Archive for the ‘Artigos e Entrevistas’ Category


Adam Lambert na #25 no HOT 100 2015 da Attitude Magazine

By in julho 31, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Revistas, Scans

A Attitude Magazine divulgou neste mês a sua lista completa do Hot 100 de 2015, ou seja, a lista que contém os 100 homens mais sexys eleitos pelos seus leitores! E Adam Lambert ocupa a #25 nesta lista conforme você pode verificar abaixo:

25. Adam Lambert
Outra estrela gay deslumbrante entra no nosso Hot 100. E bem merecido também. Adam não é somente um dos melhores cantores do mundo, mas é também um cara muito bonito. Quando ele emoldurou a nossa capa de Março, o mundo foi à loucura!!

Confira o TOP 10 abaixo:

1. Simon Dunn [atleta]
2. Channing Tatum [ator]
3. Liam Payne [cantor, One Direction]
4. Tom Daley [atleta e personalidade de tv]
5. Chris Evans [ator]
6. Chris Pratt [ator]
7. Zac Efron [ator]
8. David Beckham [jogador de futebol aposentado, empresário, modelo e porta-voz]
9. Stuart Reardon [jogador de rúgbi e modelo]
10. Joe Lycett [comediante]

Autoria do Post: Josy Loos
Fontes: Adam Lambert TV e Attitude Magazine

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news.com.au: Adam Lambert se prepara para retornar em janeiro de 2016 com uma turnê enquanto o single “Ghost Town” ganha disco de ouro nas vendas

By in julho 30, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos

Turnê australiana… Lambert confirmará as datas para seu retorno em janeiro para shows durante sua turnê de divulgação. Foto: Craig Greenhill/News Limited

Adam Lambert se prepara para retornar em janeiro de 2016 com uma turnê enquanto o single “Ghost Town” ganha disco de ouro nas vendas

Adam Lambert ama que a coisa mais chocante que ele fez esse ano foi lançar um single que é acompanhado por uma guitarra acústica.

A estrela do pop que se tornou viral ao beijar um homem durante uma apresentação e por deixar todos de queixo caído ao ser anunciado como o vocalista do Queen para uma turnê no ano passado, disse que o sucesso com seu folk, house e obscuro hit “Ghost Town” provou que as pessoas ainda gostam dele.

A canção já ganhou disco de ouro na Austrália, onde ele tem sido um visitante assíduo desde que participou do “American Idol” em 2009. E ele está de volta para promover seu novo álbum “The Original High” e se apresentar no “The Voice” no domingo.

“Eu não fui esquecido ou algo do tipo!”, ele disse.

Lambert disse que essa mudança em sua direção musical é em parte influenciada pela sua turnê com o Queen e o hit “Lay Me Down”, que ele colaborou com Avicci que se tornou um DJ superstar com o seu álbum de estréia.

“Ambos os projetos me lembrou que há muito mais lá fora independente de sua história ou de onde você veio”, ele disse.

“Ser convidado para trabalhar com o Queen e Avicci significa que em algum ponto meu trabalho falou por si mesmo”.

Depois de seus álbuns anteriores francamente abordarem questões gays, Lambert diz que “The Original High” é mais sobre uma busca pessoal por “alguma coisa ou alguém”.

“Eu tenho esse desejo e eu converso com meus amigos, que são da mesma idade que eu, o tempo todo que depois de todas essas experiências que eu tive viajando e me apresentando, eu ainda procuro por algo e continuo buscando isso”, ele disse.

“Quando eu descobrir o que é, o próximo álbum será chamando de I Chased It and I Caught It [“Eu persegui isso e o peguei”].

Lambert disse que a gravação do vídeo de “Ghost Town” foi feita pelo diretor premiado Hype Williams, foram dois dias longos de festa.

“Nós tínhamos molho, batata frita e uma tequila muito boa, que eu saboreei”, ele disse.

Suas habilidades como ator foram colocadas a prova quando ele se juntou a “Glee” para alguns episódios na temporada de 2013 e ele disse que estaria disposto a assumir mais projetos de atuação.

“Eu me diverti muito em ‘Glee’, foi um grande desafio. Eu me lembro do dia que eu fui para o set e estava pensando ‘Espero que isso funcione porque ninguém se preocupou em fazer uma audição comigo’. Eu estava um pouco nervoso”, ele disse.

Vocalista aliviado… Adam Lambert teve uma surpresa maravilhosa com o sucesso de sua turnê com o Queen. Foto: Craig Greenhill/News Limited

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Gisele Duarte
Fontes: Adam Lambert TV e news.com.au



Globo.com: Sam Smith, Adam Lambert e Elton John levam orgulho gay a Rock in Rio

By in julho 30, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Mídia Brasil, Rock in Rio 2015

Sam Smith, Elton John e Adam Lambert, atrações do Rock in Rio 2015, em setembro (Foto: Reuters, AP e G1)

Sam Smith, Adam Lambert e Elton John levam orgulho gay a Rock in Rio

Astros do festival são ativistas por direitos dos homossexuais; veja frases.
Sam Smith desabafou nesta quarta-feira sobre homofobia: ‘Isso me mata’.

Três das principais vozes do Rock in Rio 2015 são ouvidas tanto em músicas quanto na luta por direitos dos homossexuais. Sam Smith, Adam Lambert e Elton John costumam falar abertamente sobre a própria homossexualidade e sobre o ativismo da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros). O desabafo de Sam Smith nas redes sociais nesta quarta (29) mostra esta postura dos cantores (veja abaixo).

Elton John é reconhecido há muitos anos pelas lutas por causas ligadas à comunidade gay. Ele já arrecadou R$ 300 milhões para a AIDS Foundation, pela erradicação da doença no mundo. Sam Smith e Adam Lambert, cantor convidado do Queen, seguem estes passos. Smith acaba de criar uma fundação por direitos LGBT; Lambert tem o mesmo plano.

Veja declarações e saiba mais sobre ações dos cantores por direitos LGBT:

Sam Smith

Sam Smith desabafou contra a homofobia nesta quarta-feira (29) nas redes sociais. Ele elogiou o filme “Holding the man”, adaptação da autobiografia do ator e ativista australiano Timothy Conigrave. “Como homem gay, é difícil me identificar de verdade com um filme. A coisa mais poderosa foi retratar como é crescer sendo gay, e os momentos assustadores e incríveis que tive ao me assumir”.

Ele continuou o desabafo no Twitter: “Fico tão chateado ao pensar nas centenas de milhares de homens e mulheres gays no mundo que passam tanta dificuldade só por querer amar quem eles amam. Isso me deixa tão triste e às vezes culpado por ter essa simples liberdade que outros não têm. Desculpe ser tão profundo, mas isso me mata. Eu não entendo o porquê de mais de nós não fazermos nada a respeito”, escreveu.

O grande vencedor do Grammy de 2015 dedicou os prêmios ao “homem que partiu seu coração” e inspirou o disco de estreia, “In the lonely hour”. “Eu tenho orgulho de ser gay”, ele disse à revista francesa “Têtu”. “Quero me tornar uma voz para jovens gays em dificuldade no mundo”, afirmou. Depois, ele brincou: “Gosto da ideia de que podem haver caras homofóbicos que escutam meu disco e não imaginam que sou gay!”

Adam Lambert

Adam Lambert foi o primeiro artista abertamente gay a estrear um disco direto no primeiro lugar na parada da “Billboard”, nos EUA. A façanha foi alcançada com “Trespassing”, em 2012, seu segundo álbum do vice-campeão de “American idol”.

O cantor convidado do Queen afirmou ser gay pela primeira vez após a fama à revista “Rolling Stone” em 2009. Mas ele não acha que foi exatamente uma “saída do armário”. “Eu não acho que deve ser uma surpresa para ninguém ouvir que eu sou gay”, disse.

Ele é um dos músicos mais ativos na luta por direitos LGBT, e ganhou a premiação GLAAD, que destaca artistas ativistas. Adam Lambert diz que já trocou ideias com Sam Smith sobre como é ser gay na mídia. “Há uma compreensão entre mim e Sam”, diz à revista “Attitude”. “Mas há poucos de nós no mainstream. Acho que estamos formando um grupinho”.

Elton John

Em uma época ainda mais difícil para os homossexuais, Elton John não declarou ser gay tão cedo na carreira quanto Sam Smith e Adam Lambert. Em 1976, ano de seu 11º disco, ele disse à revista “Rolling Stone” ser bissexual.

Ele ainda se casou com uma mulher em 1984, e se separou em 1988, antes de dar outra entrevista para a revista se dizendo “confortável em ser gay”. Em 1993, ele iniciou namoro com David Furnish. Eles formariam uma das primeiras uniões civis gays no Reino Unido.

Em 2014, o cantor disse que o Papa Francisco é seu “herói”, depois do anúncio de que os homossexuais eram aceitos na Igreja Católica. Para o britânico, o papa “quer que todo mundo seja incluído no amor de Deus”.

Hoje ativista, ele criou a AIDS Foundation. Ele declarou em 2014 à Sky News que, se Jesus Cristo fosse vivo, apoiaria o casamento gay. Elton John também se engajou na denúncia à perseguição dos homossexuais na Rússia, enfrentando publicamente Vladimir Putin.

Autoria do Post: Josy Loos
Fonte: Globo.com



Nielsen: Adam Lambert é considerado uma nova referência de entertainer LGBT

By in julho 30, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Notícias

Nielsien, a empresa de pesquisa que vem trazendo para a América o sistema agora lendário “Nielsen Ratings” (Avaliações Nielsen), com avaliações de programas de televisão por muitos anos, fez um relatório chamado “Talented Trailblazers: A Look at Influential and Trendsetting LGBT Entertainers” (Desbravadores Talentosos: um olhar sobre os entertainers LGBT Influentes e de nova referência) e incluiu Adam Lambert no estudo. Confiram abaixo o trecho do artigo onde Adam é citado:

[…] e em 2009 Adam Lambert foi o vice-campeão do American Idol. E agora, Lambert é considerado um entertainer de nova referência LGBT, visto dessa maneira por 24% dos americanos que o reconhecem. Consumidores LGBT podem ser mais propensos a reconhecer os artistas EDM (música dance eletrônica), de acordo com o Relatório de Consumidores LGBT 2015, mas a influência de artistas de rock e pop, como estas, não podem ser ignoradas.

Autoria do Post: Graça Vilar
Fontes: Adam Lambert TV e Nielsen



Entrevista de Adam Lambert na Metrosource Magazine Edição de Agosto/Setembro @MetrosourceMag @MisterPaulHagen

By in julho 28, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Revistas

Conforme publicamos aqui e aqui, Adam Lambert é capa da edição de Agosto/Setembro da Revista Metrosource, de Nova York. Confiram abaixo, na íntegra, a entrevista que Adam concedeu à essa edição da Revista:

Adam Lambert: “There I Said It”

Adam Lambert passou sua carreira provando a si mesmo que era um artista – para a audiência do “American Idol”, para os fãs do Queen, até para a comunidade gay. Mas com esse último álbum, ele está querendo provar que ele sabe quem é.

Com os fãs aceitando seu terceiro álbum de estúdio, “The Original High”, Adam Lambert fala com a Metrosource sobre a evolução de seu estilo, o desafio de ocupar o lugar de uma das lendas do rock e sua recente tatuagem.

METROSOURCE: “The Original High” parece bem variado – desde os vocais até a batida dos instrumentos. O que você está esperando que os fãs acharão disso?
Adam Lambert: Vindo de um show como o “Idol”, com meu primeiro álbum eu estava tentando corresponder à expectativa de todo mundo. Com esse álbum, foi o contrário. Eu me senti como “Ok. Eu estabeleci quem eu sou; eu tenho uma boa base de fãs; Eu já fiz isso antes. Agora, o que eu quero fazer por mim?” Eu queria que isso soasse mais como a música que eu escuto na minha vida real, que eu escuto quando estou me divertindo com meus amigos.

Eu mencionei a um amigo editor que minha faixa favorita, “There I Said It”, me lembra as primeiras baladas poderosas de Mariah, mas ele não achou a similaridade. Há algum artista que você tentou imitar durante a criação desse álbum?
Eu não quero que pareça que estou dando uma resposta toda diplomática aqui, mas o que eu acho que é excitante nesse álbum, é que sou eu mais do que nunca. No passado, eu estava fazendo algo como se experimenta uma roupa pela primeira vez e pensando “Oooh! Eu posso fazer isso!” Mas com esse álbum pareceu que veio mais de dentro… Quando chegou em “There I Said It” – essa foi uma das últimas músicas, eu percebi, “Ei, nós temos essas músicas com ritmos legais e batidas realmente interessantes e todas essas coisas, mas nós precisávamos de uma grande canção tradicional!”

Já que você mencionou experimentar roupas, você é conhecido como um companheiro fashion a ser seguido.
Você pode me chamar disso se gosta! Algumas vezes no passado, eu fui considerado meio fora da moda.

[risadas] Bem, o mundo precisa de todas as direções…
E eu usaria todas elas!

O que você procura em uma roupa que você usaria no tapete vermelho versus algo que você queria usar no palco ou em uma sessão de fotos?
Eu acho que eu não entendi a diferença disso durante algum tempo. É um processo de aprendizagem, sabe? Quando eu cresci, todos os dias era Halloween. Em Los Angeles, nos meus 20 anos, eu era tipo um garoto das baladas. Eu saía vestido com roupas estranhas e me vestia sempre bem estranhamente, coisas conceituais que eu gostava – que eu tinha visto em um filme ou em um pôster ou um álbum dos anos 70. Eu acho que amadureci quanto a isso um pouco – não completamente, mas um pouco – e eu acho que agora eu tenho… um senso melhor do que é apropriado em certas ocasiões.

É parte da evolução do seu look – o fato de você estar usando menos delineador esses dias?
Isso definitivamente é parte da minha evolução de estilo. É engraçado porque um fã me fez essa pergunta recentemente, “Você está tentando se suavizar um pouco para ser mais comercial?” E eu tipo “Ah! Não!” Se você olhar para os últimos seis anos, você se vestia diferente? Eu sei que sim. Para ser totalmente honesto, parte disso, acho que era eu definitivamente sendo excêntrico, criativo, querendo brincar de me vestir, ser diferente e me expressar – usando maquiagem e penas e qualquer coisa mais. Mas eu também olho pra trás, bem, quando terminou o “Idol” e tudo aquilo era meio como um mecanismo de defesa, também. Eu poderia estar me escondendo um pouco atrás de tudo aquilo.

Se vestir corajosamente para mostrar ao mundo que você é corajoso?
É como a criança que é gótica no ensino médio, e que é uma completa borboleta em seu coração. Mas eles se sentem estranhos e sensíveis – então eles se vestem todo de preto na escola, sabe?

Você é esse cara, Adam? Você é uma borboleta por dentro do gótico?
Eu acho que eu sou um pouco mais sensível do que as pessoas percebem, sim.

Além da moda, qual sua estética em escolher as coisas que cercam você – como você decora sua casa, por exemplo?
Bem, eu comprei uma casa esse ano – minha primeira casa – eu senti que estou crescendo! É ótimo. Ter uma casa em Los Angeles é incrível porque você tem um lugar para uma after-party depois que todos os bares do centro fecham às duas da manhã. Eu decidi me nomear como o design de interiores – Eu decorei minha própria casa; E foi muito divertido – eu chamo isso “Feiticeira Branca”, é meio que um “novo gótico”. Bem, gótico não é a palavra certa. Seria mais rock and roll. Tem um pouco de entalhados, e algumas coisas decadentes como um tapete de pele e as lâmpadas da minha sala de estar são chifres e há vários detalhes de metal prata. É bem monocromático: cores claras, tons de terra, luminárias legais. Não é exagerado, na verdade é bem minimalista.

Para os artistas gays hoje em dia, parece que há uma crescente atenção dada à forma de quão específicas para o mesmo sexo as letras são. Isso é algo que você leva em consideração quando está criando uma música?
Há definitivamente dois lados disso – especialmente quando há um monte de pessoas pagando para que sua arte seja feita. Para mim, sempre foi uma linha complicada porque você não quer se indispor com ninguém – você quer que a música se relacione com o maior número de pessoas possíveis. Eu meio que olho isso como: as pessoas não são estúpidas, sabe? As pessoas são inteligentes – especialmente meus fãs gays – eles são inteligentes! Todo mundo sabe qual é a minha orientação, e eu tenho certeza que eles sabem o que as músicas significam… Mas ao mesmo tempo eu quero que mais pessoas sejam capazes de se relacionarem com elas. Então, eu mantenho uma certa neutralidade para que todo mundo possa senti-las.

Isso faz sentido.
Você não pode realmente ganhar essa conversa. Pessoas têm opiniões em ambos os sentidos, e eu sei que no passado eu tomei decisões que eram a coisa certa a se fazer e então eu fiz outras escolhas, que, por exemplo, a mídia gay saltou na minha garganta e me criticou – o que aconteceu no início. Eu não sei, cara. Eu estava apenas tentando “fazer a coisa à minha maneira” [risos] Todo mundo sabe que eu sou gay. Eu sou 100% aberto sobre isso – eu sempre fui, e no minuto em que eu tive a chance eu falei sobre isso. O que mais eu deveria fazer?

Falando de homossexualidade, como você acha que se apresentar com o Queen tem impactado você como um artista?
Eu acho que isso revigorou minha confiança. Eu estava um pouco na beira de um abismo quando tudo isso aconteceu – perguntando o que seria a próxima coisa que eu faria, me sentindo um pouco perdido criativamente. Então nós discutimos sobre fazer uma apresentação no “iHeartRadio Music Festival”, em [Las] Vegas, e foi um grande sucesso. Pareceu muito bom – tudo se encaixou entre nós. Então nos reunimos e dissemos “Você sabe, nós devíamos fazer uma turnê. Nós devíamos fazer isso pra valer”.

E como foi a preparação para pegar a estrada com eles?
Definitivamente um pouco intimidador porque eu sabia que haveria muitos fãs pesados do Queen que iriam ser céticos sobre mim, tipo “esse cara do American Idol” ocupando o lugar do Freddie. É um solo sagrado… Então foi bem importante para mim ter certeza de que eu estava prestando meu tributo à Freddie e à banda e cantando as músicas de alguma forma próximas das originais, mas ainda injetando meu próprio estilo nelas. Encontrar esse equilíbrio foi importante, porque uma vez que encontramos isso e decidimos qual seria o setlist, a coisa começou a funcionar! Mesmo as pessoas mais céticas na audiência – que podiam ser vistas com seus braços cruzados – depois da terceira, quarta música, estavam socando o ar e se divertindo. Todas as noites era um desafio: eu tinha que me superar. E isso foi bom para mim.

Nós perguntamos aos leitores se eles tinham algumas perguntas para você e um perguntou qual as imagens e palavras específicas que você tatuou no seu corpo recentemente?
Bem, eu coloquei uma frase do meu álbum no meu peito recentemente: “Chasing The Original High”. Está bem abaixo da minha clavícula agora.

Você sentiu isso como um risco?
Independente de como o álbum for, eu realmente acredito na mensagem da música. Essa foi a primeira canção que eu criei para o álbum; foi o pulo inicial para a coisa toda. Eu lembro que quando gravei isso, eu senti que eu finalmente encontrei uma maneira de cantar uma canção sobre um sentimento que eu e muitos dos meus amigos estávamos passando. Pessoas – em Los Angeles, Nova Iorque, as “cidades grandes” – nós nos mudamos para lá com um brilho nos olhos, com grandes expectativas, sonhos, ambições. É necessário muita energia para correr atrás desses sonhos, e muitas pessoas não conseguem o que elas buscam. O que acontece quando você percebe que não está acontecendo? Que você atingiu esse muro, você pode sentir que seu coração se partiu, pode sentir como um desapontamento ou uma bifurcação na estrada. E o que acabamos fazendo – muitos de nós – é começar a perseguir a própria cauda e ser como “Me deixa tentar fazer isso de novo” e aí nós não seguimos em frente.

Parece que os fãs são sempre famintos em saber sobre sua vida pessoal. O quanto está interessado em compartilhar? Onde você traça esse limite?
É difícil porque você dá uma “polegada” e não é realmente os fãs que transformam em uma “milha”. É mais a mídia que transforma em uma milha, e as coisas se tornam umas asneiras se você não for cuidadoso. É um caminho difícil de se percorrer, e eu não sei ainda se eu já aprendi isso. Eu estou solteiro, e estou paquerando. [risos] E eu acho que estou de volta a um ponto da minha vida que eu amaria estar apaixonado. Eu amaria ter um relacionamento novamente, mas com quem? Eu não sei! Eu estou namorando meu álbum nesse momento.

Graças aos “por detrás das câmeras” de shows como Empire e Nashville, o público tem uma compreensão maior de que as músicas para um álbum podem vir de um grande número de fontes. O que você prefere: Escrever sozinho? Co-escrever? Pegando músicas existentes e aprimorando-as?
Eu amo co-escrever. Eu amo estar em uma sala com algumas pessoas e trabalharmos juntos! Eu sinto que para mim pessoalmente, isso é muito mais produtivo – trocar ideias junto com boas pessoas; eu acho que as minhas melhores coisas saem disso.

Você diria que a maioria do material de “The Original High” veio desse tipo de processo?
Sim, foi bem um trabalho em equipe. Quero dizer, às vezes eu passo a vida toda fazendo anotações. Eu pego meu pequeno computador ou meu iPhone e escrevo algumas palavras ou frases, e entro na sala com algumas grandes ideias.

De volta ao “Idol”, uma de suas marcas registradas foi saber como usar artifícios no palco para mostrar sua canção. Você tem uma noção de como deseja apresentar visualmente esse álbum – no palco ou em vídeos?
Eu tenho pensado sobre isso porque isso pode acontecer a qualquer minuto… Eu definitivamente quero ir por um caminho diferente do que eu fiz no passado; eu odeio me repetir. Eu acho que o álbum soa tão diferente do que eu já fiz antes, e isso precisa ser visualizado diferente também. Eu quero ser mais minimalista. Basicamente, eu quero mais instalações de arte, algo um pouco mais moderno, um pouco mais gráfico. Terá obviamente elementos teatrais em tudo que eu faço – é quem em sou – mas de uma forma menos aparente.

Então nós não teremos emojis voando para fora de sua cabeça?
Tenho a sensação que não haverá brilhos. Não haverá glitter… Será algo diferente para mim, e estou realmente animado sobre isso.

Falando sobre o “Idol” você teve alguma reação ao anúncio de que a próxima temporada seria a última? Você está interessado em participar do que forem fazer para a grande despedida?
Eu acho que foi um show incrível. Obviamente, eu sou realmente muito grato a tudo que ele fez por mim, e eu acho que eles têm razão. Eu acho que é o tempo certo para fazer essa despedida. Todas as coisas boas têm um fim… Eu visitei o show todos os anos desde que saí dele. Então eu acho que é meio uma tradição eu fazer alguma aparição.

Como você pensa nesses dias e época – quando você tem acesso direto aos fãs através das redes sociais difere dos relacionamentos que você tinha com seus ídolos enquanto crescia?
Essa é uma boa pergunta… Eu acho que o acesso direto mudou toda a dinâmica, em pontos positivos e negativos… Isso definitivamente dá aos fãs mais poderes, o que eu acho que é bem louco e muito bom. Você pode ter um link direto do que a sua base de fãs espera de você: o que eles gostam, o que eles não gostam. Para ser um bom entertainer, você tem que dar às pessoas o que elas querem. Mas ao mesmo tempo, como um artista, você tem que seguir seus instintos e sua integridade, e quando você está constantemente vendo o que todo mundo pensa, algo sobre isso pode ficar um pouco confuso. É arriscado!

Quando você olha para o futuro, o que você vê para você? Em termos de perpetuar sua carreira na música e aproveitar outras oportunidades, como atuar. Você tem uma lista de prioridades?
Na verdade eu não tenho uma lista de prioridades. Eu acho que nos últimos anos eu percebi que as coisas vêm como em capítulos e temos que ver como elas chegam. Obviamente agora eu tenho grandes expectativas sobre o álbum, e eu gostaria de fazer uma turnê, e se ele for bem, eu gostaria de fazer um pouco mais. Obviamente, o Queen é um projeto paralelo, e talvez ele continue. E, sim, eu amaria fazer algum filme ou alguma coisa na TV se possível. Na verdade, meu maior desejo é continuar trabalhando! Para mim, uma das coisas que eu percebi no ano passado – antes de tudo começar a entrar no rumo novamente (tanto o projeto com o Queen como esse álbum) – é que, contanto que eu possa pagar o aluguel e conseguir fazer o que eu amo fazer, eu estou bem! É como se começasse a perceber o que realmente me faz feliz – e isso é suficiente.

Fantástico!
Desde que eu não passe fome! Apesar de que eu deva parecer melhor se eu passar um pouco de fome…

Por favor, “garota”! Você é fabuloso e lindo, você não precisa se preocupar quanto a isso. Nem um pouco!
Eu quero um tamanho menor!

Autoria do Post: Graça Vilar
Tradução: Gisele Duarte
Fontes: Adam Lambert Media e Revista Metrosource



Adam Lambert é Capa da Revista “OutBoise” de Agosto

By in julho 28, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Revistas

Embora já tenhamos publicado aqui esta mesma entrevista feita por Chris Azzopardi, a mesma também foi publicada na Revista OutBoise de Agosto, tendo Adam Lambert na capa. Caso queira, poderá ler a entrevista na íntegra, clicando aqui a partir da pág. 39, e abaixo, confira a tradução novamente, seguindo outra ordem nas perguntas:

A readequação de Adam Lambert

O cantor fala sobre seu passado “estranho”, a falta de popstars LGBT e seus problemas de relacionamentos

Despojado de todo brilho, sem aquelas unhas pintadas e sem as mechas roxas no cabelo que ele ostentava em 2009 em seu álbum de estreia após o “American Idol”, “For Your Entertainment”, a capa do último álbum de Adam não é nem colorida. Seu cabelo ainda atinge as alturas assim como sua voz em “The Original High”, mas ao contrário do primeiro, é ele sem adornos.

O Glam desapareceu.

Em nossa recente entrevista, o ex-participante do Idol vem esclarecer sobre o longo período de “excesso de compensação” – sim, as roupas – o conduziu durante o último capítulo de sua vida.

As pessoas têm chamado “The Original High” de uma re-invenção. É assim que você o vê?
Adam Lambert: Não é uma coisa totalmente errada. Eu considero mais uma readequação. Eu sinto que ainda sou eu no coração disso. Ainda é minha voz, mas um pouco mais madura, e eu sinto que a moldura sonora em torno dos vocais é algo novo.

Por que ajustar seu som?
Porque eu ficar repetindo seria um sacrilégio. Eu não vou ficar repetindo. Eu queria fazer algo novo, e eu queria algo que soasse como minha vida, e esse é o tipo de música que eu escuto.

Os seus fãs famosamente apaixonados aumentam a pressão no processo criativo?
Porque meus fãs são leais e amáveis, e são tão apaixonados por todas as coisas que eu faço, eu acho que eles reconhecem quando é algo em que eu acredito, que eu acho ser emocionante, eles ficam animados também. Eu sempre penso nos fãs, mas com esse álbum, mais do que nunca, eu fiquei mais intimista e eu queria fazer uma música que tivesse minha integridade, que significasse algo pra mim.

Porque nesse ponto da sua carreira você está tentando essa coisa de se reinventar?
É o tempo. Estava na hora de fazer uma mudança, de desenvolver algo um pouco diferente. Eu passei por uma série de mudanças ano passado. Eu acabei deixando minha primeira gravadora [RCA Records], e eu tive que mudar a gestão no final do meu último álbum; era apenas a hora para algo novo. Eu tinha acabado de fazer uma turnê com o Queen, o que foi incrível pra mim e eu me senti realmente bem e me deu muita confiança e me fez não ficar tão assustado sobre tudo. Isso me deu um senso de segurança na minha carreira de uma maneira que eu não tinha antes.

O que te assustava? Você claramente nunca teve problemas em ser você mesmo.
Ao longo dos últimos cinco anos, logo depois do “Idol”, eu acho que tinha muita supercompensação de várias maneiras. Eu estava me vestindo de uma maneira bizarra, e tinha muita diversão, e era parte de quem eu sou, que queria brincar de se vestir, mas eu acho que chegou a um ponto em que eu estava me escondendo um pouco por trás daquilo tudo. Era como um mecanismo de defesa preventivo. Era como aquela criança que vai pra escola vestida no estilo gótico e não ela não tem essa coisa de mal em si, mas não quer ser importunada por ninguém. [Risos] Eu não acho que percebi isso naquele momento, mas eu posso ver agora em uma retrospectiva. Naquele tempo eu pensei “Esse é quem eu sou, isso é o que eu faço” e agora eu apenas sinto que estou em um diferente momento da minha vida. Eu cresci, evoluí e estou em um novo lugar agora, e com esse álbum – o assunto e o som – refletem isso.

Quando se trata de artistas LGBT, você realmente ajudou a abrir os caminhos. Nesse dias, o quão receptiva a indústria da música está para esses artistas gays?
Eu acho que as coisas definitivamente estão indo na direção certa; Eu apenas quero ver mais! A coisa boa de ter mais e mais artistas que se identificam como gay é que isso se torna normal e a mídia não consegue sensacionalizar sobre isso. No passado, eu acho que a mídia me pintou como alguém hipersexual e alguém que queria falar apenas sobre sua orientação sexual. Enquanto eu estava bem confortável fazendo isso, eu tinha muito mais além disso pra falar. Então, tem sido interessante. Ter mais de nós lá fora cria alguma diversidade, começa a mostrar diferentes tipos de artistas gays, então faz com que isso não seja uma grande coisa. Vai ser uma reflexão tardia. Nós estamos começando a nos mover em uma direção a uma presença pós-gay.

Ouvindo sua colaboração com Tove Lo em “Rumors” nesse álbum me fez pensar: O que você acha sobre fazer uma canção de amor com algum outro cantor gay, como Sam Smith ou Jake Shears?
É certamente possível, sim. Com “Rumors” é engraçado, você pode ouvir e pensar “Oh… é um dueto romântico”, mas antes de nós escrevermos isso, nós estávamos conversando sobre ser um artista nessa indústria e ter que manter uma vida pessoal, e como isso é um pouco complicado e como não é fácil equilibrar as duas coisas. Então, é sobre isso que estamos cantando, não significa que estamos necessariamente cantando um para o outro – apenas significa que estamos cantando sobre isso juntos. Mas é, um dueto com um cara, quem sabe, pode acontecer!

Isso deve acontecer!
Você tem que levantar essa bandeira!

Certo? Isso não é o que vem sendo dito desde o início de sua carreira?
Isso definitivamente tem sido interessante. Muito interessante. Quando eu vejo que pode ter um efeito cascata de positividade e mudança e ajudar as pessoas só porque eu me identifico com uma coisa ou outra e eu estou bem falando sobre isso, é incrível. É incrível como precisa de tão pouco pra causar um grande impacto.

O “American Idol” acaba no próximo ano. Em sua opinião, o que aconteceu com o show? Não foi visto outra Kelly, Carrie ou Adam nos últimos anos?
Eu não tenho certeza sobre isso, mas quando o show começou era uma época que a América precisava de algo assim. Quer dizer, 11 de Setembro tinha acabado de acontecer, então nosso país estava procurando algo em que acreditar. Não que o “American Idol” nos curou do 11 de Setembro sozinho, mas definitivamente refletiu o que queríamos de entretenimento naquele tempo. Ele deu às pessoas esperança, como, “ei, você pode ser o que quiser e você pode ter esse sonho e realizá-lo”, e era realmente positivo quanto a isso.

Isso também veio em um tempo que a indústria da música estava mesmo sofrendo. Quer dizer, nós tínhamos toda a coisa da pirataria acontecendo, a Internet tinha puxado o tapete das gravadoras, e eles estavam buscando por respostas. De repente, nós estávamos dando muito poder ao povo. Isso foi realmente impressionante, porque chegou a um ponto que as gravadoras puxaram as cordas e decidiram ver o que o público estava consumindo.

Mariah Carey recentemente chamou o “American Idol” de falso e fez algumas acusações sobre o show. Como um ex-participante do show, como você se sentiu sobre o que ela disse? O “American Idol” alguma vez pareceu falso pra você?
É um show de televisão. Eu não senti que era falso. Eu sabia qual era o seu conceito. Pessoalmente, se você é surpreendido pelo que o “American Idol” é, é porque você não estava prestando atenção. Não é difícil perceber no que você está se metendo. Por isso eu fiz minha audição, eu sabia no que eu estava me metendo.

Essencialmente, é uma estratégia para o competidor. É sobre o talento e ser um bom performer, mas é também sobre colocar seu pensamento nas músicas que você escolheu. Eu coloquei meu pensamento nelas, e isso é, parcialmente, o motivo de eu ter me saído bem. Escolher um gênero, uma canção que funcione para você, escolher músicas que não vão ser comparadas. Para mim, eu estava escolhendo músicas obscuras ou fazendo as músicas de uma maneira diferente.

Você era esperto nisso.
Eu sou esperto, sim! Eu tento ser esperto. E eu acho que para os jurados é um jogo diferente do que é para os competidores, obviamente, e as coisas mudaram um pouco quando eles tentaram focar mais nos jurados do que nos competidores.

Quando conversamos em 2012, você me disse que um Glambert enviou para você uma “uretha rod”. Qual a coisa mais louca que você já fez por um artista que você era fã?
Eu nunca fiz nada parecido com isso! Isso foi tão estranho quando aconteceu. Eu nem sabia o que era aquilo. Como “O que diabos é isso?” Então eu olhei e foi quando “O queeeeee?” Eu me lembro de ter tido “Isso é a coisa? Pessoas fazem isso?!” Eu tenho que dizer, eu nunca fui um fã fanático de ninguém. Eu definitivamente sou um fã. Quer dizer, meus fãs dizem às vezes “Oh… você é um fã disso ou daquilo” e só porque eu disse no Twitter “Oh… você soa bem nessa canção”, então eu acho que isso é ser um fã!

Com que frequência os Glamberts te param na rua?
Isso acontece ocasionalmente. Talvez não tanto na rua… (risos) Eu sei que é apenas uma expressão.

Sim, literalmente na rua, na frente de um carro.
(Risos) “Pare! Não!”

Eu pesquisei algumas perguntas de seus maiores fãs, então de agora em diante essas perguntas são diretas dos Glamberts. Primeiro, qual foi o maior “original high” que você já experimentou?
Estar em um palco pela primeira vez e cantar. Esse surto de adrenalina que você experimenta através dessa troca com a audiência não se compara a nada. Ela me mordeu e foi isso. Eu estava torrado.

Sobre o que você pensa quando vai dormir?
Meu cérebro é uma loucura. Eu penso muito. Eu penso sobre tudo que eu tenho que fazer no dia seguinte. Algumas vezes é difícil pra dormir por causa disso.

Se você pudesse fazer tudo novamente, como seria?
Eu realmente não tenho muitos arrependimentos, para ser honesto com você. Eu acho que pode ter tido algumas vezes que eu encontrei alguém em um bar ou um amigo me apresentou a alguém em uma festa ou jantar e eu não tive um bom jogo. Eu não consigo ser extrovertido e dizer a coisa certa, e então depois do ocorrido eu fico “porque eu simplesmente não falei com aquela pessoa? Porque eu apenas não falei o quanto eu o achei bonito?” Eu tenho que dizer, às vezes eu não tenho um flerte muito bom.

Um fã quer saber se você já se sentiu desconfortável vendo algumas coisas que são ditas sobre você por Glamberts no Twitter.
Eu não acho que desconfortável seja a palavra certa, mas eu não sou sempre o melhor em aceitar elogios. Eu sou muito duro comigo mesmo e sarcástico sobre algumas coisas, então é sempre lisonjeiro, mas faz eu me sentir como “Eh… Vamos falar sobre outra coisa”.

Qual é a primeira coisa que te atrai em um homem que você está interessado?
Charme. Eu acho que charme é uma coisa incrível, porque pode fazer você mais atrativo do que você realmente é, ou sem ele, menos atrativo do que você é. Eu acho que é algo que é desenvolvido conforme você vai ficando mais velho. Obviamente, eu tenho minha série de coisas físicas que eu gosto, mas se a pessoa é um idiota ou não tem personalidade vai tudo pela janela. Charme e personalidade são a chave.

Qual pergunta que você agradece nunca ter precisado responder?
Eu acho que eu já respondi a cada coisa que você consegue pensar!

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Gisele Duarte
Fontes: Adam Lambert TV e Issuu



Bonnie McKee elogia novamente Adam Lambert em entrevista ao “Album Confessions”

By in julho 27, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Notícias

Conforme havíamos publicado aqui, a cantora e compositora Bonnie McKee já havia declarado seu amor pelo trabalho de Adam Lambert. Agora, em uma entrevista ao Álbum Confessions, ela reitera sua admiração por Adam. Confiram abaixo os trechos da entrevista onde Adam Lambert é citado:

Além de [Katy] Perry, McKee ajudou na elaboração de canções memoráveis para Taio Cruz (“Dynamite”), Kesha (“C’Mon”, “Supernatural”) e Leona Lewis (“Un Love Me”, “Lovebird”) , mas destaca seu relacionamento com o glamouroso roqueiro Adam Lambert como seu favorito, quando se trabalha em estúdio de gravação.

McKee trabalhou com Lambert em seu segundo álbum “Trespassing”, que chegou ao #1 nas paradas da Billboard em 2012. creditada como co-autora nas faixas “Chokehold” e “Cuckoo”, McKee diz se sentir muito feliz de ver que essas músicas ganharam uma espécie de culto.

“Eu realmente amo Adam Lambert, e me divirto muito com ele. Ele é uma pessoa hilariante e inteligente e também um cantor incrivelmente talentoso, um dos meus cantores favoritos com quem já trabalhei”, diz ela. “Ele é cantor muito técnico e talentoso, e traz muita emoção por trás do que está cantando. Qualquer um que tiver o aval do Queen, obviamente, é especial. Ele é um artista extremamente talentoso.”

Autoria do Post e Tradução: Graça Vilar
Fontes: Adam Lambert TV e Album Confessions