Archive for the ‘Artigos e Entrevistas’ Category


The Windsor Star: Celebridades antes da fama – Fotos do Colegial, Adam Lambert incluído

By in fevereiro 17, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos

O portal de notícias americano The Windsor Star elaborou uma matéria com fotos antigas de artistas muito conhecidos por nós atualmente, e Adam Lambert foi incluído! Confira abaixo as fotos publicadas de Adam.


Para ver todas as celebridades do The Windsor Star antes da fama, clique aqui.

Autoria do Post: Elisa Ferrari
Fontes: Adam Lambert Perú e The Windsor Star

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The Backlot: 50 Grandes Artistas Gays – #44 Adam Lambert

By in fevereiro 12, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas

Adam Lambert está entre os 50 Grandes Artistas Musicais Gays do The Backlot, em 44º lugar! Confira abaixo o que o website que acompanha a carreira de Adam de perto publicou a seu respeito.

44. Adam Lambert
O atual rei familiar do glam-rock, Adam Lambert é, aparentemente, o Freddie Mercury da nossa geração. Ele está de fato em turnê, atualmente, com os membros originais do Queen, continuando o legado das lendas do rock. Na verdade, alguns da banda estão até dizendo que o substituto tem vocais melhores do que o superman gay original, mas isso nós discutimos em outro momento.

Autoria do Post: Elisa Ferrari
Fontes: Adam Lambert Help e The Backlot



Master Herald: Adam Lambert se encaixa perfeitamente com o Queen, de acordo com os fãs e a crítica!

By in fevereiro 11, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert

Adam Lambert se encaixa perfeitamente no palco com Queen, de acordo com os fãs e a crítica!

A diferença de idade entre Adam Lambert e os membros originais do Queen é bem notável, mas isso não impede que o cantor tenha um grande momento com a banda e receba elogios por sua performance no palco com esses ídolos do rock. Algumas publicações até chegaram a ponto de dizer que Freddie Mercury aprovaria Adam Lambert e a forma como ele o representa no palco. Um artista cheio de energia e talento que não é nenhum um pouco tímido na frente do público. Claro, essas mesmas publicações rapidamente lembram as pessoas que não é possível comparar Adam Lambert ao falecido Freddie Mercury, dono de um status icônico no mundo da música. No entanto, Adam ainda merece um espaço no hall da fama. Apesar de sua pouca idade, ele já realizou significantes contribuições na indústria da música e teve seu trabalho reconhecido muitas vezes.

O próprio Adam Lambert já declarou estar aproveitando muito toda essa experiência e demonstrou satisfação de sua performance e habilidade se apresentando com Queen, e admite também que toda a experiência tem impulsionado sua confiança. E não deve ser surpresa para ninguém que tocar junto com a banda mais icônica da história da música definitivamente deve levar a carreira de um artista talentoso para os céus.

Lambert parece reconhecer isso e já está aproveitando sua fama recém descoberta para anunciar seu novo álbum solo, que ele declarou ser a transição de sua música para uma era inteiramente nova. Ele tem evoluído em termos de letras, emoções, sons e tudo mais, e, em suas próprias palavras, o álbum é algo fresco, mas ao mesmo tempo, debaixo de tudo isso, ainda é Adam Lambert.

Autoria do Post: Elisa Ferrari
Tradução: Gisele Duarte
Fontes: Adam Lambert TV e Master Herald



Membro do Grupo de Gestão de Adam Lambert na lista dos Mais Poderosos de 2015 da Billboard

By in fevereiro 9, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Notícias

Bradford Cobb, membro do novo grupo de gestão de Adam Lambert, na Warner Bros Record, foi classificado pela Billboard como a 79ª pessoa mais poderosa de 2015. O texto sobre Cobb inclui Adam Lambert, como você pode conferir abaixo.

79. Bradford Cobb

40 anos, Sócio, Diretor de Gestão

Cobb teve um 2014 robusto graças à cliente altamente lucrativa Katy Perry, a 2ª maior artista pop do ano e 1ª com a maior turnê do ano, que arrecadou mais de 137 milhões dólares e preparou o terreno para entrar na história com sua performance no Super Bowl XLIX. O gerente também acompanhou Adam Lambert em sua transição da RCA para a Warner Music.

Autoria do Post: Elisa Ferrari
Fonte: Adam Lambert TV



Hit The Floor: Seis Astros que Estiveram em Glee – Adam Lambert como Elliott “Starchild” Gilbert

By in fevereiro 9, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Glee

Adam Lambert foi incluído na matéria do Hit The Floor “De Volta Ao Colegial: Seis Astros que Estiveram em Glee”, comemorando a temporada final do seriado e relembrando as celebridades que fizeram participação especial na série. Leia abaixo o trecho em que Adam é mencionado:

4. Adam Lambert

Estrelando como Elliott “Starchild” Gilbert, o vice-campeão da 8ª temporada do American Idol foi introduzido no quarto episódio da 5ª temporada de Glee. Seu personagem canta “Marry The Night” como audição para a banda de Kurt, One Three Hill, e certamente deixa uma “baita” impressão, cantando até em cima de um lustre! Elliott cantou inúmeras músicas, como “Gloria”, “I Believe In A Thing Called Love” e “Roar”.

Autoria do Post: Elisa Ferrari
Fontes: TALCvids/Twitter e Hit The Floor



Glamour Magazine: Adam Lambert entre os Homens Mais Sexys de 2015

By in fevereiro 5, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Revistas

Adam Lambert entrou na lista dos Homens Mais Sexys de 2015 da britânica Glamour Magazine, em 83º lugar! A colocação dos “candidatos” teve como pauta uma votação realizada com 80 mil leitores, e o primeiro lugar pertence a Jamie Dornan, estrela de Cinquenta Tons de Cinza. Confira abaixo o que foi publicado no site da revista sobre Adam.

83. Adam Lambert
Idade: 33
Solteiro? Ainda há confusão sobre ele estar ou não namorando seu ex Sauli Koskinen. Fiquem de olho.
O Veremos Novamente… O lançamento de seu próximo álbum está marcado para Abril, e promete ser “mais íntimo vocalmente, mais desafiador e menos extravagante”.

Adam Lambert já afirmou que está solteiro e que ele e Sauli são apenas bons amigos.

Confira a lista completa, clicando aqui.

Autoria do Post: Elisa Ferrari
Fontes: Adam Lambert Sverige/Twitter e Glamour Magazine



Billboard: Em defesa de Trespassing de Adam Lambert

By in fevereiro 4, 2015 • Filed in: Álbum, Artigos e Entrevistas

O site da Billboard publicou um artigo interessante sobre “Trespassing”, o segundo álbum de Adam Lambert. Confiram abaixo:

Em defesa de “Trespassing” de Adam Lambert: Por que seu último álbum deveria ser redescoberto

Supostamente, o álbum mais recente de Adam Lambert, “Trespassing”, não foi um sucesso. Em seu lançamento, em Maio de 2012, o álbum se tornou o primeiro de Lambert em primeiro lugar da Billboard Top 200, vendendo 77.000 cópias e fazendo do finalista do American Idol o primeiro artista abertamente gay a ficar nessa posição; talvez só por isso, “Trespassing” já tenha sido uma vitória para Lambert. Mas o álbum estreou com menos da metade das vendas que seu primeiro álbum, “For Your Entertainment” em 2009, que ficou em terceiro lugar e vendeu 198.000 cópias.

Esse álbum de estreia gerou um hit Top 10 na Hot 100, “Whataya Want From Me”, uma música pop rock co-escrita por Pink e indicada ao Grammy por melhor performance vocal pop masculina. “Trespassing” produziu um hit no Hot 100, “Better Than I Know Myself”, que chegou à 76ª posição; nenhuma outra música do álbum, incluindo o single sucessor, “Never Close Our Eyes”, entrou na lista. Um ano depois do lançamento de “Trespassing”, Lambert oficialmente se separou de sua gravadora, RCA Records, em Julho de 2013, depois de dizer que a “gravadora queria um álbum cover de músicas dos anos 80 e esse era o único lançamento que apoiariam.” É fácil chegar à conclusão de que se “Trespassing” tivesse produzido mais hits junto com “Whataya Want From Me”, não iriam pedir para Adam fazer covers dos anos 80.

Na quinta-feira, Lambert celebrou seu aniversário dando um presente aos seus fãs: o título de seu próximo álbum e o mês de lançamento do primeiro single. “The Original High” teve Max Martin e Shellback como produtores executivos, e o primeiro single sairá em Abril. Com uma nova gravadora, Warner Bros Records, e dois dos produtores pop mais requisitados, Lambert tentará um novo começo. Mas antes disso acontecer, nós gostaríamos de lembrar o quão original “Trespassing” é, e porque, apesar de sua falta de hits, o segundo álbum de Lambert faz os ouvintes quererem investir no futuro musical do cantor de 33 anos.

O único hit do álbum, “Better Than I Know Myself”, serve como uma prévia do resto do álbum – trabalhando com Dr. Luke, Cirkut e Ammo na faixa, Lambert refez “Whataya Want From Me” sem um refrão marcante e com uma produção mais melodramática. Se alguém fosse basear sua opinião sobre o álbum só com essa música, estaria errado. Tirando “Better Than I Know Myself”, “Trespassing” representa diversão com uma voz carismática. A maior parte do álbum é energética, com refrões rápidos e sexualidade em cada sílaba.

Enquanto “For Your Entertainment” tinha mais glam rock, “Trespassing” é mais funk, com músicas como “Cuckoo”, “Naked Love” e “Trespassing” transportando Adam para um território musical ocupado por artistas dance como Sylvester e Kool & The Gang, mas essas músicas são mais poderosas, demandam mais atenção e não se comprometem às suas decisões de estilo. Lambert passeia pelas músicas livremente e em êxtase, como se o funk pop sempre tivesse corrido em suas veias, e “Trespassing” foi sua primeira oportunidade de mostrar essa identidade.

A palavra “trespassing” denota a entrada em um local proibido, e através de “Trespassing”, Lambert convida o ouvinte a seguir seu caminho em uma cena colorida onde os “loucos como nós podem se encontrar”, como diz em “Shady”. Obviamente, a sexualidade de Lambert o coloca como um estranho às vezes (ou como guia para desejos escondidos em músicas como “Pop That Lock” e “Naked Love”), mas mais frequentemente, ele se coloca como um transgressor no mundo da música da pop. “No trespassers? Yeah, my ass! Wait till ya get a load of me!” ele diz na música que dá nome ao álbum, uma música pop sintética que para um hit de outro planeta, ou de uma história paralela. “Broken English” parece com a abertura de um musical da Broadway do Nine Inch Nails, e “Chokehold” leva Lambert temporariamente ao excesso de guitarra de “For Your Entertainment”, e enquanto “Never Close Our Eyes” não funciona como single sozinha, a música oferece uma batida ao estilo de “Shady”. Talvez Lambert soubesse que “Trespassing” era uma experiência à parte dos hits de rádio; se ele sabia, ele certamente não liga para a falta de visibilidade comercial.

Mas, na verdade, “Trespassing” teve um hit de rádio, produzido e co-escrito por Pharrel Williams, um ano antes de “Get Lucky” e “Blurred Lines” o trazerem de volta à cultura pop. “Kickin’In” é uma música subestimada, com os vocais de Lambert e Pharrell em uma aventura. “Kickin’In” tem sintetizadores no refrão e partes vazias com baixo antes do refrão. Talvez o estilo fosse diferente demais para “Kickin’In” virar single, mas a volta de Pharrel em 2012 poderia ter começado um ano mais cedo.

Após a estreia de “Trespassing”, houve confusão para aqueles que descobriram e gostaram do álbum logo de cara. Como um álbum pop assim conseguiu ser sucedido por uma separação da gravadora e o artista cantando para uma clássica banda de rock? A notícia dessa semana de que Lambert voltará com um álbum em um futuro próximo animou os fãs, e o envolvimento de Max Martin e Shellback é um sinal encorajador. E enquanto Lambert tem que provar novamente que pode fazer hits com “The Original High”, “Trespassing” mostrou uma voz única no gênero, e demonstrou que Lambert não precisa lançar um álbum de covers dos anos 80. Para onde ele vai a partir daqui? Nós descobriremos em alguns meses, mas até lá, use seu tempo para redescobrir uma subestimada joia do pop.

Autoria do Post: Graça Vilar
Tradução: Carolina Martins C.
Fontes: Adam Lambert TV e Billboard



We Got It: Estrelas & Histórias – Entrevista Exclusiva com Dr. Brian May, Roger Taylor e Adam Lambert

By in fevereiro 3, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert

Confira abaixo uma entrevista dada por Adam Lambert, Brian May e Roger Taylor para o website austríaco We Got It.

Queen: “Nós estamos inventando o novo!”

Vocês se apresentarão hoje com Adam Lambert no The City Hall. Mas isso ainda é o Queen?
Brian May: Claro, é o Queen. Porque eu e o Roger estamos fazendo isso, e nós somos o Queen! Freddie é para se ouvir e ver. E Adam Lambert também, e isso é ótimo.

O que podemos esperar do show de hoje?
May: É um grande show, provavelmente o maior que vocês encontrarão por aí. 100% Queen! Não é um show nostálgico, mas rock’n’roll puro e verdadeiro.
Roger Taylor: O show está maravilhoso. Eu e Brian fomos um time por todos esses anos e Adam nunca está preocupado em não conseguir aguentar os hits.
Adam Lambert: Eu cresci como performer com o Queen e acredite, cresci muito mais agora. No nosso primeiro encontro quatro anos atrás eu estava tímido, mas Roger e Brian me deram a força para preencher o lugar do lendário Freddie com louvor.

Adam, de onde vem a coragem para cantar essas músicas não apenas famosas, mas também complicadas?
Lambert: A maior descarga de adrenalina vem da plateia. Todos sabem de cor os hits do Queen. Essa é a metade da batalha. Eu tenho apenas um caminho livre de erros para percorrer (risos). Claro que isso poderia dar completamente errado e ser até embaraçoso. Mas funciona. Porque nós respeitamos o conceito original da banda.
Taylor: Esse agora é nosso time dos sonhos. Adam pode fazer tudo isso, e todos os shows anteriores foram como um triunfo.

Qual a diferença do Queen ao vivo em 2015 e dos grandes shows dos anos 70?
May: Esses têm sido os melhores shows que já fizemos, e eu penso que Freddie teria concordado. O show é enorme. Eu e Roger estamos tocando agora melhor do que nunca. Nós temos uma produção bombástica. O maior show que já colocamos na estrada.

Adam, como você realmente descobriu o Queen?
Lambert: Eu cresci com essas canções. Não existe um evento esportivo sem tocar “We Are The Champions”. Essas músicas já fazem parte do nosso DNA. E então eu vi um vídeo do Queen e isso chamou minha atenção, porque não há nada melhor! Como Freddie encenava e como ele lidava com a audiência. Isso era mágico.

2005 e 2008. Vocês fizeram turnês com Paul Rodgers. Porque Adam Lambert agora é o melhor cantor?
May: Os shows com Paul foram ótimos e eu me lembrarei deles para sempre. Mas isso é diferente porque nós tocávamos seus hits e íamos para um lado mais ‘blues’. Mas agora com Adam é 100% Queen de novo. E isso é o que queríamos. Provavelmente não há uma música do Queen que ele não consiga cantar. Com Paul, isso era um pouco mais limitado.

O que faz Adam ser tão especial?
May: Claro que ele não é Freddie, mas muito do que ele faz me faz lembrar do jovem Freddie. Ele tem um poder incrível e um grande alcance vocal.
Taylor: Eu não consigo imaginar que precisaremos de outro cantor além de Adam, ou mesmo iríamos querer outra pessoa. Ele é perfeito.

Nós teremos na sequência algum CD Queen + Adam Lambert? Novas músicas?
Taylor: O mais importante agora são os shows. Nós estamos inventando o novo. Estamos aproveitando o momento e vendo o que acontece. Mas nós não falamos ainda sobre novas canções.

Quanto do espírito de Freddie ainda permanece no Queen?
Taylor: Freddie está sempre em nosso pensamentos e claro, pensamos nele todos os dias antes dos shows.
Lambert: Cada nota que eu canto no palco, cada passo que eu dou, eu penso em Freddie. Mas não para tentar copiá-lo, porque isso seria um sacrilégio, mas para fazer justiça a ele.

No outono vocês lançaram o dueto “There Must Be More To Life Than This” com Michael Jackson…
May: Eu tinha alguns demos incompletos que Freddie e Michael tinham gravado juntos em 1983 para seu álbum solo e, então, os aperfeiçoamos para ser um hino do Queen. Foi como um quebra-cabeça ou arqueologia.
Taylor: Essas músicas foram totalmente esquecidas. Mas agora estou contente que a encontramos, porque o mundo precisa de novas músicas do Queen.

E há alguma outra música inédita?
May: Temos alguns demos e fragmentos, nós talvez, em algum momento, podemos tornar isso público.
Taylor: Tem também uma outra versão do dueto com Jackson. Uma melhor, mas nós não fomos autorizados a tornar público. Ela estará no novo álbum de Jackson.

Primeiro, Freddie Mercury, então Paul Rodgers, agora Adam Lambert. Quão diferente são as formas deles de trabalhar?
Taylor: Freddie foi a pessoa mais cooperativa que eu conhecia. Ele encorajava qualquer ideia de fora e era extremamente flexível. Era um trabalho dos sonhos com ele. Paul estava preso em seu próprio mundo. E Adam faz tudo que dizem para ele fazer. (risos)

Vocês participaram recentemente do Helene Fischer Show, isso não foi um pouco decadente para o Queen?
May: Pelo contrário! Como resultado, muitos fãs na Alemanha e Áustria prestaram atenção em nosso vocalista. Antes eles não sabiam o quanto ele era bom.

O Queen realmente precisa estar nesses programas de TV?
May: Isso ajuda muito. Mesmo na Inglaterra. Estivemos fazendo alguns shows com Adam desde de 2012, mas muitas pessoas raramente ouviam falar do Adam. Mesmo alguns dos meus amigos perguntavam “Ele tem o que é preciso?” E então nós tivemos aquela apresentação no The X Factor e tudo mudou. Agora todos dizem apenas, “P***, como esse novo cantor é bom!”

Porque vocês fazem isso ainda? Com todos os milhões, vocês poderiam estar desfrutando do sucesso com suas aposentadorias.
May: Nós poderíamos não fazer mais, nós queríamos e podíamos. Mas os fãs amam o Queen. Para muitos, essa é a única chance de ver Queen ao vivo depois que Freddie, infelizmente, foi tirado de nós tão cedo.
Taylor: Eu deveria estar fazendo o habitual? Morrendo de tédio em um iate? Não. Eu quero o palco!

E como vai o baixista John Deacon?
May: Pelo que eu sei ele vai bem. Eu não o vejo já tem algum tempo. Ele nos deu sua permissão para fazer essa turnê, se não nós não estaríamos fazendo isso. Mas exceto em reuniões financeiras, nós raramente nos encontramos. Ele quer sua paz e nada mais de rock’n’roll, então respeitamos isso.

Adam, quantas vezes você se pergunta se isso tudo não é um sonho?
Lambert: Todos os dias, porque isso é realmente mais do que surreal. Um presente de Deus. Eu me vejo pensando repetidamente “Ai meu Deus, isso realmente está acontecendo agora? Eu realmente estou cantando minhas músicas preferidas com a minha banda favorita? Eu mereço isso?” É uma enorme honra e eu também sou muito humilde sobre o fato dos fãs me aceitarem.

Autoria do Post: Elisa Ferrari
Tradução: Gisele Duarte
Fontes: Adam Lambert TV e We Got It



BUSTLE: O álbum de Adam Lambert “The High Original” está a caminho e aqui está o por que você tem que estar animado

By in fevereiro 2, 2015 • Filed in: Álbum, Artigos e Entrevistas, Notícias

O site BUSTLE publicou um interessante artigo sobre o anunciado novo CD de Adam Lambert, “The High Original” e sobre seus novos produtores, confiram abaixo:

O álbum de Adam Lambert “The High Original” está a caminho e aqui está o por que você tem que estar animado

Preparem-se, Glamberts, porque música nova está chegando. Na quinta-feira, Adam Lambert revelou que seu novo álbum se chama “The High Original” e que o primeiro single chegará algum dia, em Abril. (Sim, em apenas dois meses!) O cantor também revelou que seu próximo projeto está sendo produzido por Max Martin e Shellback, o que é uma NOTÍCIA MARAVILHOSA.

Agora, se você é um fanático da música pop como eu, provavelmente não parou de surtar desde que essa última informação foi anunciada pela primeira vez algumas semanas atrás. Mas, se você nem sempre presta atenção em quem está ajudando seus artistas favoritos por trás das cenas (que é totalmente compreensível, por sinal), você pode estar se perguntando: “O que há de especial aqui? Quem são Martin e Shellback?” Permitam-me explicar…

Simplificando, Martin é uma lenda da música. Um compositor e produtor de 43 anos de idade que ganhou sucesso trabalhando com os Backstreet Boys, NSYNC e Britney Spears, no final dos anos 90, e agora possui 19 canções #1 na parada Billboard Hot 100 (o que o coloca em terceiro lugar, atrás de John Lennon e Paul McCartney). Incrivelmente, 15 dessas canções estiveram no topo das paradas apenas nos últimos seis anos. Em outras palavras, Martin entende muito bem sobre música pop nos Estados Unidos, e ele é muito bom no que faz.

Shellback provavelmente é mais conhecido por suas colaborações com Martin, mas ele também tem sua própria discografia impressionante. Por exemplo, ele recentemente co-escreveu e produziu o hit “Animals” de Maroon 5. Ele também fez algumas grandes canções com One Direction (“Kiss You”) e Icona Pop (“On a Roll”). Shellback tem oito canções na parada Hot 100 com seu nome (sete com Martin).

Curiosamente, o último álbum em que Martin e Shellback trabalharam juntos foi no álbum “1989” de Taylor Swift. Na verdade, eles ajudaram a criar os singles #1 do LP, “Shake It Off” e “Blank Space”.

Esses dois caras poderiam ser o passaporte para popularizar mais o sucesso de Lambert! Afinal de contas, eles são responsáveis por elaborar o seu primeiro e único hit Top 10 dos EUA, “Whataya Want From Me”. Na verdade, sucessos nas paradas não é tudo, mas eu só não quero que o novo álbum do vice-campeão de American Idol fracasse como seu último álbum. Ele é muito talentoso para isso. Mais pessoas precisam ouvir a sua música!

Aqui estão seis maravilhosas canções que Martin e Shellback produziram que eu espero influenciaram “The Original High” de alguma forma: Pink — “So What” de Funhouse (2008), Robyn — “Time Machine” de Body Talk (2010), Pink — “F*ckin’ Perfect” de Greatest Hits… So Far!!! (2010), Maroon 5 — “One More Night” de Overexposed (2012), Christina Aguilera — “Let There Be Love” de Lotus (2012) e Taylor Swift — “New Romantics” de 1989 (2014).

Se quiser ouvir os seis hits citados pelo artigo diretamente na fonte, clique aqui e assista aos respectivos vídeos.

Autoria do Post: Graça Vilar
Tradução: Sandra Saez
Fontes: Adam Lambert TV e BUSTLE



Idolator: 14 Fotos dos Momentos Mais Sexy de Adam Lambert no Palco com o Queen

By in fevereiro 2, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos, Queen + Adam Lambert

O Idolator preparou para os Glamberts um set dos 14 momentos mais sensuais de Adam Lambert no palco durante a turnê mundial com o Queen entre 2014 e 2015. Confira abaixo!

Estivemos enlouquecidos desde que Adam Lambert anunciou o seu terceiro álbum de estúdio, e por isso decidimos fazer uma galeria do belo pop-rocker desfilando no palco com o Queen.

Adam foi vocalista da banda lendária enquanto eles estiveram em turnê durante o ano passado. Nas fotos da galeria, você verá na tela o que todos nós já sabíamos há algum tempo: esse cara é uma gigantesca estrela do rock and roll no palco, especialmente todo de couro.

O terceiro álbum de Adam, The High Original, já está por vir – o conjunto, com produção executiva do mestre do pop Max Martin, está previsto para este verão. Um single vai chegar ainda mais cedo, em abril.

Até lá, tenha uma rápida overdose de Adam vendo todas as 14 fotos da galeria. Aviso: Algumas imagens podem causar sobrecarga sensorial!

Confira a galeria clicando aqui.

Autoria do Post: Elisa Ferrari
Fontes: Adam Lambert TV e Idolator



SuperCool-Guy: Queen + Adam Lambert: A ‘Rainha’ encontrou seu ‘Rei’

By in fevereiro 1, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert

Queen + Adam Lambert: A ‘Rainha’ encontrou seu ‘Rei’

Queen + Adam Lambert é um triunfo e uma combinação feita no paraíso. Nesse post, eu falarei sobre os quatro shows que tive o prazer de experienciar, alguns dos pontos altos, e eu dou um pouco de contexto nessa experiência pessoal de um fã do Queen + Adam Lambert. Eu também fiz alguns desejos (a continuação dessa mágica colaboração).

Fãs do Queen

Leitores desse blog saberão que eu sou um fã de longa data do Queen.

Eu ainda me lembro da primeira vez que entrei em contato com essa música animadora e perigosa chamada “rock”, enquanto ouvia “We Will Rock You” na rádio quando eu era mais novo, em 1977.

Meu primeiro show de rock foi do Queen no Palais des Sports em Paris dia 19 de Abril de 1982 (na Hot Space Tour), e muito tempo depois com Paul Rodgers em Londres (28 de Março de 2005 na Brixton Academy e 11 de Maio de 2005 na Wembley Arena). Eu vi Brian May no Beacon Theatre em Nova York dia 14 de Março de 1993 e o Queen Extravaganza no Sheperd’s Bush Empire em Londres dia 6 de Novembro de 2013.

Eu tenho uma cópia de todos os álbuns do Queen e a maior parte dos trabalhos solos de Freddie, Brian e Roger.

Quando eu era adolescente, eu praticava bateria no sótão dos meus pais ao lado de fitas do Queen. E como um aspirante a compositor, Roger era uma inspiração grande e um modelo, que além de um grande baterista de rock era também um grande cantor, compositor e músico em geral.

Descobrindo Adam Lambert

Eu meio que conhecia Adam Lambert antes de sua colaboração com o Queen. Eu sabia que ele tinha uma grande voz e umas músicas boas, mas eu não fiquei impressionado imediatamente. Eu acho que não me encaixava no público alvo, e para ser honesto, não gostava muito de sua extravagância. Como todos que viram, eu fiquei impressionado e animado com o MTV Europe Music Awards de 2011, mas nada poderia ter me preparado para a grandiosidade que Adam Lambert é ao vivo…

Adam tem a voz, a técnica, o alcance, a versatilidade – nós sabíamos que ele conseguia fazer pop, mas também consegue fazer rock – tem os looks, carisma, grande química tanto com o público quanto com seus companheiros de banda, tem a teatralidade que o Queen demanda, mas não demais, sempre mantendo a performance no rock. Ele também mostra humildade, graciosidade e um senso de humor que eu acho que agrada até os fãs mais “puristas” do Queen.

Adam Lambert é um artista excepcional e um encaixe perfeito para o Queen, trazendo juventude para Brian e Roger, que claramente estão aproveitando cada momento.

Agora eu tenho orgulho de me chamar “Glambert” (ignore o quão ridículo isso soa com a minha idade!). Eu descobri os dois primeiros álbuns, que estão cheios de ótimas músicas, e eu estou ansioso para o terceiro álbum que sairá esse ano. Nesses dois álbuns eu consigo ouvir muitos elementos parecidos com os que têm nas músicas do Queen. Com o tratamento de May/Taylor, músicas como “Music Again”, “Soaked”, “Aftermath” ou alguns dos hits mais conhecidos não ficariam fora de lugar em um álbum do Queen.

Londres – Hammersmith Apollo, 12 de Julho de 2012

Eu já fui em muitos shows bons com o passar dos anos, incluindo três com o Queen e Freddie Mercury – mas esse show parece ter sido a melhor experiência da minha vida até agora. Em parte porque eu estava na frente e no centro, muito perto do palco e bem no meio da ação. Em parte porque essa foi minha primeira experiência com Adam Lambert ao vivo e eu fiquei impressionado. Em parte porque pareceu que – depois de todos esses anos – o Queen ganhou novamente sua “mágica”. Claro, Queen + Paul Rodgers foi bom, mas isso foi algo além: foi a banda novamente no topo, fazendo um show fresco e animador assim como no ponto mais alto de sua carreira.

Eu me lembro de “Dragon Attack” – e a roupa vermelha de Adam – como um ponto alto inesperado do show – assim como “Tie Your Mother Down”, um dos maiores hinos do rock de todos os tempos.

Houston, Texas – Toyota Center, 9 de Julho de 2014

Quando a turnê norte-americana foi anunciada, não estava claro se haveria uma turnê europeia. Essa seria uma viagem cara, mas eu podia pagar, então fui.

O que fechou a decisão para mim foi que minha outra banda favorita, KISS, também estava fazendo uma turnê na América. As turnês se encontravam no Texas, e outras razões pessoais fizeram de Houston uma ótima escolha: tudo se alinhou e minhas férias Rock’n’roll se tornaram realidade.

Essa era a chance de reviver o show no Hammersmith, mas agora, em uma grande escala.

O set e as performances foram ótimos. “Love Kills” – que foi tirada do setlist europeu – foi o ponto alto inesperado do show.

Mas eu senti que a audiência estava um pouco desanimada – talvez por causa do arranjo dos lugares, talvez porque a audiência americana não estava familiarizada com as músicas. Ainda assim um grande show.

Londres – O2 Arenas, 17 de Janeiro de 2015

Shows em casa são sempre especiais, e esse foi o Queen fazendo um retorno triunfante. Havia uma animação na plateia que eu não senti nos shows com Paul Rodgers, e uma sensação de que era uma data que entraria para a história do Queen.

O palco evoluiu desde a turnê americana. O setlist também evoluiu bastante, mais notavelmente com a abertura americana de “Procession/Now I’m Here” sendo substituída por “One Vision”, a adição de “Save Me” e a (chocante) omissão de “The Show Must Go On”.
O problema dessa banda, como Adam disse durante o show, é que eles têm hits demais!!!

As performances, som e produção foram perfeitas. Duas horas e vinte minutos de hit após hit. Todos saíram com um grande sorriso em seus rostos. Tirando algumas decisões – em minha humilde opinião – questionáveis em relação ao setlist, esse foi um show perfeito.

Paris – Le Zénith, 26 de Janeiro de 2015

Lé Zénith é um local menor com 6.000 assentos e essa foi a única data na França. Compare isso com 6 datas na Alemanha – e eu acho que os promotores da turnê francesa não fizeram seu trabalho. O palco também diminuiu para o local e o “Q” não foi usado.

Ainda assim, esse foi outro show excelente, e o local menor aumentou a proximidade entre o público e a banda: não havia um lugar ruim.

Esse sendo meu quarto show, eu notei detalhes que outros podem não ter visto. Por exemplo, eu senti que demorou algumas músicas para a mixagem de som se acertar, com Adam ganhando a plateia quase imediatamente e Brian marcando pontos com seu francês muito bom e algumas piadas (“le bâton de selfie”).

Em certo ponto, Brian perguntou ao público: “O que acham do novo cara?” Adam recebeu aplausos de pé – e mereceu.

O setlist foi modificada novamente, com Roger saindo da bateria para uma rendição de “A Kind Of Magic” (no lugar de “Days Of Our Lives), e “The Show Mus Go On” acrescentada após “Bohemian Rhapsody”. Brian fez um linda rendição da clássica música francesa “Plaisir d’amour” com uma guitarra acústica, cantando o primeiro verso em inglês e o segundo em francês. Esse foi um ponto alto inesperado da noite.

Resumindo, o show em Paris foi menor e com um palco menos elaborado, mas com melhores músicas na minha opinião. Que noite!

Pontos altos dos shows

Queen + Adam Lambert nos deram muitos ótimos momentos. Quase todas as músicas foram pontos altos.

Todos os shows seguiram a mesma fórmula do Queen, com 3 ou 4 músicas de abertura, seguidas de músicas mais calmas e clímax, com algo novo em cada número. Com “Fat Bottomed Girls” – após 20 minutos – o show já estava em uma intensidade que outras bandas só alcançam no final.

Se eu tivesse que escolher um momento, seria “Love Of My Life”: Brian, sua guitarra acústica e o público, cantando como um, acompanhados por um fantasma de Freddie Mercury no final.

O show tinha um equilíbrio entre nostalgia e respeito à Freddie Mercury e a continuação da música com o “novo cara” dando nova vida aos velhos clássicos. Na minha opinião, eles equilibraram bem.

A batalha de baterias entre pai e filho com Roger e Rufus Tiger Taylor foi outro bom momento para mim. Assim como o dueto de Roger e Adam em “Under Pressure”.

A estrela de Adam brilhou mais em “Save Me”, “Somebody To Love”, “Killer Queen”, e em seu estilo Elvis durante “Crazy Little Thing Called Love”.

Cada noite, eu vi Adam retornar ao palco com uma coroa em sua cabeça para “We Will Rock You” e “We Are The Champions”. As plateias europeias estavam céticas em relação à Adam tentar “substituir” Freddie Mercury. Cada noite, Adam Lambert tinha que se provar e ganhar uma nova plateia. E ele fez isso. Cada noite ele lutou, conquistou e ganhou o direito de usar essa coroa. Cada noite, nós presenciamos a coração de um novo rei. Esse foi um momento poderoso. O Queen achou seu rei.

O futuro de Queen + Adam Lambert?…

Adam Lambert tem um carreira solo de sucesso e um álbum novo para promover, então nada é certo… mas Queen + Adam parece certo demais para acabar nessa turnê.

No mínimo, pode ser lançado um vídeo do show, talvez um álbum ao vivo.

Dr. May sendo o entusiasta 3D que é , porque não um filme do show 3D? O Queen nunca faz nada pela metade, e esse é o nível de qualidade que eles têm que ir na minha opinião.

E se o novo álbum de Adam tivesse uma faixa com Brian e Roger? Em questão de marketing, essa seria uma boa maneira de juntar os fãs, e seria bom para ambas as partes.

Acima de tudo, eu rezo para os deuses do Rock’n’Roll que Brian, Roger e Adam criem novas músicas juntos e em algum ponto façam um álbum. Incluindo “Business” de Brian e “I Am The Drummer (in a Rock’n’Roll Band)” de Roger porque essas são ótimas músicas que merecem uma audiência maior. Traga alguém como Max Martin como co-produtor. Combine o escritor de músicas atemporais e a musicalidade de Brian e Taylor para fazer um álbum contemporâneo de pop e heavy rock para o século 21!

E faça com que John Deacon volte à banda!

E então uma nova turnê mundial?

Adam Lambert poderia dominar os 10 próximos anos no pop, alternando entre solo e a banda e turnês…

Deixe a turnê mundial de 2014/2105 do Queen ser o início de outro incrível capítulo na história do Queen.

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Carolina Martins C.
Fontes: Adam Lambert TV e SuperCool-Guy