Archive for the ‘Artigos e Entrevistas’ Category


Digital Journal: “Os 5 Melhores Vocalistas Masculinos da História do American Idol” – Adam Lambert

By in julho 31, 2014 • Filed in: American Idol, Artigos e Entrevistas, Fotos

O site Digital Journal publicou uma avaliação com “Os 5 Melhores Vocalistas Masculinos da História do American Idol”, onde, como não poderia deixar de ser, Adam Lambert é relacionado. Confiram abaixo a relação dos melhores vocalistas eleitos pelo site, e o que foi publicado sobre Adam Lambert:

David Cook

Adam Lambert: Embora Adam Lambert não tenha vencido o American Idol durante a sua oitava temporada, ficando em segundo lugar, é seguro dizer que ele tem sido muito mais bem sucedido do ponto de vista comercial. Seu segundo álbum, Trespassing, alcançou o topo nas paradas de todo o gênero Billboard 200, e além de sua indicação ao Grammy de “Melhor Performance Vocal Pop Masculina” por “Whataya Want From Me”, ele está viajando pelo país com a banda de rock icônica, Queen, esgotando ingressos para shows em grandes palcos… E como o Digital Journal já noticiou, Lambert e Queen realizaram um show incrível no Madison Square Garden, em Nova York.

Chris Daughtry

James Durbin

Phillip Phillips

Se quiser ver o artigo diretamente no site, e visualizar todas as fotos, clique aqui.

Fontes: Adam Lambert TV, Digital Journal (1) e Digital Journal (2)

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TVNZ News One: “Queen está vindo à Nova Zelândia, com um convidado muito especial, Adam Lambert”

By in julho 30, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert, Shows, TV

Conforme publicamos aqui, depois de décadas, Queen anunciou dois shows, agora com Adam Lambert nos vocais, confirmados até agora para a Nova Zelândia.

O site da TVNZ News One levou ao ar uma pequena matéria, em que fala sobre os shows e enfatiza que “…o Queen está vindo à Nova Zelândia, com um convidado muito especial, Adam Lambert.” e mostra imagens de Adam no American Idol, e sua apresentação com o Queen na época.

Além disso, a reportagem da TV também fez uma entrevista com o glambert Aidan McEwan, que recebe a reportagem em sua casa, mostrando seu quarto literalmente tomado por material sobre Adam como fotos, poster CD’s e tudo o mais. Aidan é irmão de um dos glamberts mais dedicados e conhecidos por todos, também da Nova Zelândia, Liam McEwan. (Você pode saber mais sobre Liam, clicando em algumas de nossas publicações anteriores, aqui e aqui).

Liam também aparece no vídeo a partir dos 01m22s, e, recentemente, ele entrevistou Adam Lambert, falando sobre o show da Nova Zelândia, entre outras coisas, entrevista essa que você pode conferir clicando aqui.

Confiram o vídeo da TVNZ News One clicando aqui. E abaixo, confiram a tradução do que Aidan e Liam MvEwan falam neste vídeo, à Erin Conroy, da TVNZ News One, sobre Adam e a turnê:

Erin: Adam cantando Freddie, e nasce uma nova geração de fãs do Queen. Porque são fãs de Adam Lambert, como Aidan McEwan, de 16 anos que vão conseguir ingressos para o show de Auckland e quando eu digo fã… eu falo sério. Quando você começou a colecionar todo este material? [de Adam].
Aidan: Eu comecei mais ou menos no início de 2010, eu compro coisas online.
Erin: Nós estamos olhando para um dos maiores glamberts da Nova Zelândia, o que significa um fã de Adam Lambert. Lambert foi vice-campeão do American Idol em 2009, mas não realmente um perdedor, já que, na final, ele cantou com seu ídolo, Queen. Talvez seja o que fez selar o negócio para esta turnê.
Aidan: Assim que esses bilhetes estiverem à venda, eu vou comprá-los.
Erin: Foi em 1985, quando o Queen passou por aqui, e Freddie e a banda concederam uma rara entrevista, seis anos antes da morte do cantor. E, para os fãs de Adam Lambert, o único rival de Aidan em ser o maior glambert passa a ser seu irmão mais velho, Liam. O apresentador de rádio realizou uma entrevista por telefone com o próprio Adam.
Liam: Nós conversamos por cerca de quinze minutos, mais ou menos, assim que respondemos ao telefone, ele falou: “Hey, aqui é Adam, Liam está?” e eu falei “Sim, sou eu, oi”, foi muito legal.
Erin: Estes glamberts encontraram alguém para amar, agora eles só têm que esperar pelo show, em Setembro.

Fontes: Adam Lambert TV e TVNZ News One

Tradução do vídeo: Sandra Saez



Plateia canta “Parabéns pra vc” para Roger Taylor durante o Show Queen + Adam Lambert de Atlantic City (EUA) – 26/07

By in julho 30, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos, Vídeos

Conforme publicamos aqui, Brian May, do Queen, completou 67 anos, no dia do Show de Uncasville, CT (EUA).

Neste sábado (26) foi a vez de Roger Taylor fazer aniversário, completando 65 anos. Brian May postou, em seu blog, a foto de Roger, acima, com a mensagem: “Feliz Aniversário de 65 anos, Roger!”, relacionando as comemorações feitas nas datas de seu aniversário, nos locais por onde a banda passou nas ocasiões.

O aniversário de Roger foi comemorado durante o Show de Atlantic City, NJ (EUA). Assistam o vídeo abaixo, quando, aos 10m00s Adam anuncia que é aniversário de Roger e canta “Happy Birthday” juntamente com a plateia para ele. Em seguida, Brian May pergunta ao público o que eles acham do “novo cara”, indicando Adam, ao que todos gritam efusivamente expressando sua aprovação. Confiram:

Fontes: Adam Lambert Fan Club (1), Adam Lambert Fan Club (2) e TALCvids/YouTube



Premier Guitar: Esmiuçando o equipamento: Brian May do Queen

By in julho 29, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos, Vídeos

O site Premier Guitar fez uma entrevista com Brian May, detalhando as guitarras e os equipamentos usados por ele nos shows.

No vídeo, Jason começa por falar com o técnico de guitarra de Brian May, Pete Malandrone sobre as guitarras, e em seguida, senta-se com o guitarrista do Queen, para falar sobre seus equipamentos. Confiram o vídeo na íntegra abaixo, e em seguida um resumo sobre a explicação dos seus equipamentos:

Esmiuçando o equipamento: Brian May do Queen

Se houvesse um “Monte Rushmore” dos heróis de guitarra britânicos, Brian May, do Queen, iria adornar esse monte. Conversamos com May e o seu técnico de guitarra de já há muito tempo, Pete Malandrone, na turnê de verão de Queen + Adam Lambert, sobre os seus efeitos minimalistas, amplificadores Vox, e claro, da “Red Special”.

Guitarras

Quase toda a carreira de Brian May tem sido passada com a guitarra que ele e o seu pai construíram em 1964. A “Red Special” é uma guitarra com três captadores, de corte duplo e captadores “Burns” e um amplificador único (na altura) que permite a May cobrir um grande número de tons. Segundo ele, tudo na sua guitarra continua tal como estava originalmente, exceto as cravelhas [ver nota 1] e a ponte.

Durante um show típico, May muda de guitarra para duas músicas: “Fat Bottomed Girls”, onde é afinada em drop-D e é tocada com uma réplica da Red Special, verde, que foi construída pelo “luthier” [ver nota 2] britânico Andrew Guyton.

Para “Crazy Little Thing Called Love”, ele usa outra réplica da Red Special Guyton, que é acrescida de um “buraco em F” – que estava no desenho original desta guitarra feito por May – sem alavanca do trêmulo, e um captador piezo interno que é utilizado na abertura de “Crazy Little Thing Called Love”. Todas as guitarras são compostas por cordas Optima 24 Carat Gold .009–.042.

May arrasa nos vários modelos Red Special com a ajuda de moedas de seis centavos porque lhe dão a derradeira sensação de controle de toque, o que lhe permite sentir qualquer contato que esta tenha com as cordas. E ainda gosta de usar as bordas serradas da moeda para uma dentada a mais.

Amplificadores

Em vez de usar uma caixa sua para distorcer o tom, May usa simplesmente o controle de volume da sua guitarra para tirar tudo o que ele precisa do seu Vox AC30. Os amplificadores estão configurados como processado-não processado-processado, com o amplificador central a receber o sinal não processado e os dois do exterior a terem um sinal atrasado diferente. O efeito ping-pong é também espelhado nos monitores em palco. Todos os amplificadores foram fortemente modificados, removendo todos os circuitos de reverberação e trêmulo desnecessários (pelo menos para May).

Efeitos

Os únicos efeitos reais usados por May é o seu Fryer Treble Booster montado na alça da sua guitarra, um sistema elétrico Dunlop com efeitos sonoros wah-wah e um par de unidades de adiantamentos TC Electronic G-Major 2 (um conjunto para 800 ms e outro para 1600 ms). Malandrone controla todas as mudanças fora do palco através de um controlador KAT MIDI.

Clique aqui para conferir as fotos dos equipamentos de Brian May citados acima.

NOTAS:

[1] Cravelhas: São peças metálicas ou de madeira que permitem tensar as cordas.
[2] Luthier: Luthier ou lutier é um profissional especializado na construção e no reparo de instrumentos de corda com caixa de ressonância, mas não daqueles dotados de teclado. Isto inclui o violão, violinos, violas, violoncelos, contrabaixos, violas da gamba e todo tipo de guitarras (acústica, elétrica, clássica), alaúdes, archilaúdes, tiorbas, e bandolins. (Wikipédia)

Fontes: Adam Lambert Fan Club e Premier Guitar

Tradução: Kady Freilitz



Atlantic City Weekly: “Feito para a Realeza”

By in julho 28, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert, Scans

Feito para a Realeza

Adam Lambert canta como um campeão

Quando Simon Cowell disse à revista Rolling Stone, que Adam Lambert tinha um “toque de Freddie Mercury e a sensualidade de Prince”, Lambert ainda estava saindo de sua fama pós American Idol, com sombra nos olhos e tudo mais. Cowell provavelmente não tinha percebido que ele tinha acertado na mosca.

Agora, anos depois, Lambert está em turnê com a encarnação moderna do Queen, uma vez liderada por Mercury, que morreu de AIDS, em 1991. Quando Lambert tinha nove anos de idade, a banda Queen fazia parte da, indiscutivelmente, realeza do rock.

Agora ela traz seu catálogo de 20 anos atrás para Atlantic City, para um espetáculo na Boardwalk Hall, com Lambert cantando nos vocais e os membros originais do Queen, Roger Taylor e Brian May. E cara, como foi emocionante testemunhar Lambert cantando em homenagem ao estiloso e carismático Mercury, incluindo a canção que se tornou famosa em “Mundo de Wayne”, a “Bohemian Rhapsody”, e praticamente todos os outros hits que tornaram a rainha do rock, num padrão mundial. A turnê tem sido bem recebida também. Jason Bracelin do Las Vegas Review-Journal escreve: “Lambert canta com ‘um toque de ópera’”, que se encaixa muito bem na banda, sobretudo tendo em conta que Lambert está propenso a “inconscientemente usar um terno com estampa de leopardo… que nem provoca caretas e tampouco, gargalhadas”.

Lambert aparenta estar muito confortável em suas calças jeans justas, e provavelmente, é o responsável pelo enorme apelo na América, entre o público que abrange todas as orientações sexuais. Lambert, como Mercury, é gay, e pode não ser exatamente a notícia de destaque que corre pelo mundo – mas certamente contribui para a continuação do legado do Queen, com uma espécie de magia.

Oito coisas que me espantaram, quando assisti Quenn + Adam Lambert

Do ponto de vista de uma fã incondicional do Queen

1. Este foi o melhor show que eu já estive em minha vida.

2. Adam Lambert foi sublime. Ele abordou o problema de substituir Freddy Mercury da única maneira que seria possível, ou seja, não tentar substituí-lo. Ele foi muito Adam Lambert frente à banda Queen e não um mero substituto. Ele fez a apresentação ao seu estilo e isso encaixa muito bem com o que o Queen sempre fez.

3. Brian May. Meu Deus. Não só o homem não perdeu o jeito, como eu tenho certeza que ele melhorou três vezes mais, a caminho do local.

4. Na seleção das músicas, é claro que eles interpretaram “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You”, “Crazy Little Thing Called Love”, etc, principalmente nas versões reduzidas e elegantemente, deixaram bastante tempo para as coisas mais importantes que estavam por vir. Eles abriram o show com “Now I’m Here” e “Seven Seas Of Rhye”, “Tie Your Mother Down” e “’39″, (pelo amor de Deus, o que foi aquilo). Foi uma boa noite para um verdadeiro fã.

5. A presença de palco de Adam Lambert é fenomenal. O menino é arrogante, mas da maneira certa. Com essa postura, ele mostra que esteve nos palcos desde o início dos tempos. Além disso: Ele é muito, muito engraçado.

6. O filho de Roger Taylor é um baterista fora de série. Os dois duelaram, o que foi incrível, e ele se destacou na segunda metade, sozinho. Ele deve ter por volta dos seus dezenove anos e tocando com o Queen, imagino que ele deve ter problemas no agendamento de shows.

7. Eles não estão velhos. De alguma maneira, não estão.

8. Vocalmente, não vou comparar o que Adam faz com o que Freddy costumava fazer. Ele tem seu próprio estilo, o que para meu gosto é um pouco melismático [ver nota], mas não existe competição de estilos. No seu tom, o poder de Adam é fenomenal. Esta foi realmente uma chance de ouvir as músicas de uma maneira totalmente nova.

NOTA: Melisma em música é a técnica de transformar a nota (sensação de frequência) de uma sílaba de um texto, enquanto ela está a ser cantada. A música cantada neste estilo é dita melismática, ao contrário de silábica, em que cada sílaba de texto corresponde a única nota. A música das culturas antigas usavam técnicas melismáticas para atingir um estado hipnótico no ouvinte, útil para ritos místicos de iniciação (Mistérios Eleusinianos) e cultos religiosos. Esta qualidade ainda é encontrada na música contemporânea hindu e muçulmana. Na música ocidental, o termo refere-se mais comumente ao Canto gregoriano, mas pode ser usado para descrever a música de qualquer género, incluindo o canto barroco e mais tarde o gospel. Mariah Carey, Aretha Franklin e Whitney Houston são consideradas as melhores empregadoras modernas desta técnica. (Wikipédia)

Confira aqui para conferir a versão impressa deste artigo.

Fontes: Adam Lambert Fan Club, Atlantic City Weekly e Adam Lambert TV

Tradução: Mônica Smitte



TVNZ One News: “O show do Queen deverá ser o maior show da Nova Zelândia em 2014″

By in julho 28, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert, Shows

O site da TVNZ One News, publicou em sua página que “O show do Queen deverá ser o maior show da Nova Zelândia em 2014″. O Queen se apresenta no país depois de 30 anos, e desta vez, com Adam Lambert nos vocais.

O porta voz da empresa responsável pelos bilhetes do show, Alex Levenson, declarou que já cronometraram 73.000 buscas online pelos bilhetes, desde que foram colocados à venda, na quinta-feira (24), e que “Nós não víamos esse tipo de demanda por ingressos na Nova Zelândia desde a turnê do “Eagles”, no início deste ano”.

A alta demanda pelos ingressos foi o que levou o grupo a agendar uma segunda data do show Queen + Adam Lambert para o país, na cidade de Auckland, agendados para os dias 03 e 04 de Setembro.

Fontes: Adam Lambert Fan Club e TVNZ One News



The Press Of Atlantic City: “Vida longa ao Queen, com o ex-participante do ‘Idol’ Lambert liderando a turnê em AC no Sábado”

By in julho 26, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert, Shows

Vida longa ao Queen, com o ex-participante do ‘Idol’ Lambert liderando a turnê em AC no Sábado

O falecido vocalista lendário do Queen, Freddie Mercury, é uma parte muito importante da turnê norte-americana da banda de rock britânica, que faz uma parada no Boardwalk Hall em Atlantic City Sábado, 26 de Julho às 20h.

Adam Lambert do famoso “American Idol” é o mais recente vocalista a tentar assumir o legado dos vocais ??e presença de palco de grandes dimensões de Mercury, que morreu em 1991, mas a banda não se coíbe de incluir este último no processo.

Um Mercury virtual canta o segundo verso do hit de mais sucesso da banda, “Bohemian Rhapsody”, enquanto Lambert canta o primeiro.
Os co-fundadores do Queen, o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, também honram a memória de Mercury durante o show.

Taylor oferece uma versão de “These Are The Days Of Our Lives”, apoiado por videoclipes do Queen dos anos 70 e 80, enquanto May dá uma versão acústica solo de “Love Of My Life”, com uma faixa vocal de Mercury.

Em Lambert, Queen encontrou um artista com o potencial de viver de acordo com o padrão extravagante de Mercury, de acordo com os comentários do primeiro show da turnê norte-americana em Chicago no final de Junho e em mais um recente show da turnê em Montreal.

Os críticos dizem que o ex-finalista do “American Idol” está totalmente à altura para estar em frente da banda e cantar as composições de pop-rock da banda, usando seu poderoso falsete ao pleno efeito e desfrutando de um forte senso de camaradagem com Taylor e May. Os membros veteranos também parecem beneficiar-se da infusão de energia mais jovem de Lambert que, aos 32 anos, é mais de três décadas mais jovem do que eles.

O show é feito para agradar tanto aos fãs mais casual quanto aos fãs incondicionais do Queen. Os grandes sucessos – especialmente “We Are The Champions”, “We Will Rock You”, “Another One Bites The Dust”, “Crazy Little Thing Called Love” e “Killer Queen” – estão todos aqui, também com uma versão eficaz de “Under Pressure”, com Taylor fazendo a parte de David Bowie e Lambert cantando a parte de Mercury.

O setlist inclui também alguns materiais menos conhecidos, como “Love Kills”, uma faixa do produtor Giorgio Moroder de 1984 para a versão restaurada do clássico filme mudo “Metropolis”. Clipes do filme também são usados durante “Radio Gaga”, com a plateia batendo palmas junto com o vídeo.

O show apropriadamente culmina com “Bohemian Rhapsody” como a última faixa antes do bis, unindo o passado, o presente e, talvez, o futuro do Queen já que Taylor e May estão supostamente considerando um álbum de estúdio com Lambert.

Os portadores de todos os ingressos estão convidados para uma festa tailgate [ver nota], completa com alimentação e opções de bebidas, mais um DJ. O evento será realizado a partir das 16h30m no Kennedy Plaza, em frente do Boardwalk Hall.

Os Fatos

Queen + Adam Lambert
QUAND: Show, 20h, Sábado, 26 de Julho; festa tailgate, 16h30m.
ONDE: Show na Boardwalk Hall, Atlantic City; festa tailgate, Kennedy Plaza na Boardwalk em frente a Boardwalk Hall.
PREÇOS: Ingressos, preços US$ 39.50, US$ 55 e US$ 149.50, estão disponíveis na bilheteria da Boardwalk Hall, Ticketmaster e PressofAtlanticCity.com/Tickets
WEBSITE: QueenOnline.com

NOTA: Nos EUA, algo como o “esquenta” é a “tailgate party” ou apenas “tailgate“, um evento social no qual as pessoas se juntam para beber e comer antes de entrarem em um estádio, show, festa, etc.

Fontes: Adam Lambert Fan Club e The Press Of Atlantic City

Tradução: Sandra Saez



GRAMMY Snapshot: Adam Lambert ocupa a 1ª posição na Seção de “Fotos mais visualizadas, partilhadas e discutidas” – 24/07

By in julho 26, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Fotos, Notícias

O site do GRAMMY, na sua seção “Snapshot” (foto do dia) desta quinta-feira (24), publicou mais uma foto de Adam Lambert, do show Queen + Adam Lambert, em East Rutherford, NJ, no dia 23. Confiram abaixo a foto e a respectiva legenda:

Ele é tão sexy que dói. Adam Lambert atuante no palco durante uma performance com o Queen em 23 de Julho, em East Rutherford, NJ

A foto também faz parte da galeria das “mais visualizadas, partilhadas e discutidas no GRAMMY.com neste momento”, ocupando a #1. Adam também aparece na #2, juntamente com Brian May na foto. Confiram mais essa foto, e as demais, integrantes da galeria diretamente no site do Grammy, clicando aqui, e um scan, clicando aqui.

Fontes: Adam Lambert TV e GRAMMY (1) e GRAMMY (2)



Roger Taylor afirma não haver muita diferença entre os públicos do Queen pelo mundo afora

By in julho 26, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Notícias

Neste sábado (26), o baterista da banda Queen, Roger Taylor, completará 65 anos, e há mais de quatro décadas ele toca música ao vivo, visitando muitos países pelo mundo afora.

Falando à VH1 CLASSIC – Rock Radio, quando questionado sobre quais as diferenças que ele nota entre o público dos diferentes países em que se apresentou, Roger declarou: “O estranho é que, olhando para trás e lembrando de todas as turnês, de quando nós estávamos fazendo a América do Sul ou EUA ou Europa ou Japão ou qualquer outro lugar, na verdade, a maior parte das vezes, quase não houve diferença entre as plateias. E o público americano sempre foi ótimo para nós.”

Fontes: Adam Lambert Fan Club e Brian May



TimeOut da Nova Zelândia Entrevista Brian May

By in julho 25, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas

A New Zealand Herald publicou no último final de semana, a entrevista que a TimeOut realizou com Brian May durante o ensaio para o show da turnê em Toronto. Confira a seguir.

Brian May do Queen: Don’t Stop Me Now [Não me parem agora]

Com o Queen a caminho de Auckland, com Adam Lambert como vocalista, Brian May fala sobre Russell Baillie, o porquê da banda continuar, a sua vida fora do palco e de ser um herói da guitarra

Quando não está a ser o herói da guitarra do Queen, – um músico que ajudou a definir os padrões modernos do dedilhar explosivo, – Brian May passa muito tempo a observar através de telescópios.

É uma paixão que, com certeza, leva a gracejos fáceis e comparações cósmicas. Apesar de tudo, ele é astronomicamente rico.

A estimativa das vendas dos álbuns do Queen durante os anos é de cerca 150 a 300 milhões. Ele escreveu muitos daqueles hinos, muitos dos quais, 30 anos após terem sido escritos, foram reavivados para o musical de sucesso We Will Rock You.

May conhece bem a percepção de que o Queen andou em órbita de uma super estrela com um nome planetário – um Freddie Mercury, – e que assim que ele morreu, O Fim estava destinado.

Essa teoria foi completamente pelos ares.

Ou é assim que soa falar com um Dr. May de 66 anos alegre e interessante, CBE [Comandante do Império Britânico] e doutorado em astrofísica. Há uns anos, completou o seu doutoramento que tinha sido interrompido durante os dias de pós-graduação na altura em que a ascensão da banda começou.

A TimeOut encontrou May no meio de um soundcheck, em Toronto, outro show da turnê norte-americana anunciado como “Queen + Adam Lambert”, que irá até à Nova Zelândia e Austrália em Setembro.

Lambert iria parecer uma prova de outra comparação astronômica: May percebe a estrela quando a vê.

Apesar de May dizer que não aprova, necessariamente, o mundo dos reality shows televisivos como o American Idol, de onde Adam Lambert saltou – apesar de um estilo teatral característico que o levou a uma carreira solo internacional, – ele não tem palavras suficientes para descrever o cantor que nasceu um ano após “Another One Bites The Dust” dominar as rádios.

“Ele combina incrivelmente bem e do ponto de vista dos fãs do Queen, Adam é 100 por cento melhor do que alguém tenha imaginado. Adam tem uma voz num bilhão e o seu alcance é estupendo. Ele aprendeu, tal como Freddie, a tomar as rédeas. Já não é nenhum garoto, as suas interpretações das músicas são de cortar a respiração.”

May refuta a noção de que ele e Taylor estão a tocar numa banda de tributo a eles mesmos, agora com outro membro, tal como fizeram durante pouco tempo no fim dos anos 90 com o cantor da Free e Bad Company, Paul Rodgers.

“Uma banda de tributo reproduz aquilo que nós costumávamos fazer, enquanto que o que estamos a fazer é levar isto a outra dimensão, envolvendo isto de forma diferente. É uma alegria.”

“No nosso show temos poucos pontos de referência a Freddie, temos a consciência que poderia ser demais ou de menos. Mas achamos que fizemos bem em fazer esta ligação e reforçar que Freddie, de certa forma, ainda continua a fazer parte disto.”

Então o que é que ele acha que Freddie acharia de tudo isto?

“É óbvio que isso está na minha mente constantemente. Tenho a certeza que iria adorar, porque nós estamos a fazer coisas excelentes com as músicas que ele deixou e as coisas em que todos colaboramos. Ele iria ficar espantado com Adam, disso não tenho a menor dúvida.”

“Provavelmente iria dizer ao Adam: ‘seu filho da mãe’ – no bom sentido.”

May diz se lembrar bem da última aparição do Queen na Nova Zelândia. Foi em 1985, o ano em que a banda, que parecia estar a entrar em decadência depois dos sucessos do início dos anos 80, mostrou quem era o chefe no Live Aid.

“Oh Meu Deus! Apostas que eu me lembro. Foi um dos melhores momentos das nossas vidas. Foi um dia estupendo, em cima e fora do palco. Auckland foi simplesmente incrível. Incrivelmente memorável…”

Hmm, porquê?

“Nem te conto. Foi um dia muito estranho. O Tony Hadley (Spandau Ballet), que era um grande amigo do Freddie estava lá e acho que o show foi atrasado por problemas técnicos. Eles, os dois beberam muito antes do concerto começar.”

Mercury trouxe Hadley ao palco para um dueto. Uma review da época dizia que os dois cantores pareciam estar a cantar duas músicas diferentes, – o que fez May rir: “Mas ele adicionou-lhe uma certa atitude.”

“Foi um acontecimento único. Freddie nunca estava sob o efeito da bebida ou das drogas antes de entrar em palco. Exceto nesta noite. Se o YouTube existisse naquela época…”

“Desse modo foi memorável para nós e algo entusiasmante. Continuo a achar que foi um show fantástico.”

Seis anos depois, Mercury morria devido a complicações relacionadas com a AIDS. May ficou muito afetado com a morte do seu colega de banda, o que o fez pensar em ir para a frente com a Brian May Band, um exemplo, diz ele, que lhe ensinou algumas lições.

Ele pode ter sido uma peça chave no conjunto de harmonias vocais do Queen ao estilo de “Bohemian Rhapsody”, mas diz se ter percebido que ele não é cantor nenhum, nem um líder.

Ele é, no entanto, um grande guitarrista. Está, regularmente, no topo das listas dos melhores guitarristas. Ele já foi convidado para
álbuns de muitas pessoas, desde Black Sabbath até ao mais recente de Lady Gaga.

May é também aquele que é chamado pela rainha e pelo país para eventos especiais. Ele e Taylor tocaram “We Will Rock You”, uma música de May, na Cerimônia de Encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, com Jessie J como vocalista convidada.

Dez anos antes, durante o jubileu dourado do Queen, estava lá May, no topo do Palácio de Buckingham a proclamar “God Save The Queen” para o mundo.

Tinha de perguntar: como foi?

“Bem, muito assustador… cheio de trovões e relâmpagos… e muito aterrorizador. Não por causa da altura, mas pela figura de tolo que poderia ter feito em frente a um bilhão de pessoa, ao vivo.”

“Se eu fizesse asneira, iria ser o tipo que fez asneira no topo do Palácio de Buckingham para sempre. Foi uma verdadeira jornada para mim. Foi um exercício na lida com o medo. Acabou por ficar muito bem, mas houve muito trabalho por trás.”

May se tornou um Comandante do Império Britânico em 2005, não por trazer um pouco de Woodstock ao sistema da realeza de Sua Majestade, mas pelas suas ações para com a proteção dos animais, lutando contra a revogação da lei a favor da caça da raposa e contra a extinção dos texugos.

São sentimentos que sempre teve, mas a sua ascenção à aristocracia do rock, permitiu-lhe fazer alguma coisa em relação a isso. “Agora consegui concretizar muitos dos sonhos que tinha, tenho tempo e faço por ter para tentar e mudar as coisas para com os animais e diminuir o seu sofrimento.”

Oh sim, e ele foi Chanceler da Universidade John Moores de Liverpool, desde 2008 até o ano passado. Pode parecer uma prova do seu doutorado e contínuo interesse em astronomia, tal como o seu interesse na arte perdida da fotografia estereoscópica.

Se não fosse pela sua primeira banda com Taylor, Smile, evoluindo para o Queen, quando conheceram o jovem músico chamado Farrokh Bulsara, em 1970, May deveria ter ficado na academia, a olhar para as estrelas em vez de se tornar uma.

“Presumo que foi a decisão certa. Acho que a Astronomia beneficiou a minha saída, mas é possível que tenha beneficiado também o meu regresso, – consigo construir várias pontes, – há muitos astrônomos apaixonados por música. Pode misturar as duas. É um bom lugar para eu estar”, diz ele, citando uma conferência onde irá estar presente quando acabar a turnê, com a participação de Stephen Hawking e a estrela dos teclados do rock progressivo, Rick Wakeman, com May no meio dos dois, presume-se.

O pai de May não falou com ele durante o ano que se seguiu à desistência dos estudos para se tornar um músico, o que parece um pouco irônico, uma vez que Harold May construiu a marca de guitarras “Red Special” que o filho ainda hoje toca em palco.

“Sim, eu carrego-a comigo para ter a certeza de que o meu pai está sempre comigo e também faz parte de mim. É como se fosse outro membro e consigo ser muito mais expressivo e instintivo com ela do que com outra qualquer.”

“O meu pai não falou comigo durante cerca de um ano, ele estava tão furioso por ter deixado os meus estudos para tocar Rock n’ Roll, mas a ironia foi a confecção desta guitarra. Lembro-me de dizer: ‘Pai, me ajudaste neste curso’.”

“Mas foi uma época muito difícil, até que atuamos no Madison Square Garden, ele voou até lá em um Concorde para nos ouvir e após o show me disse: ‘Ok, agora percebo’. Foi muito importante para mim.”

Quem: Brian May do Queen
Quando e onde: Vector Area na Quarta-feira, 03 de Setembro
Ingressos à venda: Quinta-feira

Fontes: @UKGlambert e The New Zealand Herald

Tradução: Kady Freilitz



O Glambert Liam McEwan entrevista Adam Lambert para o “Ultimate Access” do iHeartRadio da Nova Zelândia

By in julho 23, 2014 • Filed in: Artigos e Entrevistas, Queen + Adam Lambert, Rádio

Como sabemos, Liam McEwan é um glambert que comandou, durante muito tempo, um programa de uma hora dedicado exclusivamente a Adam Lambert na Rádio The Flea 82.8 FM, da Nova Zelândia. No final de 2013, Liam teve que mudar seu rumo profissional, indo então trabalhar para o iHeartRadio, que sempre foi seu maior sonho. Mas para tanto teve que abandonar seu programa também, mas manteve o sonho de um dia entrevistar Adam Lambert.

Bem, o Queen finalmente marcou um show para a Nova Zelândia, que por enquanto é o último da agenda, e será realizado em Auckland, no dia 03 de Setembro, e Liam então, conseguiu realizar mais esse sonho, e entrevistar seu ídolo, trazendo mais esta grande alegria aos glamberts do mundo todo. Confiram abaixo, então, a entrevista que Liam, com muita emoção, fez com nosso (e dele) ídolo Adam Lambert, para o “Ultimate Access”, do iHeartRadio da Nova Zelândia:

Liam: Se você me acompanha já por alguns anos, você sabe que eu sou um Glambert, e desde que eu fiz o programa Adam Lambert Hour, há alguns anos, tem sido minha meta ter um bate-papo com Adam e eu sei que vai haver muitos ouvintes emocionados escutando neste momento… Adam Lambert como você está, amigo?
Adam: Bem, como você está?

Liam: Bem obrigado, muito obrigado por conversar com a gente, a razão deste incrível bate-papo é o fato de que você tem um anúncio especial para os Kiwis [ver nota].
Adam: Estamos indo a Auckland, com o Queen, estamos indo pra lá e vamos fazer um show, vai ser maravilhoso.

Liam: Sim, estamos muito ansiosos por isso.
Adam: Nós reservamos as datas para a Austrália e, em seguida, todos nós começamos a pensar nisso, e dissemos “Espera, temos que ir para a Nova Zelândia!”

Liam: Você não podia esquecer da Nova Zelândia, certo?
Adam: Não, por nada.

Liam: A Austrália é melhor que a Nova Zelândia, ou é como a Nova Zelândia?
Adam: Nem me fale. Mas eu fiz um show lá, acho que há quatro anos, e foi uma loucura, o público era tão bom, eu fiquei surpreendido. Foi um ótimo show, o público estava super animado.

Liam: Foi muito bom, eu me lembro disso. Claro, você adora Queen claramente por anos, e “Bohemian Raphsody” foi sua primeira audição para o Idol junto com “Rock With You”. Você imaginou, em algum momento, que alguns anos depois você estaria no palco com eles?
Adam: Não, se alguém tivesse dito isso, eu não teria acreditado. Quero dizer, é louco, e foi algo tão orgânico, uma progressão natural, tem sido ótimo e eu me divirto muito com eles no palco, eles são maravilhosos, são legais, a música é algo bem selvagem e bem louca de cantar, ela alcança todos os lugares, fazer um conjunto de suas músicas é literalmente como correr uma maratona, porque há todos os estilos imagináveis, é bastante trabalho… mas vale a pena.

Liam: Você falou que é como correr uma maratona quando você está em modo de turnê, como você se mantem para tudo isso?
Adam: Eu acho que o grande truque que eu tenho é que quando eu não estou no palco, como em um dia de folga, eu tento não falar muito, eu tento ficar meio quieto. Esse é o melhor truque, calar a boca.

Liam: Legal, em termos de físico, você tem que treinar para fazer essas performances, eu imagino que dever ser difícil fisicamente…
Adam: Sim, eu tenho ido à academia, eu tento ir todas às vezes que temos um show, apenas para “acordar” o meu corpo e para estar em forma, e tento comer de maneira saudável, mas quando você está em turnê, é fácil perder o foco.

Liam: Claro, você fez uma turnê pela América com o American Idol e depois pelo o mundo com a Glam Nation Tour e, em seguida, a pequena turnê We are Glamily. Há alguma diferença entre fazer uma turnê sozinho e fazer algo parecido ao que está fazendo agora?
Adam: Sim, é diferente, obviamente, é um grande legado que eles têm, os fãs que estão na plateia têm sido fãs da banda por mais de trinta anos e eu sou o cara novo, de modo que entrar nisso é um pouco diferente, eu tenho que ter muito respeito com os fãs e com a banda, é totalmente diferente. Mas eu tenho que dizer que isso tem sido muito bom para mim, isto realmente coloca as coisas em perspectiva, me faz sentir realmente agradecido por esta oportunidade e traz um pouco de humildade de certa forma, porque Freddie Mercury… ele é um ícone, ele é definitivamente um dos meus artistas, cantores e compositores favoritos de todos os tempos, e estar nessa posição nem sempre tem sido fácil, mas tem sido bom, eu sinto que tem sido uma experiência de muito aprendizado.

Liam: Sim, realmente. Falando de fãs, já que é um show de Queen e Adam Lambert, você tem dois tipos de fãs diferentes lá, você percebe alguma união entre os dois?
Adam: Eu acho que sim, eu posso dizer que parece que tem uma conexão, eu tenho visto uma mistura de diferentes pessoas na plateia, o que é adorável, e parece que definitivamente há como uma camaradagem, é engraçado, porque eu já ouvi que definitivamente há um ceticismo inicial como “Oh Deus! Esse cara poderá lidar com essas coisas”, e tudo o mais, e eu acho que isso sempre foi excitante porque, ao entrar no palco, isso como que me alimenta, como que eu tenha que provar que eu sou eu mesmo.

Liam: De certa forma, você trouxe Queen, de volta para os fãs de Queen e você como que introduziu aos seus próprios fãs não necessariamente um novo gênero, mas uma nova música. Nesse sentido, o que descreveria que sente quando se apresenta com o Queen?
Adam: A coisa que eu amo sobre a música do Queen é que eles têm muitos estilos, ultimamente acho que as pessoas estão muito preocupadas com os gêneros na música e isso realmente não importa para mim… eu quero dizer, qual é a diferença se nós cantamos uma canção de rock ou funk ou pop ou uma balada, é tudo música, especialmente para as pessoas de hoje em dia, onde a maioria tem uma lista de músicas no seu iPhone, com milhares de diferentes tipos de músicas. Eu acho que antigamente as pessoas se identificavam com gêneros como uma comunidade, tipo eu gosto de rock é isso que eu ouço, e esta é a minha comunidade, mas hoje em dia realmente não funciona dessa maneira. Eu acho que hoje é mais sobre o próprio artista entre os fãs. Pois bem, a coisa legal sobre cantar a música do Queen, é que ela atinge muitas pessoas, é variada e espero que isso libere expectativas para mim, a nível pessoal, de ser capaz de experimentar e fazer um monte de coisas diferentes também.

Liam: Isso é incrível, você estava falando um pouco sobre listas, e telefones… se pudéssemos ver as músicas mais tocadas recentemente no seu iTunes… que músicas Adam Lambert está ouvindo agora?
Adam: Não sei, eu vejo o iTunes a cada duas semanas, eu dou uma olhada em blogs, blogs de música, e aí vejo o que está acontecendo, baixo as músicas e vou escutando e fico com o que me interessa. Eu gosto de estar atualizado, eu acabo de baixar o EP da Kiesza, que eu acho muito legal, ela canta muito.

Liam: A canção “Hideaway” é fantástica.
Adam: É super cativante, é bem anos noventa, como uma volta ao passado, e sua voz é fenomenal, eu gosto muito da voz dela, ela faz um cover do “What Is Love”, lembra aquela canção do Haddaway, ela fez uma versão balada que é muito bonita.

Liam: Eu não ouvi essa.
Adam: Sim, está em seu EP, é muito legal, eu tenho também o novo álbum do Ed Sheeran que é muito bom, o novo do Sam Smith é muito bonito. Sim, eu amo músicas pop bem produzidas, como qualquer outra pessoa, mas é muito bom ouvir novas vozes saindo e termos pessoas que realmente cantem bem.

Liam: Falando sobre música bem produzida e sobre cantar bem, Adam, com toda essa experiência com o Queen, podemos esperar um pouco de influência de Queen em seu terceiro álbum? Porque em “Trespassing” você pode ouvir uma influência de Queen em [na música] “Trespassing” entre outras… o que vai acontecer com este novo disco no qual você está trabalhando?
Adam: Eu não tenho certeza porque ainda está tudo no ar, ainda não terminamos com o álbum, ele ainda está sendo construído… mas quem sabe, pode haver…

Liam: Porque há tantos rumores por aí de que vai haver um álbum inteiro de Queen e Adam Lambert. Mas não é o caso, ele só vai ser um álbum de Adam Lambert?
Adam: Sim, eu estou trabalhando em um álbum solo.

Liam: Legal, pelo que eu estou vendo online, uma das partes favoritas dos fãs neste novo show de Queen e Adam é “Killer Queen”, onde você realmente fica ousado. Há uma canção que tão logo começa a tocar e você diz sim, eu vou entrar nessa, isso vai ser fantástico, e então vocês arrasam, há uma canção favorita na lista?
Adam: É difícil ter uma favorita, todas são realmente fabulosas, eu fico realmente muito animado com “Another One Bites The Dust”, porque eu acho que é muito sexy.

Liam: Você se empolga com o som do baixo…
Adam: Não, isso é legal, tem algo sobre essa música… obviamente para mim, eu acho que Pharrell foi inspirado por isso em “Trespassing”, um pouco… todas são ótimas, não sei, todas têm diferentes cores, diferentes sentimentos.

Liam: Falando de cores, notei outro dia que você escreveu sobre o tipo de vestuário com o qual trabalha no show, com um monte de cores diferentes como vermelho cereja, havia alguns com estampas de leopardo… você tem algum tipo de inspiração para as diferentes cores que escolhe?
Adam: Engraçado, nós queríamos fazer o set dourado, isso era realmente importante para mim e eu dizia “quero dourado, eu quero que tudo seja preto e dourado”, que seja legal, meio nostálgico, mas ao mesmo tempo atual, então dourado é tudo pra mim. Eu estava procurando em diferentes linhas da moda para me inspirar, e Versace faz um monte de coisas com preto e dourado que eu pensei que seria legal. Saint Laurent é uma outra linha de moda que tem se inspirado no início dos anos oitenta, meio Rock n’Roll, e por isso conseguimos uma série de conceitos de cores a partir das linhas de moda das passarelas.

Liam: Eu vi seu tweet sobre sua cueca Versace… podemos esperar que você a use no palco?
Adam: Bem, talvez… mas então como você vai saber, porque eu simplesmente não vou usá-la sozinha!

Liam: Essa é boa, muito boa. Bem, estamos falando de aprendizados… não há nada que você tenha aprendido com esta turnê que possa ser usado para a sua própria turnê, quando você fizer a sua próxima?
Adam: Eu definitivamente estou aprendendo muito, além da turnê do American Idol que fizemos logo após o Idol, eu não tinha me apresentado em lugares tão grandes antes, então é totalmente diferente se apresentar para quinze mil pessoas ao mesmo tempo, é diferente tecnicamente, é diferente energicamente. Estou com os dedos cruzados, talvez em algum momento no futuro eu poderei me apresentar para um público desse tamanho por conta própria, e acho que só aí veremos o que eu aprendi nesse ponto.

Liam: Falando em colaborações, você realmente colaborou com a base das bases e não pode superar isso, há alguma outra coisa sobre qual é o seu próximo passo?
Adam: Eu acho que este [próximo] álbum vai virar uma página, eu realmente tenho um bom pressentimento sobre isso, vai ter uma nova energia, novos sons, eu realmente não posso dizer muito sobre isso, infelizmente, porque ainda não chegou a esse ponto, mas eu estou trabalhando com algumas pessoas importantes e eu acho que vai ser muito sólido, realmente vai ser uma coisa muito boa.

Liam: Maravilha, isso é uma boa maneira de descrevê-lo, nós realmente mal podemos esperar para ouvi-lo, Adam Lambert, no dia 03 de Setembro na Vector Arena com o Queen, ingressos à venda no ticketmaster.com.nz. Muito obrigado por se juntar a nós.
Adam: Eu estou super entusiasmado em ir ver vocês, muito obrigado.

Liam: Entusiasmado em ver você quando estiver aqui. Rapidamente, antes de ir, você tem alguma última mensagem rápida para seus fãs?
Adam: Bem, Kiwis… vamos à festa, eu vou estar lá, eu, Roger Taylor, Brian May e o resto da banda, e vamos fazer um show muito bom… estejam preparados!

Se você clicar aqui, você confere em nossa publicação anterior, o que foi o último programa de Liam, e aos 01m57s, você pode acompanhar a emocionante despedida dele ao programa, aos prantos, nem mesmo conseguindo articular as palavras, e aqui mais uma publicação sobre sua saída da Rádio Flea.

NOTA: A palavra kiwi vem da língua dos maoris, o povo indígena da Nova Zelândia, que migrou para lá da Polinésia, principalmente do Taiti, no século IX. Kiwi é o nome da ave que não consegue voar. É o símbolo nacional do país e, informalmente, também o apelido para a pessoa neozelandesa. A palavra kiwi também ficou popularizada como o nome da fruta, kiwifruit, cultivada originalmente na Nova Zelândia e hoje muito apreciada no mundo inteiro. (Tecla SAP)

Fontes: Adam Lambert TV, Talented Artists of the Glamily (T.A.O.G) e iHeartRadio NZ/YouTube

Tradução: Sandra Saez