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National Post: “Queen ajudou a me reformular” – Adam Lambert

By in julho 6, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas

“Queen ajudou a me reformular” – Adam Lambert lança o glamour em seu novo álbum

Nos saltos altos de seu último álbum, Adam Lambert estava à beira de um abismo comercial.

“Trespassing”, lançado em 2012, foi o primeiro álbum número 1 de Adam, e o primeiro lançamento de um artista abertamente gay a chegar ao topo da Billboard, mas as vendas diminuíram rapidamente e ele logo enfrentou problemas com sua gravadora, RCA. A empresa pediu por um álbum de cover dos anos 80, mas Adam não estava interessado.

Ele decidiu sair.

Pela primeira desde seu segundo lugar no programa “American Idol” em 2009, Lambert se confrontou com a real possibilidade de que sua carreira poderia bater em uma parede. Que ele estava prestes a desaparecer como tantos outras estrelas do “American Idol”.

Sentado em um sofá no segundo andar do Rivoli em Toronto, um dia depois de participar do Much Music Video Awards, Lambert reconta sua saída da RCA, “Quando eu decidi sair da minha última gravadora, eu tive momento de ‘Bem, eu espero que eu não tenha dado um beijo de adeus em todas as minhas chances’”, ele disse.

O medo não durou muito. No dia seguinte a Warner Bros ofereceu a Lambert um novo contrato, preparando o terreno para o seu terceiro álbum, “The Original High”, lançado no dia 16 de Junho.

Gravado na Suécia, o álbum tem como co-produtores executivos Max Martin e Shellback, os ‘fazedores de hit’ por trás de “Moves Like Jagger” de Maroon 5, “Problem” de Ariana Grande e o sucesso do álbum “1989” de Taylor Swift.

“The Original High” marca uma partida para Lambert, tanto sonoramente quanto em termos de sua imagem. O álbum é conduzido por uma via mais eletrônica do que ele já lançou no passado, pegando emprestado algumas coisas das músicas do começo dos anos 90 como C + C Music Factory e Robin S, que Lambert deve ter descoberto quando era um adolescente. É melancólico, meio-compasso e muito menos jogado na sua cara que “Trepassing” ou seu álbum de estreia, “For Your Entertainement”.

Lambert diminuiu a teatralidade. Afastou-se daquele garoto teatral que já se mostrou uma vez: o cabelo preto arrepiado, maquiagem pesada e roupas elaboradas. No Rivoli, ele usa jeans e uma blusa de gola alta. O único detalhe classicamente Glambert é o esmalte preto fosco em suas unhas.

“Dez anos atrás, minha coisa favorita era ir a um clube usando uma roupa louca e vários tons de maquiagem e ter uma noite realmente, realmente selvagem, incluindo uma pós-festa ou duas”, Lambert diz.

Agora, ele disse que precisou mudar, tanto pessoalmente como profissionalmente. “Você passa por diferentes fases. No meu último capítulo, eu estava realmente me expressando. Pesadamente. Agora eu estou em um lugar que menos é mais”. Citando uma discussão com seu recente amigo Sam Smith, Lambert explica que o mercado para um artista assumido evoluiu. “Eu estava falando com Sam Smith sobre como o ‘pós-gay’ é agora uma realidade. Nós estamos nos movendo em uma direção em que você não é mais definido apenas por sua comunidade ou orientação sexual”, ele diz “De alguma maneira, a comunidade gay está se tornando mais aberta. Porque nós estamos nos tornando mais normalizado e comum, a comunidade não é mais tão segregada e isolada como costumava ser.

Parte da transformação de Lambert se deve, sem dúvidas, a reviravolta em sua carreira ao fazer uma turnê como o vocalista do Queen.
Em 2014, a banda pegou a estrada com Lambert preenchendo o lugar do falecido Freddie Mercury com reviews favoráveis e shows esgotados. (Eles têm uma sequência de shows confirmados na América do Sul nesse outono).

Essa foi uma injeção de confiança que Lambert estava buscando. “Isso me colocou em um diferente lugar na minha carreira e na minha vida pessoal. Isso definitivamente me deu um impulso de confiança e me ajudou a me reformular em público”.

Apresentando com Queen, ele percebeu que ele podia sair dos limites da marca Adam Lambert e mudar seu estilo como um performer.

“Queen pulou entre gêneros como loucos. Eles são os reis nisso”, ele disse. Ele pausa, percebendo o que disse e revira seus olhos “ou rainha disso”.

Embora sonoramente diferente do Queen, “The Original High” fornece a chance de ele mesmo saltar nos gêneros, mais notavelmente em “Lucy” que tem o Queen, Brian May na guitarra.

E também trouxe algum sucesso comercial. Enquanto o álbum em sua semana de estreia vendeu modestos 47.000 cópias nos Estados Unidos, seu primeiro single “Ghost Town” está no Top 40 e ganhando as rádios, conquista que se deve em parte a seu vídeo, que tem mais de 6 milhões de visualizações.

O vídeo, dirigido por Hype William, é também uma prova que o maior que a vida, Lambert, não está morto. Enquanto Williams racionaliza a teatralidade de Lambert para um hipnótico vídeo em preto e branco, a filmagem parece um pouco com aqueles clubes de antigamente na West Hollywood.

Ouvi Lambert dizer que os dois dias de filmagem foram uma festa regada a marguerita e que foi convidado um grupo heterogêneo de amigos e colaboradores de Adam, incluindo o maquiador Sutan Amrull (mas conhecido como a drag queen Raja) e um grupo de dançarinos montados pela ex Pussycat Doll, Carmit Bachar.

“Eu ainda tenho minhas noites selvagens”, Lambert diz.

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Gisele Duarte
Fontes: Adam Lambert TV e National Post

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Artigo de Adam Lambert no Jornal “The Province”, Vancouver (Canadá) – 25/06

By in julho 6, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Jornal, Scans

Confira abaixo a tradução de um artigo sobre Adam Lambert publicado no Jornal The Province do último dia 25/06, de Vancouver (Canadá):

Lambert prova seu ponto

“Eu já mostrei tudo o que sei fazer” diz a ex-estrela do American Idol

Depois de uma jornada que chamou a atenção no American Idol, uma turnê no lugar de Freddie Mercury com o Queen, e dois álbuns ricos em alcance vocal, Adam Lambert finalmente sente que provou que sabe cantar.

“Eu já mostrei tudo o que sei fazer”, ele disse essa semana em Toronto, conversando no fundo de um clube de rock local.

“As pessoas sabem do que sou capaz. Mas eu acho que como ouvinte, as músicas que têm me atraído não tem ginásticas vocais. Tem a ver com o humor, textura e cor. Eu queria fazer algo mais desse tipo.”

E assim Lambert fez “The Original High”, seu álbum relativamente contido – pelo menos comparando com seu estilo glam.

Se ele diminuiu a teatralidade foi porque ele trocou os estádios por boates, trocando suas baladas poderosas por música dance eletrônica, criada com a ajuda do time sueco de Max Martin.

“Eu precisava de algo diferente para mim e novo, algo que refletisse minha vida real”, Lambert explicou.

“Quando não estou trabalhando eu vou à boates. Eu vou à festas com meus amigos. E eu queria fazer músicas que fazem parte da minha vida dessa forma – que soam como minha vida”.

“Eu amo o novo material do The Weeknd. Eu acho Miguel fabuloso”, ele acrescentou. “Quando você vai à uma boate, pelo menos em Los Angeles, você ouve house, R&B.”

O álbum chega depois de um período de reviravoltas na carreira de Lambert.

Seus dois primeiros álbuns foram lançados pela RCA. Seu segundo, “Trespassing” de 2012, estreou em primeiro lugar com colaborações com Pharrell Williams e Nile Rodgers.

O que o álbum não teve foi um grande hit, nada como “Whataya Want From Me”, que fez o primeiro álbum se tornar platina.

Quando sua gravadora sugeriu que o sucessor de “Trespassing” fosse um álbum de covers dos anos 80, ele resistiu fortemente. Agora ele tem outra marca.

“Eu estou muito orgulhoso disso, criativamente falando. Estou orgulhoso que estreou em primeiro lugar. Foi um grande passo”, ele disse sobre “Trespassing”.

“Eu queria que tivesse tido um pouco mais de vida. Havia pessoas que não sabiam sobre o álbum.”

Legenda da foto: O terceiro álbum do cantor Adam Lambert, “The Original High”, é relativamente contido. “Eu precisava de algo diferente para mim”, Lambert disse.

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Carolina Martins C.
Fontes: Adam Lambert TV



Digital Journal: O fabuloso Adam Lambert no Marquee Nightclub em Nova York

By in julho 5, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas

Já publicamos aqui que em 25/06, Adam Lambert marcou presença no Marquee Nightclub em Nova York e interpretou seu novo single, “Ghost Town”. Agora, confira uma review desta performance do Digital Journal:

Review: O fabuloso Adam Lambert no Marquee Nightclub em Nova York

Nova York – Em 25 de junho, o superstar da música pop Adam Lambert performou no Marquee Nightclub no coração de Nova York e o local estava lotado.

As portas se abriram depois das 23 horas e ele estreou seu mais recente single “Ghost Town” para uma boate de fãs aos gritos, a maioria estava cantando as letras com ele. Uma tela gigante com luzes azuis e vermelhas destacavam seu nome em segundo plano, e exibia a arte da capa de seu álbum de estúdio mais recente, “The Original High”, que ganhou uma review do Digital Journal.

Ele recebeu o apoio de dois dançarinos, mostrando alguns movimentos de sua autoria. “Obrigado, New York City. Eu amo vocês”, disse ele, após a recepção calorosa de sua performance. “Feliz Dia do Orgulho Gay!”, exclamou, em comemoração da Semana do Orgulho Gay.

Enquanto “Ghost Town” pode ser sobre as decepções na vida, seus fãs, “Glamberts”, ficaram tudo menos desapontados na noite passada no Marquee. Na verdade, seu vocal foi fantástico.

O Veredito

Assistir Adam Lambert cantar “Ghost Town” ao vivo no ambiente intimista do Marquee Nightclub valeu o preço do bilhete de entrada. Ele derramou seu coração na música, e foi capaz de bater as notas altas sem esforço, enquanto, simultaneamente, comandava o palco. Lambert é o epítome do talento. Ele ganhou uma classificação “A” por um trabalho bem feito.

E aqui confira as fotos de Adam Lambert no clube.

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Lucas Camargo
Fontes: Adam Lambert TV e Digital Journal



Starpulse: “As 10 Melhores Canções do subestimado artista Adam Lambert”

By in julho 5, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas

O site Starpulse fez uma compilação de “As 10 Melhores Canções do subestimado artista Adam Lambert”. Confiram abaixo:

1) “Whataya Want From Me” (For Your Entertainment, 2009)
2) “For Your Entertainment” (For Your Entertainment, 2009)
3) “Better Than I Know Myself” (Trespassing, 2012)
4) “Fever” (For Your Entertainment, 2009)
5) “Trespassing” (Trespassing, 2012)
6) “Time For Miracles” (For Your Entertainment, 2009)
7) “Ghost Town” (The Original High, 2015)
8) “Strut” (For Your Entertainment, 2009)
9) “Rumors” featuring Tove Lo (The Original High, 2015)
10) “Never Close Your Eyes” (Trespassing, 2012)

Além disso, o site cita mais algumas músicas incríveis e maravilhosas de Adam Lambert:

– “Music Again”, “Sure Fire Winners”, e “If I Had You” (For Your Entertainment)
– “Cuckoo”, “Shady”, e “Kickin’ In” (Trespassing)
– “The Original High” e “There I Said It” (The Original High)

Caso queira ver o artigo diretamente no site, clique aqui, navegue pela galeria e você ainda poderá ver um vídeo de cada uma das dez canções citadas na lista.

Você concorda com a opinião do site do artigo, de que Adam é um artista subestimado? Compartilhe conosco sua opinião!

Autoria do Post: Graça Vilar
Fontes: @Jadelle1 e Starpulse



The San Diego Union Tribune: Adam Lambert fala sobre música, fama e orgulho

By in julho 5, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas

Adam Lambert fala sobre música, fama e orgulho

O cantor de San Diego e ex “American Idol” discute sobre seu novo álbum, turnê com o Queen e ficar mais e velho e sábio aos 33 anos.

Adeus Glam-rock, delineador, vocais pirotécnicos, glitter e teatralidade exagerada. Olá, maturidade musical e eufemismo.

Isso pode não ter sido o mantra criativo de Adam Lambert, pelo menos não com essas exatas palavras, quando ele estava criando seu novo álbum “The Original High”. Mas o lançamento de onze músicas que saíram na última terça-feira, é facilmente o mais seguro, sofisticado e cuidadosamente calibrado trabalho da potência vocal nascida em Indiana e que viveu em San Diego. Ou, como ele mesmo declarou em sua nova canção: “I’m a grown-ass man” [Eu sou um homem crescido].

Lambert, 33 anos, reforça sua reinvenção artística impecavelmente trabalhada, menos é mais, novas canções e uma capa de álbum simples – seu rosto em preto e branco, com barba por fazer no lugar da maquiagem e nenhum glitter para ser visto.

“Eu acho que cansei de estar sempre exagerado, teatral, essas coisas ridículas, e as temáticas pop nos meus últimos dois álbuns”, ele disse por telefone de Londres, onde ele estava fazendo uma viagem para divulgar seu “The Original High”. É o seu terceiro álbum solo de canções novas depois de sua ascensão ao ficar em segundo lugar na edição de 2009 do reality “American Idol”.

“Eu queria me dirigir de volta para a realidade, para o realismo, autenticidade e coisas que são conceitos universais e qualquer um pode se relacionar com elas”, ele continuou. “Eu apenas queria me conectar com o ouvinte de uma maneira real.”

Mas seus dois álbuns anteriores refletiram a realidade musical de Lambert na época?

“Eles eram uma escolha consciente para entrar nessa realidade teatral”, ele responde.

Lambert não abandonou seu instinto afinado para o pop ou sua propensão para batidas de dança animadas. Ele não adotou uma enxuta versão acústica, não em “The Original High”, que foi produzida executivamente por Max Martin, que recentemente recebeu créditos por hits maiores que a vida, de Taylor Swift, Katy Perry e Maroon 5.

“Menos é mais”

Mas Lambert, que não tem planos para uma turnê nesse ano, está cantando com mais atenção às nuances e as sombras dinâmicas. Ele também está deixando mais espaço em seu canto, ao invés de apenas botar tudo pra fora. O resultado impressionante sugere que ele tem crescido ao perceber que as notas que ele deixa de fora são tão importantes quanto as que ele canta.

“Essa é uma boa observação”, Lambert disse. “Eu não sinto que eu tenha me segurado conscientemente, mas eu sinto como eu não estou tentando me mostrar. Eu estou tentando simplesmente transferir a emoção, de uma forma muito menos sobrecarregada. E eu já tive sucesso com isso no passado, não é como eu nunca tivesse feito uma música sutil.”

“Mas, como um álbum completo, ‘The Original High’ é mais maduro. É meio que sobre amadurecer um pouco e perceber o quão poderoso pode ser quando menos é mais, e isso – exatamente como você disse – algumas vezes simplicidade tem mais poder.”

Perguntado sobre o que ele esperava em seus colaboradores, Lambert respondeu, “Alguém que traria ideias para a mesa, muitas ideias, e alguém aberto a ideias que não eram dele, e talento não machucaria.”

Seu antigo álbum de 2012, “Trespassing” teve a colaboração de Pharrell Williams, famoso por “Happy” e “Blurred Lines”. Claramente, a abordagem de William para produção e gravação difere consideravelmente do que a feita em “The Original High”, co-produzido por Martin e Shellback. Lambert falou muito bem de todos os três.

“Trabalhar com Pharrell foi incrível”, ele disse. “Quer dizer, ele é um gênio. Ele é tão inteligente e eu sou um grande fã de seu trabalho, e tem sido assim por um bom tempo. Pharrell definitivamente tem seu estilo. É seu mundo e sua vibe, e foi emocionante fazer parte dele.”

“Com ‘The Original High’ em contraste, Max e Shellback levaram um bom tempo comigo para entender como meu som seria e para costurá-lo pra mim. É apenas dois jeitos diferente de trabalhar. Eu realmente gostei de fazer os dois álbuns. Com ‘The Original High’, eu sabia o básico, o estilo que eu queria começar. Mas isso realmente entra em foco quando você está no estúdio, criando a música. Depois de você ter várias canções, você vê a linha entre elas e pode preencher as lacunas. Quando você chega no final você pode dizer. ‘oh, eu acho que essa música precisa de ter mais desse estilo, ou humor, ou cor’”.

Ele também se beneficiou de sua parceria com Brian May e Roger Taylor da pioneira banda de rock britânica, Queen. Ele cantou a épica canção de 1977, “We Are The Champions” no “American Idol” com os dois incríveis membros do Queen. (Lambert fez sua audição para o show cantando outro clássico do Queen, a quase ópera de 1976, “Bohemian Rhapsody”).

May e Taylor posteriormente convidaram Lambert – um grande admirador do vocalista do Queen, Freddie Mercury, que morreu em 1991 – para se apresentar com eles em 2012 e todos anos depois isso. Eles se juntaram para uma turnê na Europa, América do Norte, Ásia e América do Sul sendo chamados de Queen + Adam Lambert. May é colaborador de “Lucy”, uma canção de destaque nesse novo álbum de Lambert.

O cantor riu quando perguntado o que ele aprendeu, não apenas por se apresentar com o Queen, mas também por conversar com Taylor e May no ônibus da banda durante a turnê.

“Não se preocupe com as pequenas coisas”

“Obviamente, eu peguei muito deles no palco”, ele respondeu “As músicas deles são inacreditáveis, e não é fácil cantar essas músicas. Eu aprendi uma tonelada sobre técnica. E, pessoalmente, a coisa mais fabulosa – porque eles são Queen e a realeza do rock – eles têm um jato, não um ônibus! Então isso foi emocionante.”

“Eu acho que eu peguei o senso deles de olhar o quadro maior. Eles estão nesse negócio há tanto tempo e viveram vidas plenas, então eu aprendi a não me preocupar com as pequenas coisas como eu fiz no passado. Eles veem o quadro maior e tem orgulho do seu trabalho. Outra coisa que eu peguei deles é que não é apenas seu trabalho e carreira, você também tem que prestar atenção a sua vida e ao seu coração.”

Lambert não tinha nem 10 anos quando ele deu seu coração para a música.

Ele fez sua estreia nos palcos no Teatro Lyceum em San Diego em 1991 com o Teatro Educacional Metropolitan apresentando “Yo’re a Good Man, Charlie Brown”. Em 2000, logo depois ele se graduar na Mt. Carmel High School, ele ganhou uma boa review de um crítico do Teatro San Diego Union-Tribune, Pam Kragem, pela sua performance no Moonligh Amphitheatre sendo Doody no musical “Grease”. “Você fez sua pesquisa, senhor!”, Lambert disse “Sim, San Diego!”

Sua epifania musical, no entanto, não veio de “Grease” ou “Charlie Brown”.

“Eu acho que eu estava com uns 12 ou 13 anos, e eu estava trabalhando no Metropolitan por um tempo e amando”, ele lembra. “Nós estávamos fazendo ‘Fiddler on Roof’ Eu acho que era no Poway Center for the Performing Arts, e eu era um soldado russo (Fyedka) que tinha um grande vocal (‘To Life’). Eu sentei na mesa e segurei aquela nota o mais tempo que eu consegui – aquela grande, poderosa nota de tenor.”

“Eu conseguia fazer por mais tempo e no tom mais certo do que qualquer outra criança, e eu consegui o apoio de todos. Todo mundo aplaudiu e eu me senti bem que eu consegui fazer as pessoas aproveitarem aquele momento. É a memória mais clara para mim, quando eu penso nisso. Foi um momento de aprendizagem que me fez pensar que eu tinha algo de especial.”

Lambert foi inspirado por algum talento musical de San Diego que alcançou o estrelato, de Tom Waits e Well até Blink-182 e P.O.D?

“Quando eu estava no ensino médio, eu descobri que Blink-182 era de San Diego”, ele respondeu. “Isso foi emocionante e definitivamente criou um burburinho pela escola. – que eles eram do nosso bairro. Mas eu não tinha aspirações de entrar no mundo da música naquela época.”

Lambert mudou para Los Angeles quando ele tinha 18 anos e participou de uma temporada como substituto em “Wicked” mas que não deu muito certo e o tirou do mundo do teatro musical (“Aquilo não estava sendo pra mim o que eu pensei que seria”). Ele formou uma banda e cantou em todos os lugares que pode.

Ele riu quando perguntado sobre seu pior dia de trabalho em Los Angeles e se inspirou ele a escrever uma música sobre.

“Eu trabalhei em vários empregos de varejo, ingratos empregos de varejo, no começo dos meus 20 anos”.

Ele riu novamente. “Eu nunca escrevi uma música sobre isso, não foi um dos tempos favoritos da minha vida. Calça de brim dobradas não são um destaque!”

Então, graças ao “American Idol” em 2009 veio o estrelato, seu primeiro álbum solo e turnê, Queen e muito mais. O caminho para o estrelato tem sido gratificante e desafiador, como Lambert prontamente reconhece agora.

“Oh, cara, tem tantas coisas que eu não sabia antes de chegar nele”, ele disse.

“Como fãs da música, é realmente fácil pensar que algo vai para uma direção, então você descobre que é em uma outra direção. Você descobre o quanto de negócios faz parte o negócio da música. Há muita política e finanças envolvidas. É mais complicado do que qualquer um percebe e eu ainda estou aprendendo meu caminho através disso. Felizmente, eu aprendi muito e é importante você ter o
time certo com você, e eu sinto que tenho isso agora.”

Seis anos depois do “Idol” o lançar ao centro das atenções, Lambert é mais velho, sábio e mais confortável com ele e com quem ele realmente é. Ele ressalta seu crescimento em “There I Said It”, uma balada de seu novo álbum que mostra ele orgulhosamente se referindo a ele mesmo na letra da música como um “um homem crescido”.

“Eu acho que essa frase faz as pessoas rirem”, ele reconhece. “Mas eu dizendo que sou ‘um homem crescido’ é uma maneira de dizer que eu cresci. Eu definitivamente sou um pouco bobo, mas essa canção é uma espécie de hino desafiante sobre não se desculpar por ser quem você é. É sobre se erguer e não se esconder nas sombras, e ficar animado sobre ser exatamente como você é. Eu estou muito feliz com essa canção. É o momento do álbum que me permite fazer uma declaração, e é uma balada bem preenchida.”

Ele estava se escondendo nas sombras antes de alcançar a fama – e antes de toda essa grande publicidade quando ele se assumiu em 2009 durante uma entrevista para a Rolling Stone?

“No início eu tinha minhas próprias lutas sobre quem eu era e minha identidade na indústria da música”, Lambert disse. “E antes disso, com audições para peças, houve uma certa quantidade de conformidade sobre como as coisas tinham que acontecer. Eu estava pensando, ‘oh, eu tenho que ser dessa maneira ou as pessoas não gostarão de mim e eu não conseguirei o trabalho.’ Agora, eu sinto que estou em um lugar – e com essas canções – que eu não vou me comprometer.”

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Gisele Duarte
Fontes: @UnionTrib e The San Diego Union Tribune



Tradução da Entrevista da Revista Di Weekend (Suécia) – 26/06

By in julho 5, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Revistas

Já havíamos publicado aqui os scans da entrevista de Adam Lambert na Revista Di Weekend, da Suécia e aqui algumas fotos. Agora, confira a tradução desta entrevista:

“Eu não preciso mostrar tudo o que sei fazer”

Os vocais de Adam Lambert o tornaram um astro do American Idol e no cantor do Queen após Freddie Mercury. Mas são necessários hits poderosos para se tornar uma mega estrela internacional – e agora ele conseguiu a ajuda de profissionais suecos para isso. Jan Gradvall do Di Weekend conversou com o artista americano em uma de suas várias visitas à Estocolmo.

Adam Lambert
Idade: 33
Onde mora: Los Angeles
Passado: Finalista no American Idol de 2009. O show será cancelado ano que vem, após sua 15ª edição. As maiores estrelas a emergir do show são Carrie Underwood, Kelly Clarkson e Adam Lambert.
Atualmente: Novo álbum solo, “The Original High”, gravado em Los Angeles e Estocolmo. Faz turnês com o Queen no lugar de Freddie Mercury.

Adam Lambert consegue assistência sueca para o topo

Quanto vale uma voz? Essa é uma pergunta abstrata, mas no caso de Adam Lambert, temos uma resposta exata: 48 milhões de dólares. Antes de uma turnê, quatro anos atrás, sua voz recebeu um valor que chocou o mundo musical. Ao mesmo tempo, há vários que argumentam que sua voz poderia valer o mesmo que o pé de Lionel Messi.

Adam Lambert, nascido em 1982 em San Diego, tem uma voz com uma grande força, e talvez até mais alcance que qualquer pessoa na música pop hoje.

Sua capacidade vocal o coloca nos mesmos níveis de Whitney Houston e Aretha Franklin.

Brian May, do Queen, disse que percebeu a voz extraordinária de Adam Lambert em 2009, quando ele cantou “Bohemian Rhapsody” no American Idol durante sua audição.

A oitava temporada terminou com os dois finalistas, Adam Lambert e Kris Allen, cantando “We Are The Champions” com o Queen.

O vice-campeão se tornou o vencedor

Foi Kris Allen quem ganhou o American Idol, mas o outro finalista que se tornou o real vencedor.

Quando Freddie Mercury faleceu em 1991, Queen o substituiu por Paul Rodgers, do Free e Bad Company, durante suas turnês de reunião nos anos 2000. Mas depois da performance de Adam Lambert durante o American Idol, deram tchau à Paul Rodgers após 5 anos de parceria.

Desde então, Adam Lambert segura esse trabalho. Depois de fazer uma turnê pela Europa na primavera, a banda continua na América do
Sul no outono.

Três semanas após a final do American Idol de 2009, Adam Lambert se tornou o primeiro, e continua sendo o único, participante do programa a parar na capa da Rolling Stone. A manchete era “Idol Selvagem”, com Adam em uma pose provocante. Na mesma entrevista com a Rolling Stone, ele falou pela primeira vez publicamente sobre ser gay.

Mirando um sucesso internacional

Como um artista solo, Adam Lambert se tornou uma grande estrela nos EUA. Seu primeiro álbum, “For Your Entertainment” de 2009, ficou em terceiro lugar na lista da Billboard, e “Trespassing” de 2012 em primeiro.

Mas ele não teve os grandes hits para torná-lo uma estrela internacional. Isso é algo que deverá mudar nesse verão.

Em seu novo álbum, “The Original High”, que foi lançado semana passada, Adam Lambert foi ajudado pelos dois compositores de mais sucesso no mundo: os suecos Martin “Max Martin” Sandberg e Johan “Shellback” Schuster.

“A capacidade de sua voz é inacreditável”, diz Shellback.

“The Original High” foi gravado em duas cidades que lideram o desenvolvimento da música pop atualmente: Los Angeles e Estocolmo. Adam Lambert passou dois meses no estúdio Wolf Cousin em Roslagsgatan, Estocolmo.

No total, 19 compositores suecos foram envolvidos para a criação do álbum. Isso cria uma imagem de um carro de Fórmula 1 rodeado por mecânicos fazendo o motor funcionar perfeitamente.

Amargo e mais calmo

Esse carro estava parado nesse dia no Oscar’s Theatre. A gravadora tocou o novo álbum para os fãs que foram especialmente convidados, os chamados Glamberts, que também tiraram selfies com seu ídolo e modelo.

Esses não são fãs adolescentes, mas sim homens e mulheres de todas as idades. Todos com histórias sobre o que Adam Lambert significa para eles.

Depois, Adam Lambert senta-se em uma cadeira. Ele toma água de uma garrafa de dois litros que ele leva consigo o tempo todo.
“Eu fico desidratado facilmente quando voo”, ele diz com uma voz profunda.

O álbum parece um pouco mais amargo e calmo do que os outros.
“Isso é provavelmente porque eu vivi a parte mais teatral e glam da minha personalidade com o Queen. Com eles, eu pude extravasar. Eu queria que o álbum refletisse outro lado de minha personalidade.”

O que você aprendeu com Max Martin e Shellback?
“Eles me lembraram não só o que é ser um cantor mas também um ouvinte. Me ensinaram a pensar o que uma música faz o ouvinte sentir pela primeira vez e também pela 50ª. Então você percebe que ‘menos é mais’ é uma boa regra. Eu não preciso mostrar tudo o que sei fazer o tempo todo, eu posso me segurar.”

Há uma grande diferença entre cantar em um palco e em um estúdio.
“Verdade. Nos meus primeiros álbuns eu lidei com o processo de gravação da mesma forma que eu tomo o palco. Eu achava que tinha que fazer uma performance ao vivo no estúdio. Eu tenho um passado no teatro, então é isso que eu sei. Mas dessa vez eu me encontrei longe de casa em uma atmosfera mais calma, e eu pude ouvir mais meu lado melancólico.”

Em várias de suas letras você se refere à Hollywood – a antiga Hollywood, um mundo glamouroso mas ao mesmo tempo obscuro.
“Eu morei em Los Angeles pelos últimos 14 anos. A antiga e nova Hollywood é a mesma ilusão. As pessoas têm uma percepção do que é Hollywood, mas na realidade tem muita tristeza. Agora eu estou bem, mas passei por tempos obscuros. Eu tenho amigos que vieram para a cidade com grandes esperanças mas deram de cara com uma parede. Há muito disso. Crises de identidade. Pessoas que sonham com o sucesso mas não conseguem alcançá-lo.”

O que é o “The Original High” que você fala na faixa-título do álbum?
“Há muitas coisas que podem nos fazer sentir vivos. O que eu penso é voltar ao que criou essa vontade. Pode ser a própria vida. Pode ser amor, ou sexo, ou a emoção de performar pela primeira vez. Ou no meu caso, ir em turnê com o Queen. Meu trabalho é trazer antigas memórias para a audiência. Relembrá-los do porquê eles se apaixonaram pelo Queen. Então há esse outro aspecto. Para lembrá-los das músicas fantásticas que Freddie criou.”

Você canta um dueto com Freddie Mercury na tela de vídeo?
“Não é exatamente um dueto, mas há momentos em que cantamos juntos.”

Na música “Lucy”, você fala sobre uma gangue juvenil chamada The Diamond Dogs. Essa é uma referência bem óbvia à David Bowie.
“Bowie é fantástico. Eu cresci com a coleção de músicas dos meus pais. Eu me lembro de quando meu pai pegou a capa de “Diamond Dogs” pela primeira vez. Para mim, Bowie é mais um ícone de estilo do que uma influência musical. O que ele criou foi único. Muitos pegaram emprestado dele.”

Bowie também borrava os limites. Entre rock e disco, entre hétero e gay.
“Eu amo a era glam rock. Todos os limites estavam borrados. Minha mãe também me mostrou outras influências musicais. Ele tinha muito Al Green, Bob Marley. As músicas que cresci ouvindo era o que meus pais ouviam nos anos 70.”

Com o que seus pais trabalham?
“Meu pai (Eber Lambert, origem norueguesa) trabalha com comunicação móvel. Quando eu estava crescendo, ele trabalhava na companhia sueca Ericsson. Minha mãe (Leila Lambert) é uma higienista dental.”

Você trabalhou com várias caridades e com suporte à escolas públicas.
“É um projeto chamado Donors Choose, que começou há 15 anos. Através deles você pode doar dinheiro online à projetos específicos e até para professores específicos. Eu frequentei uma escola pública em San Diego, então eu sei o quanto dinheiro extra significa.”

O que você gostava mais na escola?
“Eu gostava de Inglês e História, e tinha dificuldades com Matemática e Ciências. Mas o que significou mais para mim foram as atividades extracurriculares, matérias fora do currículo normal. Podem ser matérias artísticas como teatro ou coral. Para mim isso foi crucial durante minha infância. Quando a escola tem que guardar dinheiro, o orçamento dessas atividades é cortado.”

É assim que funciona aqui na Suécia também, infelizmente.
“Isso é incrivelmente estúpido.”

Quando você começou a cantar?
“Eu comecei a fazer diferentes produções para o teatro musical quando tinha nove anos. Eu amava.”

Você tinha aulas de canto?
“Sim, eu comecei a fazer isso com 13 anos de idade.”

De que forma? Cantando escalas?
“Sim, tudo isso. Mas eu tinha uma professora que me ensinou não só as técnicas como também como cantar em geral. Ela se tornou uma mentora para mim, e me introduziu à todos os clássicos: filmes, musicais, músicas. Ela me ensinou sobre grandes cantores, grandes compositores. De certa forma, é como se eu tivesse conseguido minha educação de uma geração prévia.”

Mesmo sem saber, isso é mostrado em sua artisticidade.
“Isso é provavelmente verdade. Eu carrego comigo coisas da era de ouro do entretenimento que ela me ensinou.”

Então você assistia vídeos durante essas aulas?
“Sim. Ela também me ensinou sobre a história gay, todos os ícones.”

Como Judy Garland?
“Judy Garland, Liza Minnelli, Barbra Streisand. Eu consegui toda essa educação com ela. Eu nem havia saído do armário nessa época. Eu falei para os meus pais quando eu tinha 18 anos. Mas minha professora vocal sabia disso sem perguntar. Ela sabia. Eu também continuei dividindo o conhecimento que ela me deu. Eu tenho amigos gays que acham que tudo começou com Beyonce. Então eu os ensino, ‘Esse é Bob Fosse, e é isso que você tem que saber’.”

Há detalhes na produção que eu sinto que são Bob Fosse. Estalar os dedos. Assobiar.
“Definitivamente. As coisas estão mais dramatizadas. Bem Fosse.”

Você vai à musicais hoje em dia?
“Não, eu me cansei um pouco disso. Muito do que é colocado na Broadway atualmente é para turistas. Não há riscos. Eu me lembro de quando era criança e vi Tommy by The Who em San Diego. Foi incrivelmente legal. Tinha coragem. São experiências assim que procuro.”

Outra caridade que você ajuda é o The Trevor Project, que ajuda a juventude LGBT.
“Trevor Project é fantástico. Eles trabalham com prevenção de suicídios. Qualquer um pode ligar para um número grátis a qualquer hora para conseguir ajuda e aconselhamento.”

Há pessoas que te procuram e te dizem coisas pessoais?
“Eu não fazia ideia de como isso afetaria as pessoas depois de me assumir gay após o American Idol. Eu recebo muitas cartas, fãs que me dizem que eu os fiz ver as coisas de outra maneira.”

O American Idol alcança todo o país. Como que ele reagiu a essa notícia?
“Houve alguns obstáculos na estrada, mas eu fico feliz de ver o quão rápido as atitudes das pessoas estão mudando. A próxima geração já não liga. Para eles já é passado, eles estão indiferentes. E é exatamente isso que eu quero alcançar.”

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução Sueco/Inglês: Adam Lambert Sverige
Tradução Inglês/Português: Carolina Martins C.
Fontes: @AdamLambertSwe e Adam Lambert Sverige



Diretor Executivo da Warner Bros. cita Adam Lambert em entrevista à Hits Daily Double

By in julho 4, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas

O Diretor Executivo da Warner Bros., Cameron Strang, em um extensa entrevista à Hits Daily Double, onde fala sobre diversos assuntos relacionados à sua vida e à gravadora, cita Adam Lambert no parágrafo traduzido abaixo, confiram:

Hits Daily Double: Quando as pessoas pensam na Warner Bros., eles acham que só há artistas de qualidade, que têm carreiras muito longas, mas não há muitos astros pop como Jason Derulo ou Adam Lambert. Você sente que é uma área que vocês precisam desenvolver?

Cameron Strang: Eu acho que se você olhar para nossa lista hoje, o que estamos construindo não é muito diferente das listas históricas, nesses atos atemporais, e ainda temos deles. Todo mundo de The Black Keys para Tom Petty para Red Hot Chili Peppers para Muse. Não é uma lista exaustiva, mas historicamente também tivemos Madonna e Prince. Hoje, temos Jason Derulo e Adam Lambert e mais coisas estão chegando que se inclinam ao pop, mas eu não penso que nós estamos caminhando cada vez para ser semelhante a alguns de nossos concorrentes, onde temos apenas o pop e nenhuma outra coisa.

Autoria do Post: Graça Vilar
Fontes: Adam Lambert TV e Hits Daily Double



Adam Lambert conta a iHeartRadio a história por trás de cada uma de suas tatuagens

By in julho 3, 2015 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos, Rádio

Ao passar recentemente pelo QG da iHeartRadio em Nova York (EUA), Adam Lambert além de falar sobre sua nova música, comentou também sobre cada uma de suas tatuagens. Confira a seguir:

Entrevista: Histórias das tatuagens com Adam Lambert

Adam Lambert acabou de lançar seu novo álbum “The Original High” – seu terceiro álbum de estúdio – e nós não conseguimos parar de ouvi-lo! Adam recentemente parou no QG da iHeartRadio na cidade de Nova York e conversou com a gente sobre suas novas músicas… e suas tatuagens!

Adam Lambert sobre seu novo álbum “The Original High”

“Saiu! Estou tão feliz! Quer dizer, eu amo todas as faixas, obviamente. O single atual é ‘Ghost Town’ e eu o adoro, e estou animado que as pessoas estejam gostando e ouvindo a música no carro e na esteira e nos clubes. Quer dizer, era isso o que eu queria, sabe? Eu quero conectar as pessoas com música e eu adoraria sair em turnê no ano que vem e montar alguma coisa. É isso que me motiva, cantar, então eu tive que dar um jeito de fazer isso. E, com sorte, um ótimo álbum vai me conectar à minha audiência e me dar mais oportunidades.”

The “Original High” é impulsionado pelo seu primeiro single “Ghost Town”. A canção é um pouco diferente do que nós ouvimos de Adam no passado, mas nós estamos amando isso totalmente! Lambert nos diz que essa música, “meio que põe dois estilos diferentes juntos, o que eu acho muito interessante. É como múltiplas personalidades.”

Sobre a história por trás da música “The I Said It” em “The Original High”

Adam também falou sobre uma música em seu álbum chamada “There I Said It”. Ele nos contou que a balada é muito pessoal para ele, e que ela é sobre não pedir desculpas sobre quem você é e falar o que lhe vem à mente.

“Há uma música chamada ‘There I Said It’ que é tipo, uma grande balada. É um tipo de hino sobre não pedir desculpas por ser quem você é, e falar o que se passa em sua mente e manter as coisas reais. Porque é fácil na vida real, e mais especificamente para mim, nos negócios, ser tentado a dar as pessoas o que elas querem, meio que se editar. Mas esta música definitivamente diz ‘não, eu não vou fazer isso. Então pronto, eu falei.’”

Bem, qualquer glambert de carteirinha sabe que Adam tem muitas tatuagens. De fato, seus braços são o lar de várias peças de arte únicas. Enquanto no QG da iHeartRadio, o cantor falou sobre todas as suas tatuagens e o que as inspirou.

SAIBA MAIS SOBRE AS TATUAGENS DE ADAM LAMBERT E SUAS HISTÓRIAS, ABAIXO

Os braços de Adam Lambert podem estar cobertos de tatuagens agora, mas ele não fez sua primeira até os 27 anos. De fato, ele fez sua primeira tatuagem, um olho egípcio, logo antes de começar no “American Idol”, pensando que talvez isso fosse protegê-lo enquanto ele estivesse na frente das câmeras.

Sobre sua primeira tatuagem – O OLHO EGÍPCIO:

“Minha primeira tatuagem foi esse Olho de Hórus, e eu o fiz logo antes de entrar no ‘American Idol’. Eu sempre tive… eu invento motivos para as coisas, e eu pensei tipo, ‘É, eu preciso de um tipo de proteção, porque eu vou estar em frente às câmeras, e isso vai me proteger’. E eu realmente amo o Egito. Eu sempre amei o Egito.”

Adam nos conta que fez a maioria das suas tatuagens em ordem. Por exemplo, acima do olho egípcio, há um símbolo do infinito, que Lambert diz representar a troca de energia entre ele e seus glamberts quando ele está no palco.

Sobre sua tatuagem do INFINITO:

“Isso meio que simboliza para mim a troca que tenho com a plateia quando estou me apresentando. É uma coisa de energia. Você lança alguma coisa para eles e eles te devolvem alguma coisa. É tipo… Eu não sei, parece um loop infinito.”

Acima das duas primeiras há uma chave, que é inspirada por uma obra de arte que ele comprou de um amigo. Essa peça de arte acabou virando uma obra de arte em seu braço direito.

Sobre sua tatuagem de CHAVE:

“Esta aqui, a chave, é de uma peça de arte que eu comprei de um amigo, esse cara chamado Hans. E esse é um dos elementos da peça, que eu pensei que era bem legal e eu disse ‘Eu vou tatuar isso. Eu gosto dessa chave.’ Então eu tatuei!”

Além da inspiração espiritual e artística, Adam também tem tatuagens de citações que têm um significado. Em seu braço esquerdo, ele tem uma tatuagem onde se lê “Musica Delenit Bestiam Feram”, que significa “A Música Acalma a Besta Selvagem”, em latim. Adam nos conta que ele fez esta no Japão.

Sobre sua tatuagem “MÚSICA DELENIT BESTIAM FERAM”:

“Eu sinto que a música tem essa influência na vida, que pode meio que alterar qualquer coisa. Pode alterar seu humor, não importa qual seja ele. Se você está tendo um dia ruim, você pode colocar um certo tipo de música que te faz sentir melhor. Se você está estressado, e você precisa relaxar, você pode colocar uma música relaxante. Você pode tocar uma música para o sexo. Você pode colocar uma música para malhar que te deixa motivado. Isso muda você. E essa diz que música acalma a besta selvagem, então ela pode acalmar o seu fogo interno, ou qualquer coisa do tipo.”

No ombro e topo do braço direito de Adam, há esta tatuagem inspirada na mitologia Grega – Dionísio, para ser exato. E o que conecta Dionísio com as tatuagens em volta são designs inspirados no estilo Barroco.

Sobre sua tatuagem de DEUS GREGO e DESIGN BARROCO:

“Eu fiz essa em Hong Kong. É tipo Dionísio, mais ou menos. É como um mito grego. E este é o deus de – há um monte de interpretações diferentes para isso. É meio um ele, meio um ela. É meio que tanto faz, porque Dionísio era o deus das festas e bons momentos, da arte e da criatividade e do vinho. E ele está soprando vento, ou melhor, água. Então essa garota chamada Kim, em LA, criou toda essa arte em volta para conectar tudo.” Ele acrescenta, “Eu fiquei muito inspirado pelo design Barroco, tipo velho, meio que… as coisas que você vê em Paris quando passeia por lá. Muita arquitetura e entalhes e coisas desse tipo.”

Dentre todas as tatuagens que Adam tem, o cantor nos disse que os desenhos Barrocos foram os mais doloridos de fazer – principalmente ao redor do cotovelo.

“Nós chegamos na área do cotovelo com esse design Barroco. A razão de isso ter cores tão ricas é que ela faz uma coisa muito diferente… nós fizemos cinco ou seis sessões para esta aqui. Ela deixava cicatrizar e então entrava com um tom mais claro ou mais escuro, para dar profundidade. Então quando nós chegamos perto do cotovelo foi bem hardcore. Eu estava suando. Minhas bolas estavam suando.”

Sobre sua tatuagem do “Q” E A TURNÊ COM O QUEEN:

É claro que Adam tinha de comemorar seu tempo com a icônica banda Queen fazendo outra tatuagem. Então ele fez o “Q” em seu braço direito, e de acordo com Adam, esta possivelmente é sua tatuagem mais significativa.

“Oh, isso foi doido. Eles são tão legais. E na verdade, Roger, o baterista, e eu, nós… Na verdade ele tem muitas tatuagens nas pernas, que ele só fez nos últimos 15 anos mais ou menos, acho que foi isso o que ele disse. Então ele está apenas começando com as tatuagens também. Nós definitivamente conversamos muito sobre tatuagens e coisas assim.”

Enquanto ele estava em Londres com o Queen, Adam fez uma tatuagem de desenhos de diamantes – uma peça muito intrincada desenhada no Adobe Illustrator e tatuada nele de modo único.

“Eu estava em Londres no ano passado ensaiando com o Queen e eu fiz esta aqui. Esse cara chamado Maxime, ele trabalha em uma loja chamada Sang Blue em Londres e seus trabalhos são tão legais. Eu comecei a segui-lo no Instagram e fiquei tipo, ‘Qual é a desse cara?’ Eu adoro as coisas dele. Então eu sentei com ele e ele gerou tudo isso no Adobe Illustrator em seu computador. Eu fiz isso com ele. Nós bolamos um design que gostamos, e ele imprimiu o desenho em papel contact, colocou no lugar e tatuou. E quando ele desenha, são basicamente linhas. E quando ele põe isso na pele, ele faz as sombras e as nuances a mão livre.”

Sobre seu MOSAICO e o TRIÂNGULO DE PONTA-CABEÇA:

“É apenas, tipo, um padrão muito legal. Eu tinha visto vários padrões que ele fez e nós consideramos várias opções e eu encontrei essa que eu gostei e ele fez.”

“Um triângulo de ponta-cabeça significa gay. Então é tipo uma declaração. Você sabe, eu sou uma aberração, e eu amo isso.”

A maioria das tatuagens de Adam está em seus braços, mas ele tem uma em sua clavícula, em homenagem ao seu novo álbum “The Original High”, e sua faixa-título. No refrão de “The Original High”, Adam canta “Chasing The Original High” – que foi a tatuagem que ele fez.

Sobre sua tatuagem “CHASING THE ORIGINAL HIGH”:

“Esta provavelmente é a mais relevante. Esta é a última.”

Sobre sua tatuagem de LUA CRESCENTE:

“É um pequeno crescente. Só a lua. Eu gosto da noite. É o período certo.”

Sobre seus planos para futuras tatuagens:

“Eu acho que se eu continuar, será tipo, para o peito ou nas minhas costas. Acho que vou manter este (seu braço esquerdo), pela metade. Manter esse braço livre. Mas eventualmente, como eu disse, talvez na parte de trás do pescoço e a parte de cima das costas? Nada muito alto no pescoço, mas no topo das costas. Talvez eu faça algo ali. Não sei.”

E enquanto ele soa definitivamente aberto à ideia de fazer mais tatuagens, ele não sabe exatamente o que ele faria. Mas ele ama coisas abstratas.

“Eu ainda não sei. Ainda não descobri. Eu gosto dessas coisas abstratas que não são necessariamente específicas, mas que são muito legais. Eu gosto disso. Eu acho que é como decoração.”

Autoria do Post: Josy Loos
Tradução: Stefani Banhete
Fontes: Adam Lambert TV e 100.3 WNIC