pra Glee antes de eu ir para o “Idol” e eu não consegui. Eu estava muito nervoso no primeiro dia de gravações, porque eu não fiz audição, Eles apenas ofereceram para mim um papel. E eu pensava, bem… se eu estragar isso? Mas foi uma boa experiência. Eu senti que aprendi muito.

Mas você recebeu propostas para fazer Broadway?
Eu definitivamente recebi algumas ofertas do mundo da Broadway, que era o que eu fazia antes do “Idol”. Eu fiz um turnê nacional da Broadway com Wicked, eu estava essencialmente trabalhando para a Broadway. É engraçado, eu nunca me mudei para Nova Iorque, eu acho que estava com medo disso. Eu estava lidando com muito medo no começo dos meus 20 anos. Mas antes de eu fazer minha audição para o “Idol”, houve uma encruzilhada em que pensei, “Talvez eu vou me mudar para Nova Iorque”, isso me pareceu como um lógico próximo passo. Mas eu estava frustrado: eu estava trabalhando para essa empresa por quatro anos, e eu era um suplente, eles nem me contrataram para um papel real. Provavelmente porque eu não era o certo para o papel. Mas eu queria subir, eu queria estar envolvido. E eu pensei “Bem… talvez se eu ficar na tv por um minuto, isso irá melhorar meu perfil e eu vou ter mais oportunidades”. Esse era um dos motivos para eu fazer a audição para o “Idol”. Eu não achava que chegaria longe na competição, mas eu pensava comigo mesmo que eu poderia me mudar para Nova Iorque com um pouco mais de notoriedade e isso me ajudaria.

Então, se você pudesse escolher, o que você ia querer fazer na Broadway?
Se eu fosse fazer um musical, eu ia querer fazer algo novo. Eu gostaria de originar algo. Eu não ia querer entrar em algo que o último cara fez. Eu estava ficando frustrado com o teatro para começar. Quando você entra nesses shows que se tornaram uma “marca” – e eu tenho muito respeito por esses shows – mas parece que você fica meio preso em como isso foi originalmente feito no palco, e isso não parece uma boa oportunidade criativa. Eu queria ter alguma escolha em como meu personagem se move, se veste e soa. E com esses shows que foram correndo por um longo tempo, se tornou como um parque temático. “Aqui é onde você fica, você dirá a frase desse jeito, esse é o modo em que cantará essa nota, e você não pode fazer isso de nenhuma outra forma”. Eu odeio que me digam o que fazer. Então isso precisaria ser uma colaboração.

Eu sinto que a Broadway é um lugar mais criativo do que era alguns anos atrás; parece que por um tempo foi feito todos os remakes e shows ao redor do catálogo de artista, e agora há muito mais histórias originais como “Hand of God” e “Something Rotten”, “Wolf Hall” e “Fun Home”.
Eu ouvi que a Broadway é um bom espaço agora, esses shows são bons e as pessoas estão esperando para vê-los, é fantástico. Então, se for o projeto certo que eu sinta interesse, eu poderia entrar nisso. Pra mim, pessoalmente, teria de se sentir diferente. Como alguém que não tem feito teatro desde que era uma criança. Eu acho que o teatro contemporâneo tem um som bem específico e uma mesma abordagem, e muitas pessoas soando do mesmo jeito ao cantar o material, fazer as cenas, isso se torna homogêneo. E é difícil pra mim sentar e assistir aquilo, porque não parece orgânico ou que tenha qualquer vibração. Parece “treinado”. E eu não posso culpar o ator, todo mundo precisa conseguir um trabalho. Mas é com esse estilo que as pessoas dizem “Isso está funcionando. Eu tenho que fazer como ele”.

Não há muitas datas de turnê em seu website, você pretende fazer uma turnê para esse álbum?
Eu gostaria de uma turnê, mas não há planos ainda. Nós temos que ver como as coisas acontecem. Quando você é um artista e tem um histórico de turnês, e eles podem projetar como os números serão, é diferente. Eu estou em um lugar agora onde estou me reconstruindo. Eu vou estar promovendo o álbum até o fim do ano, mas quanto a uma turnê, é uma decisão que tem que ser considerada.

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Gisele Duarte
Fonte: Radio.com



GRAMMY Snapshot: Adam Lambert no “Melhor de 2014”

By in julho 13, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos

O site do GRAMMY, na sua seção “Snapshot: Best Of 2014” (Foto do Dia: Melhor de 2014) mais uma vez publicou uma foto de Adam Lambert, tirada durante sua performance com o Queen em East Rutherford, NJ (EUA) em 23/07/14. Confira:

Ele é tão sexy que até dói. Adam Lambert desfila no palco durante uma performance com o Queen em 23 de Julho [2014] em East Rutherford, NJ (Foto: Kevin Mazur/WireImage.com)

Autoria do Post: Josy Loos
Fontes: Adam Lambert TV e GRAMMY



Adam Lambert: “Empolgado por compartilhar com todos as ótimas músicas que tenho encontrado com o Shazam! Me sigam…”

By in julho 12, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos, Notícias, Vídeos

Adam Lambert e Shaggy conversando no Evento do Shazam em Nova York em 29 de Junho

No dia 29/06 em Nova York (EUA), Adam Lambert participou do lançamento da mais nova função do Shazam – aplicativo de pesquisa de músicas, disponível para todas as plataformas móveis – a qual permitirá que você visualize quais são as músicas procuradas pelos seus artistas favoritos, diretamente no Shazam. Adam será um dos 30 primeiros artistas a entrar nessa nova plataforma.

No momento, os artistas poderão compartilhar apenas as músicas que curtirem através do Shazam, no entanto, já há planos para adicionar no futuro a opção de que os artistas possam compartilhar com seus seguidores dicas de livros, pôsteres de filmes, revistas e outras opções similares, segundo informou Daniel Danker, gerente de produtos da aplicação, em entrevista ao Site Engadget.

Para os artistas, este produto dá um novo meio de interagirem com os fãs. Em uma entrevista com a Mashable, Adam disse: “Eu estou na mídia social bombando [para os fãs] as músicas o tempo todo, então eu acho que isso vai ser mais prático e intenso”. Adam também observa que o Shazam é um meio interessante de descobrir novos artistas porque os ouvintes vêm para a música sem quaisquer noções preconcebidas. “Deixe a música estar a frente e no centro”.

Adam já possui mais de 3 milhões de seguidores (atualmente conta com 3.463.676), e para segui-lo clique aqui.

Confira abaixo as últimas 10 músicas shamazadas por ele:

“Cream On Chrome” (Ratatat)
“New Americana” (Halsey)
“Face The Sun” (Miguel Feat. Lenny Kravitz)
“Ghost Town” (Tritonal Remix) (Adam Lambert)
“On & On” (Charlotte OC)
“Big Guns” (Ruelle)
“In Love With A Boy” (Kaya Stewart)
“Alive Tonight” (Grace Potter)
“Time” (Mikky Ekko)
“Bombastic” (Bonnie McKee)

Caso queira saber mais detalhes desta nova função clique aqui. Neste vídeo confira um pouco de Adam no evento, e aqui algumas fotos. E para aprender mais sobre o Shazam clique aqui.

Autoria do Post: Josy Loos
Fontes: Adam Lambert/Shazam, Mashable, Adam Lambert TV (1), Adam Lambert TV (2), TecMundo, Adam Lambert/Twitter e Adam Lambert Media



Dallas Voice: O Assumido Deus do Glam Adam Lambert

By in julho 9, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas

O Assumido Deus do Glam Adam Lambert – sobre mudar seu estilo, o iminente fim do “Idol” e qual questão ele não irá responder

Despojado de todo brilho, sem aquelas unhas pintadas e sem as mechas roxas no cabelo que ele ostentava em 2009 em seu álbum de estreia após o “American Idol”, “For Your Entertainment”, a capa do último álbum de Adam não é nem colorida. Seu cabelo ainda atinge as alturas assim como sua voz em “The Original High”, mas ao contrário do primeiro, é ele sem adornos.

O Glam desapareceu.

Em nossa recente entrevista, o ex-participante do Idol vem esclarecer sobre o longo período de “excesso de compensação” – sim, as roupas – o conduziu durante o último capítulo de sua vida.

Dallas Voice: As pessoas têm chamado “The Original High” de uma re-invenção. É assim que você o vê?
Adam Lambert: Não é uma coisa totalmente errada. Eu considero mais uma readequação. Eu sinto que ainda sou eu no coração disso. Ainda é minha voz, mas um pouco mais madura, e eu sinto que a moldura sonora em torno dos vocais é algo novo.

Por que ajustar seu som?
Porque eu ficar repetindo seria um sacrilégio. Eu não vou ficar repetindo. Eu queria fazer algo novo, e eu queria algo que soasse como minha vida, e esse é o tipo de música que eu escuto.

Quando se trata de artistas LGBT, você realmente ajudou a abrir os caminhos. Nesse dias, o quão receptiva a indústria da música está para esses artistas gays?
Eu acho que as coisas definitivamente estão indo na direção certa; Eu apenas quero ver mais! A coisa boa de ter mais e mais artistas que se identificam como gay é que isso se torna normal e a mídia não consegue sensacionalizar sobre isso. No passado, eu acho que a mídia me pintou como alguém hipersexual e alguém que queria falar apenas sobre sua orientação sexual. Enquanto eu estava bem confortável fazendo isso, eu tinha muito mais além disso pra falar. Então, tem sido interessante. Ter mais de nós lá fora cria alguma diversidade, começa a mostrar diferentes tipos de artistas gays, então faz com que isso não seja uma grande coisa. Vai ser uma reflexão tardia. Nós estamos começando a nos mover em uma direção a uma presença pós-gay.

O “American Idol” acaba no próximo ano. Em sua opinião, o que aconteceu com o show? Não foi visto outra Kelly, Carrie ou Adam nos últimos anos?
Eu não tenho certeza sobre isso, mas quando o show começou era uma época que a América precisava de algo assim. Quer dizer, 11 de Setembro tinha acabado de acontecer, então nosso país estava procurando algo em que acreditar. Não que o “American Idol” nos curou do 11 de Setembro sozinho, mas definitivamente refletiu o que queríamos de entretenimento naquele tempo. Ele deu às pessoas esperança, como, “ei, você pode ser o que quiser e você pode ter esse sonho e realizá-lo”, e era realmente positivo quanto a isso.

Isso também veio em um tempo que a indústria da música estava mesmo sofrendo. Quer dizer, nós tínhamos toda a coisa da pirataria acontecendo, a Internet tinha puxado o tapete das gravadoras, e eles estavam buscando por respostas. De repente, nós estávamos dando muito poder ao povo. Isso foi realmente impressionante, porque chegou a um ponto que as gravadoras puxaram as cordas e decidiram ver o que o público estava consumindo.

Mariah Carey recentemente chamou o “American Idol” de falso e fez algumas acusações sobre o show. Como um ex-participante do show, como você se sentiu sobre o que ela disse? O “American Idol” alguma vez pareceu falso pra você?
É um show de televisão. Eu não senti que era falso. Eu sabia qual era o seu conceito. Pessoalmente, se você é surpreendido pelo que o “American Idol” é, é porque você não estava prestando atenção. Não é difícil perceber no que você está se metendo. Por isso eu fiz minha audição, eu sabia no que eu estava me metendo.

Essencialmente, é uma estratégia para o competidor. É sobre o talento e ser um bom performer, mas é também sobre colocar seu pensamento nas músicas que você escolheu. Eu coloquei meu pensamento nelas, e isso é, parcialmente, o motivo de eu ter me saído bem. Escolher um gênero, uma canção que funcione para você, escolher músicas que não vão ser comparadas. Para mim, eu estava escolhendo músicas obscuras ou fazendo as músicas de uma maneira diferente.

Você era esperto nisso.
Eu sou esperto, sim! Eu tento ser esperto. E eu acho que para os jurados é um jogo diferente do que é para os competidores, obviamente, e as coisas mudaram um pouco quando eles tentaram focar mais nos jurados do que nos competidores.

Qual é a primeira coisa que te atrai em um homem que você está interessado?
Charme. Eu acho que charme é uma coisa incrível, porque pode fazer você mais atrativo do que você realmente é, ou sem ele, menos atrativo do que você é. Eu acho que é algo que é desenvolvido conforme você vai ficando mais velho. Obviamente, eu tenho minha série de coisas físicas que eu gosto, mas se a pessoa é um idiota ou não tem personalidade vai tudo pela janela. Charme e personalidade são a chave.

Um fã quer saber se você já se sentiu desconfortável vendo algumas coisas que são ditas sobre você por Glamberts no Twitter.
Eu não acho que desconfortável seja a palavra certa, mas eu não sou sempre o melhor em aceitar elogios. Eu sou muito duro comigo mesmo e sarcástico sobre algumas coisas, então é sempre lisonjeiro, mas faz eu me sentir como “Eh… Vamos falar sobre outra coisa”.

Qual pergunta que você agradece nunca ter precisado responder?
Eu acho que eu já respondi a cada coisa que você consegue pensar!

Ouvindo sua colaboração com Tove Lo em “Rumors” nesse álbum me fez pensar: O que você acha sobre fazer uma canção de amor com algum outro cantor gay, como Sam Smith ou Jake Shears?
É certamente possível, sim. Com “Rumors” é engraçado, você pode ouvir e pensar “Oh… é um dueto romântico”, mas antes de nós escrevermos isso, nós estávamos conversando sobre ser um artista nessa indústria e ter que manter uma vida pessoal, e como isso é um pouco complicado e como não é fácil equilibrar as duas coisas. Então, é sobre isso que estamos cantando, não significa que estamos necessariamente cantando um para o outro – apenas significa que estamos cantando sobre isso juntos. Mas é, um dueto com um cara, quem sabe, pode acontecer!

Isso deve acontecer!
Você tem que levantar essa bandeira!

Certo? Isso não é o que vem sendo dito desde o início de sua carreira?
Isso definitivamente tem sido interessante. Muito interessante. Quando eu vejo que pode ter um efeito cascata de positividade e mudança e ajudar as pessoas só porque eu me identifico com uma coisa ou outra e eu estou bem falando sobre isso, é incrível. É incrível como precisa de tão pouco pra causar um grande impacto.

Os seus fãs famosamente apaixonados aumentam a pressão no processo criativo?
Porque meus fãs são leais e amáveis, e são tão apaixonados por todas as coisas que eu faço, eu acho que eles reconhecem quando é algo em que eu acredito, que eu acho ser emocionante, eles ficam animados também. Eu sempre penso nos fãs, mas com esse álbum, mais do que nunca, eu fiquei mais intimista e eu queria fazer uma música que tivesse minha integridade, que significasse algo pra mim.

Porque nesse ponto da sua carreira você está tentando essa coisa de se reinventar?
É o tempo. Estava na hora de fazer uma mudança, de desenvolver algo um pouco diferente. Eu passei por uma série de mudanças ano passado. Eu acabei deixando minha primeira gravadora [RCA Records], e eu tive que mudar a gestão no final do meu último álbum; era apenas a hora para algo novo. Eu tinha acabado de fazer uma turnê com o Queen, o que foi incrível pra mim e eu me senti realmente bem e me deu muita confiança e me fez não ficar tão assustado sobre tudo. Isso me deu um senso de segurança na minha carreira de uma maneira que eu não tinha antes.

O que te assustava? Você claramente nunca teve problemas em ser você mesmo.
Ao longo dos últimos cinco anos, logo depois do “Idol”, eu acho que tinha muita supercompensação de várias maneiras. Eu estava me vestindo de uma maneira bizarra, e tinha muita diversão, e era parte de quem eu sou, que queria brincar de se vestir, mas eu acho que chegou a um ponto em que eu estava me escondendo um pouco por trás daquilo tudo. Era como um mecanismo de defesa preventivo. Era como aquela criança que vai pra escola vestida no estilo gótico e não ela não tem essa coisa de mal em si, mas não quer ser importunada por ninguém. [Risos] Eu não acho que percebi isso naquele momento, mas eu posso ver agora em uma retrospectiva. Naquele tempo eu pensei “Esse é quem eu sou, isso é o que eu faço” e agora eu apenas sinto que estou em um diferente momento da minha vida. Eu cresci, evoluí e estou em um novo lugar agora, e com esse álbum – o assunto e o som – refletem isso.

Quando conversamos em 2012, você me disse que um Glambert enviou para você uma “uretha rod”. Qual a coisa mais louca que você já fez por um artista que você era fã?
Eu nunca fiz nada parecido com isso! Isso foi tão estranho quando aconteceu. Eu nem sabia o que era aquilo. Como “O que diabos é isso?” Então eu olhei e foi quando “O queeeeee?” Eu me lembro de ter tido “Isso é a coisa? Pessoas fazem isso?!” Eu tenho que dizer, eu nunca fui um fã fanático de ninguém. Eu definitivamente sou um fã. Quer dizer, meus fãs dizem às vezes “Oh… você é um fã disso ou daquilo” e só porque eu disse no Twitter “Oh… você soa bem nessa canção”, então eu acho que isso é ser um fã!

Eu pesquisei algumas perguntas de seus maiores fãs, então de agora em diante essas perguntas são diretas dos Glamberts. Primeiro, qual foi o maior “original high” que você já experimentou?
Estar em um palco pela primeira vez e cantar. Esse surto de adrenalina que você experimenta através dessa troca com a audiência não se compara a nada. Ela me mordeu e foi isso. Eu estava torrado.

Sobre o que você pensa quando vai dormir?
Meu cérebro é uma loucura. Eu penso muito. Eu penso sobre tudo que eu tenho que fazer no dia seguinte. Algumas vezes é difícil pra dormir por causa disso.

Se você pudesse fazer tudo novamente, como seria?
Eu realmente não tenho muitos arrependimentos, para ser honesto com você. Eu acho que pode ter tido algumas vezes que eu encontrei alguém em um bar ou um amigo me apresentou a alguém em uma festa ou jantar e eu não tive um bom jogo. Eu não consigo ser extrovertido e dizer a coisa certa, e então depois do ocorrido eu fico “porque eu simplesmente não falei com aquela pessoa? Porque eu apenas não falei o quanto eu o achei bonito?” Eu tenho que dizer, às vezes eu não tenho um flerte muito bom.

Esse artigo apareceu na versão impressa do Dallas Voice de 26 de junho de 2015.

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Gisele Duarte
Fontes: Adam Lambert TV e Dallas Voice



National Post: “Queen ajudou a me reformular” – Adam Lambert

By in julho 6, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas

“Queen ajudou a me reformular” – Adam Lambert lança o glamour em seu novo álbum

Nos saltos altos de seu último álbum, Adam Lambert estava à beira de um abismo comercial.

“Trespassing”, lançado em 2012, foi o primeiro álbum número 1 de Adam, e o primeiro lançamento de um artista abertamente gay a chegar ao topo da Billboard, mas as vendas diminuíram rapidamente e ele logo enfrentou problemas com sua gravadora, RCA. A empresa pediu por um álbum de cover dos anos 80, mas Adam não estava interessado.

Ele decidiu sair.

Pela primeira desde seu segundo lugar no programa “American Idol” em 2009, Lambert se confrontou com a real possibilidade de que sua carreira poderia bater em uma parede. Que ele estava prestes a desaparecer como tantos outras estrelas do “American Idol”.

Sentado em um sofá no segundo andar do Rivoli em Toronto, um dia depois de participar do Much Music Video Awards, Lambert reconta sua saída da RCA, “Quando eu decidi sair da minha última gravadora, eu tive momento de ‘Bem, eu espero que eu não tenha dado um beijo de adeus em todas as minhas chances’”, ele disse.

O medo não durou muito. No dia seguinte a Warner Bros ofereceu a Lambert um novo contrato, preparando o terreno para o seu terceiro álbum, “The Original High”, lançado no dia 16 de Junho.

Gravado na Suécia, o álbum tem como co-produtores executivos Max Martin e Shellback, os ‘fazedores de hit’ por trás de “Moves Like Jagger” de Maroon 5, “Problem” de Ariana Grande e o sucesso do álbum “1989” de Taylor Swift.

“The Original High” marca uma partida para Lambert, tanto sonoramente quanto em termos de sua imagem. O álbum é conduzido por uma via mais eletrônica do que ele já lançou no passado, pegando emprestado algumas coisas das músicas do começo dos anos 90 como C + C Music Factory e Robin S, que Lambert deve ter descoberto quando era um adolescente. É melancólico, meio-compasso e muito menos jogado na sua cara que “Trepassing” ou seu álbum de estreia, “For Your Entertainement”.

Lambert diminuiu a teatralidade. Afastou-se daquele garoto teatral que já se mostrou uma vez: o cabelo preto arrepiado, maquiagem pesada e roupas elaboradas. No Rivoli, ele usa jeans e uma blusa de gola alta. O único detalhe classicamente Glambert é o esmalte preto fosco em suas unhas.

“Dez anos atrás, minha coisa favorita era ir a um clube usando uma roupa louca e vários tons de maquiagem e ter uma noite realmente, realmente selvagem, incluindo uma pós-festa ou duas”, Lambert diz.

Agora, ele disse que precisou mudar, tanto pessoalmente como profissionalmente. “Você passa por diferentes fases. No meu último capítulo, eu estava realmente me expressando. Pesadamente. Agora eu estou em um lugar que menos é mais”. Citando uma discussão com seu recente amigo Sam Smith, Lambert explica que o mercado para um artista assumido evoluiu. “Eu estava falando com Sam Smith sobre como o ‘pós-gay’ é agora uma realidade. Nós estamos nos movendo em uma direção em que você não é mais definido apenas por sua comunidade ou orientação sexual”, ele diz “De alguma maneira, a comunidade gay está se tornando mais aberta. Porque nós estamos nos tornando mais normalizado e comum, a comunidade não é mais tão segregada e isolada como costumava ser.

Parte da transformação de Lambert se deve, sem dúvidas, a reviravolta em sua carreira ao fazer uma turnê como o vocalista do Queen.
Em 2014, a banda pegou a estrada com Lambert preenchendo o lugar do falecido Freddie Mercury com reviews favoráveis e shows esgotados. (Eles têm uma sequência de shows confirmados na América do Sul nesse outono).

Essa foi uma injeção de confiança que Lambert estava buscando. “Isso me colocou em um diferente lugar na minha carreira e na minha vida pessoal. Isso definitivamente me deu um impulso de confiança e me ajudou a me reformular em público”.

Apresentando com Queen, ele percebeu que ele podia sair dos limites da marca Adam Lambert e mudar seu estilo como um performer.

“Queen pulou entre gêneros como loucos. Eles são os reis nisso”, ele disse. Ele pausa, percebendo o que disse e revira seus olhos “ou rainha disso”.

Embora sonoramente diferente do Queen, “The Original High” fornece a chance de ele mesmo saltar nos gêneros, mais notavelmente em “Lucy” que tem o Queen, Brian May na guitarra.

E também trouxe algum sucesso comercial. Enquanto o álbum em sua semana de estreia vendeu modestos 47.000 cópias nos Estados Unidos, seu primeiro single “Ghost Town” está no Top 40 e ganhando as rádios, conquista que se deve em parte a seu vídeo, que tem mais de 6 milhões de visualizações.

O vídeo, dirigido por Hype William, é também uma prova que o maior que a vida, Lambert, não está morto. Enquanto Williams racionaliza a teatralidade de Lambert para um hipnótico vídeo em preto e branco, a filmagem parece um pouco com aqueles clubes de antigamente na West Hollywood.

Ouvi Lambert dizer que os dois dias de filmagem foram uma festa regada a marguerita e que foi convidado um grupo heterogêneo de amigos e colaboradores de Adam, incluindo o maquiador Sutan Amrull (mas conhecido como a drag queen Raja) e um grupo de dançarinos montados pela ex Pussycat Doll, Carmit Bachar.

“Eu ainda tenho minhas noites selvagens”, Lambert diz.

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Gisele Duarte
Fontes: Adam Lambert TV e National Post