Archive for August, 2009

CristĂŁos protestam contra o Adam
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Categories: Twitter

No show de hoje, em Kansas City, MO alguns cristĂŁo protestaram contra o Adam pelo fato dele ser gay. Eles carregavam cartazes do tipo “Deus Odeia Os Gays”, “Os Gays condenam o mundo” e cantavam mĂșsicas sobre isso.

Ao mesmo tempo os fĂŁs do Adam escreviam cartazes dizendo que “Jesus Ama Os Gays” “Deus odeia quem odeia” entre outros. E houve vĂĄrios sites onde pessoas condenavam essa atitude preconceituosa dos protestantes.

Nesse vĂ­deo vocĂȘ pode ver alguns desses protestantes:

Vendo esses protestos e pessoas o apoiando, o Adam pĂŽs em seu Twitter:
“Obrigada pelo apoio. O Amor supera o Ăłdio. O Amor nĂŁo tem cor. O Amor nĂŁo tem orientação. Tudo Ă© Amor.”





Entrevista pro Plain Dealer
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Categories: American Idol, Artigos e Entrevistas, VĂ­deos

Uma entrevista que o Adam fez, no dia 23/08/09 em Cleveland. Foi divulgada recentemente. Em breve com legenda.



Entrevista com Adam Lambert pro Examiner.com
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Categories: Artigos e Entrevistas

Kim Reed entrevista Adam Lambert para a Examiner.com

Seria Adam Lambert um gĂȘnio da mĂșsica? Fans, que freqĂŒentemente o comparam Ă  cantores do nĂ­vel de Elvis Presley e Michael Jackson, acreditam que sim. Talvez essa pergunta seja respondida apĂłs o lançamento de seu CD de estrĂ©ia no prĂłximo outono (primavera brasileira). Mas enquanto isso, depois de assistir a Tour do American Idol 2009 podemos deduzir que Adam Lambert Ă© um mĂșsico talentoso com uma performance brilhante. Depois de estar com ele para uma entrevista tambĂ©m cheguei a conclusĂŁo que ele Ă© um cara esperto.

Vestido de forma informal, jeans e uma camiseta que tinha acabado de comprar, ele usava mechas azul turquesa no cabelo e uma maquiagem nos olhos perfeita. Ele respondeu a cada uma das perguntas com simplicidade e entusiasmo, portanto esqueçam os rumores de que ele Ă© uma ‘diva’. Lambert Ă© alegre, sincero, centrado e demonstrou ter um grande respeito por seus fans.

Quando lhe perguntei sobre algum encontro marcante com algum fan, ele sorriu e disse:’ NĂŁo conseguiria escolher sĂł um. Aconteceram vĂĄrios momentos que foram divertidos, estranhos, incrĂ­veis, comoventes, inesquecĂ­veis”. Depois acrescentou :”Adoro quando mulheres mais velhas chegam atĂ© a mim e dizem ‘VocĂȘ me faz sentir jovem outra vez’. Isso Ă© uma demonstração do poder da mĂșsica”.

Quanto aos presentes, Adam conta que um deles se destacou:”Uma vez eu ganhei de uma fan da AustrĂĄlia um kanguru inflĂĄvel que media 1.20m”. Disse a ele que achava aquilo uma graça e perguntei se a fan em questĂŁo era uma criança. Ele disse: “Sim mas isso nĂŁo fez com que as outras parassem com isso”.(Nota: essa entrevista foi anterior a da Velocity Live Radio).

Recentemente Lambert pediu para que os fans, ao invĂ©s de dar presentes para ele, fizessem doaçÔes para a caridade. Sua campanha que ajuda o ensino pĂșblico começou apenas a uma semana e jĂĄ recebeu 52 mil dĂłlares em doaçÔes dos fans.

Lambert disse que seus fans nĂŁo pertencem a nenhum grupo especĂ­fico. Ele descobriu que “os fans nĂŁo tem nada a ver com idade ou com localização geogrĂĄfica”. Ele disse que foi uma surpresa agradĂĄvel saber que no sul, onde nasceu Kris Allen, ele foi recebido com muito carinho durante a tour e que seu estado natal, a CalifĂłrnia, recebeu Kris Allen da mesma forma. “Sempre somos bem recebidos em qualquer lugar que nĂłs vamos e isso Ă© o que Ă© bonito no show e na tour”.

Apesar de nessa Ășltima temporada do American Idol ele ter perdido o tĂ­tulo para Kris Allen, ele menciona Allen por duas vezes durante a entrevista. Pode ser que isto seja uma pequena demonstração de que nĂŁo existe nenhum tipo de ressentimento, pelo menos da parte de Lambert. Ele diz que tanto ele quanto Allen tem contratos semelhantes com as gravadoras 19 e RCA e seus respectivos CDs serĂŁo lançados em novembro. “Estou animado.Tenho muita coisa a fazer. Dei uma adiantada no CD antes de começar a tour e atualmente estou compondo algumas musicas em parceria”. Ele diz que o CD serĂĄ um disco Pop, “o que nĂŁo significa que tenha um sĂł estilo”.

Ele admite que ficou apreensivo com o processo desse trabalho, “fiquei preocupado com coisas que li no passado e sobre o estigma que a ‘19′ tem e achei que ficaria preso num contrato. Mas minha experiĂȘncia tem sido completamente diferente do que eu tinha lido. Eles realmente proporcionam tudo que nĂłs (ele e Allen) queremos fazer. NĂłs temos o controle do nosso trabalho.

Antes do show em Washington DC os idols tiveram um dia de folga para explorar a cidade. Enquanto os outros idols passaram a ser turistas, Lambert foi discretamente ao Ritz Carlton disfarçado com um boné e óculos escuros. Fez massagem e limpeza de pele. Depois ele se aventurou pela M Street em Georgetown para comprar roupas e produtos para cabelo. Fiquei preocupada com ele quando disse que tinha voltado de tåxi mas ele disse que o motorista foi ótimo.

EntĂŁo o que ele achou da sua primeira viagem a Capital? “É muito lindo aqui! É a cidade mais limpa que eu jĂĄ fui.”

E sua palavra final: “Preparem-se pra novembro!”



VAGA NA EQUIPE DO SITE
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Categories: NotĂ­cias, Site

O Adam Lambert Brasil estĂĄ abrindo vagas para Webdesigner! Veja os requisitos:

Estar online todos os dias, ao menos 4 horas ao dia.
Saber mexer com design e webdesign. (CĂłdigos html, etc)
Saber mexer no wordpress.

Caso vocĂȘ tenha interesse, e esteja dentro dos requisitos, nos envie um e-mail para carol@adamlambertbrasil.com.br
=)



Adam, Kris e Allison na Tour, parte 2
Posted by Jessy • 1 Comment »
Categories: American Idol, Artigos e Entrevistas, VĂ­deos

O site do American Idol postou dois novos vĂ­deo com os Idols Adam, Kris e Allison respondendo perguntas durante a turnĂȘ. O primeiro jĂĄ foi postado aqui. Confiram abaixo o segundo video (breve legendado):



VĂ­deo da Elle Magazine
Posted by Jessy • 2 Comments »
Categories: Fotos, VĂ­deos

Adam, Kris e Allison fizeram recentemente um vídeo para a Elle Magazine. Só deve sair em novembro essas fotos, mas a Elle divulgou um vídeo de apresentação hoje.

Aqui:



Álbum quase completo
Posted by carol • No Comments »
Categories: Artigos e Entrevistas, NotĂ­cias

Durante o show de Columbus, na tour do American Idol Live, Adam conversou com a revista People sobre seu novo cd, que serå lançado em novembro. Confiram abaixo a tradução do artigo:

Ele estĂĄ no meio da agitada turnĂȘ dos Idols, se desviando de ‘itens provocativos’ atirados no palco por fĂŁs histĂ©ricas, mas Adam Lambert tem trabalhado bastante em seu primeiro album, o qual – segundo ele – estĂĄ quase pronto.
“NĂłs trabalhamos muito antes da turnĂȘ começar. Escrevi bastante com vĂĄrios produtores e compositores, e gravamos um bocado de mĂșsicas,” ele contou Ă  PEOPLE em uma ligação durante a estadia em Columbus, Ohio. “Temos trabalhado no album durante a turnĂȘ tambĂ©m… Ainda reunindo material e programando mais algumas gravaçÔes quando a turnĂȘ acabar, entĂŁo estamos com metade do caminho andado.”
Lambert, que jĂĄ fez a sessĂŁo de fotos para o album, promete que ele serĂĄ “muito eclĂ©tico.”
“Tem cançÔes que sĂŁo hinos; tem cançÔes que te fazem querer dançar; tem cançÔes que te fazem sentir sexy; tem cançÔes que vĂŁo te emocionar, com letras mais profundas, emocionantes.” ele diz. “Tem mĂșsicas mais puxadas pra rock. Tem algumas realmente pop.”
HĂĄ gosto pra todo mundo, de acordo com o segundo colocado do Idol, com o qual ele estĂĄ “Realmente orgulhoso,” ele diz. “Mal posso esperar pra ver a reação das pessoas. Vai ser divertido.”
Outro motivo para orgulho: sua recente parceria com o Donorschoose.org, uma doação online que arrecada fundos para material de salas de aula de escolas pĂșblicas.
ApĂłs a final do Idol, “Eu comecei a ganhar presentes demais, e as pessoas realmente começaram a gastar muito dinheiro com coisas pra mim,” diz Lambert. “Eu nĂŁo preciso que gastem dinheiro comigo. Preferia que gastassem com pessoas que precisam, entĂŁo pensei que poderia redirecionar essa energia.”
No DonorsChoose.org, os professores postam exatamente o que os estudantes precisam para projetos educacionais especĂ­ficos, e os doadores podem escolher os projetos que querem apoiar.
“Pareceu conveniente e realmente uma boa maneira de ajudar crianças em escolas pĂșblicas, especialmente nos programas de arte, que Ă© onde estou querendo me focar,” diz Lambert, cujo grupos de fĂŁs estĂŁo competindo entre si para ver quem arrecada mais dinheiro no DonorsChoose.org/adamlambert.
“EstĂŁo ficando muito competitivos um com o outro,” ele conta sobre os fans, que jĂĄ juntaram mais de 57 mil dĂłlares. “Estou feliz que nĂłs tenhamos dado a eles algo pelo qual lutar.”
Dessa forma, talvez eles parem um pouco de atirar aqueles “itens provocativos.”

“Eu sei que as pessoas que que atiram aquelas coisas estĂŁo aproveitando tanto quanto eu,” diz ele. “Me faz rir. Mas quando eles atiram em mim, Ă© um pouco assustador.”

Fonte: People



Adam, Kris e Allison na Tour
Posted by carol • 1 Comment »
Categories: American Idol, NotĂ­cias, VĂ­deos

O site do American Idol postou uma novo vĂ­deo com os Idols Adam, Kris e Allison respondendo perguntas durante a turnĂȘ. Confiram abaixo (breve legendado):




Guitarrista do Muse comenta sobre o Adam
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Categories: American Idol, Artigos e Entrevistas

Matt, guitarrista da banda Muse, fala numa entrevista pro Yahoo! sobre o Adam. Aqui o trecho:

Y!MUSIC: Eu apenas sinto. HĂĄ muitos bons momentos para vocĂȘs agora, uma porção de coisas, como na trilha sonora do CrepĂșsculo, o VMAs, Adam Lambert interpretando “Starlight” na turnĂȘ do American Idol. VocĂȘ estĂĄ sabendo do cover de Adam?
MATT: Sim, eu vi um vĂ­deo no Youtube, e eu achei que foi um bom elogio, É sempre bom quando alguĂ©m interpreta sua mĂșsica. É um dos maiores elogios como escritor e tambĂ©m como banda, que alguĂ©m mais queira adotar uma das mĂșsicas. Isto foi legal, vocĂȘ sabe. Uma versĂŁo interessante.

Y! MUSIC: Ele tem realmente mencionado vocĂȘs. Na semana Jazz Night (Top 5 – Rat Pack Standards) no American Idol , a interpretação de “Feeling Good” que ele fez foi inspirada na versĂŁo do Muse. Ele tem dado a vocĂȘs uma boa publicidade adicional na AmĂ©rica.

MATT: Sim, Ă© legal! Eu penso que Ă© otimo. Ele estarĂĄ gravando um ĂĄlbum breve?

Y MUSIC: Sim, deve vir neste outono..
MATT: Ok, legal. Sim, serĂĄ interessante ouvir seu ĂĄlbum

O resto da entrevista vocĂȘ acompanha por aqui, mas estĂĄ em inglĂȘs.



Doação para o DonorsChoose
Posted by carol • 5 Comments »
Categories: NotĂ­cias, VĂ­deos

Quem acompanha o Adam em seu Twitter provavelmente deve notar que o cantor tem pedido aos seus fãs para que colaborem com uma doação a qual ele estå participando. Em um vídeo gravado recentemente para o site da doação, Adam explica um pouco mais sobre o projeto, que é totalmente voltado à crianças carentes. Assistam abaixo:


Sobre a doação, o site diz:

FĂŁs de Adam Lambert! Se junte a Adam e dĂȘ “Todo o seu amor” Ă  escolas pĂșblicas no DonorsChoose.org. Clique em seu grupo de fĂŁ abaixo favorito (ou no grupo geral) e apĂłie a algum projeto de sua escolha.
Qualquer doação pode ajudar os estudantes do paĂ­s para conseguir os recursos que precisam – ou ter sucesso em mĂșsica ou teatro, assim como Adam! Os 10 doadores mais generosos receberĂŁo fotos autografadas de Adam E o grupo de fĂŁ com mais doaçÔes terĂĄ uma sessĂŁo de chat exclusiva com Adam!

Aparentemente, todas as doaçÔes sĂł sĂŁo possĂ­veis em dĂłlar. Para maiores informaçÔes, clique na imagem abaixo e visite o site (em inglĂȘs):



Uma fĂŁ faz uma tattoo do Adam
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Categories: Fotos, NotĂ­cias, Scans

A Dina Marie twittou pro Adam essa tattoo que fez dele. SĂŁo os olhos dele que ela tatuou nas costas dela.



Fonte: VOTE FOR THE WORST



Nova Entrevista Legendada Com Rumores Desmentidos
Posted by carol • 1 Comment »
Categories: American Idol, NotĂ­cias, VĂ­deos

Ontem Adam concedeu uma nova entrevista para o Q104.com, enquanto estava em Cleveland com a turnĂȘ do American Idol. Nossa equipe legendou a entrevista para vocĂȘs. Confiram:




A entrevista mais reveladora – Parte um
Posted by Jessy • 2 Comments »
Categories: Artigos e Entrevistas

O segundo lugar do “American Idol” Adam Lambert sentou com o escritor Fred Bronson para uma ampla entrevista. Na primeira parte, Lambert fala sobre suas primeiras influĂȘncias musicais.

NĂłs soubemos atravĂ©s do American Idol que vocĂȘ cresceu em San Diego, mas onde os seus pais moravam logo quando vocĂȘ nasceu?

Eu nasci no dia 29 de janeiro de 1982 em Indianapolis, Indiana. Eu acredito que minha mãe engravidou em sua lua de mel em Porto Rico, eu tinha uma pequena camisa que dizia “Concebido em Porto Rico”. Nasci cerca de 9 meses após o casamento dos meus pais.
Eles se mudaram comigo de Indianopolis quando eu tinha 1 ano. Eles disseram: “Isso nĂŁo Ă© o lugar certo para nĂłs, queremos sair daqui.” EntĂŁo uma oportunidade de emprego apareceu para o meu pai e nĂłs nos mudamos para San Diego.

Onde em San Diego vocĂȘ cresceu?

Na parte norte, pelo maior período. Assim que nos mudamos, ficamos no Rancho Bernardo, mas nos mudamos para o Rancho Peñasquitos quando eu tinha 4 ou 5 anos e meu irmão nasceu. Lå foi onde nós nos estabelecemos.

Qual Ă© a sua mais antiga lembrança de mĂșsica?

Meu pai era um DJ no colĂ©gio, entĂŁo ele tinha uma enorme coleção de vinis e era muito orgulhoso dela. Sempre tinha mĂșsica tocando pela casa. Ele tocava Grateful Dead, que eu nunca gostei muito, mas tocava tambĂ©m muito rock clĂĄssico, Bob Dylan e Bob Marley. Meu pai tem um Ăłtimo gosto em mĂșsica.

VocĂȘ se lembra de pegar os vinis dele para ouvir?

Sim, em um ponto mais tarde da minha vida ele começou a deixar eu mexer em sua coleção. Isso foi uma grande responsabilidade, porque eu não sabia o que estava fazendo.

Onde mais vocĂȘ ouvia mĂșsica? VocĂȘ ouvia o rĂĄdio ou ia a alguma loja de CDs?

Eu nunca fui um grande fĂŁ de rĂĄdio, provavelmente porque meu pai ouvia os seus prĂłprios CDs. Quando mais velho, eu tinha um rĂĄdio e tinha uns CDs, preferia ouvi-los a ouvir o rĂĄdio.
Eu lembro da primeira uma vez que fui a uma loja e comprei alguns CDs. O primeiro que tive foi um remix do “Shut Up and Dance” da Paula Abdul, eu gostava muito. Outro que lembro era uma fita de KaraokĂȘ de Elvis Presley.

E cantava junto com eles?

Oh, sim. A mĂĄquina do KaraokĂȘ era muito boa. Eu tambĂ©m tive Wilson Phillips e “Emotions” da Mariah Carey. Esses foram meus primeiros CDs, lembro muito bem.

Quando vocĂȘ percebeu que tinha um talento para mĂșsica?

Aos meus 10 anos de idade, eu fui colocado em aulas de teatro para crianças. Eu sempre fui muito criativo e tinha muita energia. Eu era hiperativo e meus pais estavam tentando descobrir o que fazer comigo: me colocaram em aulas de futebol, mas eu não gostei muito. Fui até ser escoteiro. Eles tentaram de tudo, aulas de natação entre outros. Em casa eu era muito criativo, queria sempre me fantasiar e recitar textos, então descobriram que o teatro era o mais natural para mim.
Eu fiz vários musicais e a primeira vez que descobri que tinha talento foi quando estava fazendo a peça “Fiddler On the Roof”. Tinha uma cena onde um Russo cantava sozinho na cena “L’Chaim”. Era tipo uma cena de bar. E tinha que alcançar uma grande nota. Era o momento mais esperado da peça e eu estava interpretando o papel dele.

Qual era a sua idade na época?

Eu tinha 12 ou 13 anos e realmente gostava de cantar. De repente, estavam todos dizendo, “Ele tem uma Ăłtima voz”. Os pais diziam “Ele realmente sabe cantar.” O diretor disse “VocĂȘ Ă© Ăłtimo, faça isso de novo” e começou a me mostrar para as outras crianças. Foi depois disso que comecei a ter aulas de canto e descobri que cantar era algo que eu realmente gostava de fazer e era bom quando fazia.
E essa era a minha atitude. Eu não gostava de fazer as coisas a não ser que eu jå fosse bom nelas. Futebol e piano, eu tinha que praticar para ser bom, então eu não gostava. Mas tinha algo sobre cantar, a idéia de usar a minha voz, eu me sentia muito confortåvel com isso.
A princĂ­pio, eu copiava os outros cantores, mas foi assim que aprendi cantar.

O que vocĂȘ copiava? MĂșsicas de musicais?

Um monte de mĂșsicas de teatro. Eu ouvia os ĂĄlbums dos musicais. Eu tinha “Les Miz” e “Miss Saigon”. Eu era obcecado por “Phantom of the Opera”. Eu lembro que quando o remake de “Grease” saiu, eu tinha o CD. Quando eu estava no ginĂĄsio, “Rent” saiu. Isso era um grande negĂłcio. Outra coisa boa era que o meu pai tinha os CDs de “Jesus Christ Superstar” e “Tommy” e me mostou. Isso foi uma boa coisa pra nĂłs porque era como se fosse os nossos mundos juntos. Ele amava que nĂłs tĂ­nhamos algo em comum e nĂłs dois amĂĄvamos “Jesus Christ Superstar”, nĂłs sentĂĄvamos e ouvĂ­amos algumas vezes. Em 1994, teve uma produção de “Tommy” no La Jolla Playhouse em San Diego, que foi quando se tornou um show da Brodway. NĂłs dois fomos juntos, e ele gostou muito.

“Tommy” foi o primeiro show da Broadway que vocĂȘ viu?

NĂŁo, eu lembro de ter visto “Phantom of the Opera” em Los Angeles quando era criança e foi muito legal. “Les Miz” e “West Side Story” estavam em turnĂȘ e eu lembro de ter visto eles passarem pela cidade. Quando eu era criança, porque eu ia muito ao teatro, meu irmĂŁo mais novo começou a gostar tambĂ©m e minha mĂŁe nos levou a um agente em L.A. para que nĂłs pudĂ©ssemos fazer testes o tempo todo.

Testes para o teatro?

Quase nunca para o teatro. Era mais para comerciais de TV. Eu fiz um comercial quando era criança que quase não då para me reconhecer. Meu irmão que conseguiu muitos trabalhos, ele tinha mais sorte do que eu.

Como foi o comercial?

Foi um commercial da “Century 21”. Eu tinha uns 11 anos. Eu corri por um jardim com um cachorro. Eu estava fora do colĂ©gio e achei a coisa mais legal do mundo. Foi o meu primeiro trabalho profissional.

VocĂȘ fez parte de algum musical no colegial?

Sim, em San Diego numa atividade apĂłs a escola. E tambĂ©m estive no “Metropolitan Educational Theatre” por 8 anos. Era dirigido por um homem chamado Alex Urban.

Foi esse o grupo de teatro que vocĂȘ visitou no American Idol?

Sim. Esse foi o mais importante. TambĂ©m trabalhei com uma mulher chamada Lynne Broyles, que foi minha professora de canto. Ela tinha um pequeno grupo de teatro e nĂłs nos apresentĂĄvamos. EntĂŁo no colegial, eu estava no coral e tambĂ©m no clube de drama e cantei com uma banda de jazz. Eu tinha vĂĄrios serviços. Tinha tambĂ©m um show chamado “Air Bands”. Era um grande show em San Diego. Todo mundo dublava, mas era uma performance. É difĂ­cil de explicar. VocĂȘ sabe, se vocĂȘ parece com a Janet Jackson ou Madonna ou Michael Jackson, eles eram muito estilizados. Era um concerto com fantasias e maquiagens, com crianças pegando mĂșsicas e criando medleys. CriĂĄvamos um cenĂĄrio e uma histĂłria a partir das mĂșsicas. Foi essa grande competição, em San Diego e eu fiquei realmente envolvido na escola, eu olho pra trĂĄs agora e percebo que aprendi muita coisa e eu fico emocionado com isso. Eu acho que esse tipo de mentalidade de montar um show do inĂ­cio ao fim vai ser definitivamente Ăștil no futuro. Eu fiz no “Idol” (a idĂ©ia) Eu criava a apresentação toda.

O que vocĂȘ aprendeu nas aulas de canto?

Eu me reencontrei com a minha professora de canto no American Idol e a convidei para o show. Eu perguntei, “Como foi a primeira vez que vocĂȘ me deu aula?” e ela disse, “VocĂȘ tinha uma qualidade Ășnica de voz, mas queria entendĂȘ-la. VocĂȘ queria que eu te explicasse fisicamente como aquilo ocorria e sempre que vocĂȘ nĂŁo conseguia alcançar uma nota, vocĂȘ queria saber o porque e queria consertar.” Ela me disse, “VocĂȘ era muito fixado naquilo,” e isso foi muito interessante pra mim. Eu lembro de ter levado atĂ© ela o CD de “Jesus Christ Superstar” com todas aquelas notas altas que eles cantam e falado “Me ensina a fazer isso,” e ela respondeu, “Esse som nĂŁo se ensina. É algo que vocĂȘ simplesmente faz. VocĂȘ tem que estar mais velho para conseguir fazĂȘ-lo.” EntĂŁo eu esperei.

Fora o comercial que vocĂȘ fez quando era criança, que outro trabalho profissional vocĂȘ fez?

Quando eu tinha cerca de 16 anos, fiz uma audição para o teatro Starlight. É um trabalho semi-profissional. NĂłs eramos pagos, mas nĂŁo era muita uniĂŁo. NĂłs tĂ­nhamos que literalmente congelar quando aviĂ”es passavam por cima de nĂłs, porque era bem na pista do aeroporto de San Diego. Havia pequenas luzes que ficavam amarelas e vermelhas quando um aviĂŁo fosse passar e vocĂȘ tinha que congelar. Era muito doido. Eu estive tambĂ©m em “Hello, Dolly!” e “Camelot” e no verĂŁo seguinte, eu fiz shows no Moonlight Amphitheatre, em iVista no North County: fiz o “The Music Man”, “Grease” e tambĂ©m fiz CapitĂŁo Gancho em “Peter Pan.”

Enquanto vocĂȘ estava fazendo esse trabalho no teatro, vocĂȘ tambĂ©m ouvia rock?

No colegial eu comecei a assistir a MTV e a ouvir pop. Por mais estranho que pareça, eu gostava muito de Missy Elliott e eu lembro que Britney, Christina, ‘N Sync e Backstreet Boys tinham acabado de sair. Eu gostava de todos os remixes.

VocĂȘ mencionou ter feito parte de uma banda de jazz no colegial, entĂŁo vocĂȘ era exposto a todos os tipos de mĂșsica?
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Quando eu era mais novo, eu ouvia muito mĂșsicas de teatro e quando fiquei mais velho, eu queria ouvir mĂșsica pop.
A banda de jazz tinha convidados especiais para os concertos e era uma boa experiĂȘncia para meu aprendizado. Era a primeira vez que eu cantava com uma banda completa atrĂĄs de mim. AtĂ© no teatro nĂłs nĂŁo tĂ­nhamos uma orquestra. Era sĂł piano porque nĂŁo custava caro. No teatro Starlight e todos os musicais do colĂ©gio tinham orquestras e eu finalmente tive a experiĂȘncia de cantar com uma banda. Mas a banda de jazz foi interessante porque nĂŁo era teatro. Era cantar grandes nĂ­veis, foi diferente para mim quando cantei Sammy Davis Jr. VocĂȘ sabe, nĂ­veis como “Paper Moon”.

Esses nĂ­veis foram difĂ­ceis para vocĂȘ?

Eu jĂĄ tinha ouvido algumas mĂșsicas dele, mas a maioria das mĂșsicas eram novas para mim e eu tive que aprendĂȘ-las. NĂłs fizemos blues tambĂ©m. Era muito educacional. No coral, nĂłs Ă©ramos um coral clĂĄssico, entĂŁo cantĂĄvamos em latim e em vĂĄrias outras lĂ­nguas. As mĂșsicas eram Ă  capela e muito orquestrais e complicadas. Ensinaram-me muito a usar a minha audição e harmonia.

A esse ponto, vocĂȘ jĂĄ sabia o que queria fazer com sua vida?

Eu queria me apresentar. AtĂ© no colegial, eu estava dizendo, “Eu quero me apresentar na Broadway. Eu quero fazer teatro”. EntĂŁo eu tinha esse sonho que iria pra universidade e de lĂĄ para New York me apresentar na Broadway. Minhas notas nĂŁo eram Ăłtimas porque eu era muito distraĂ­do com as atividades fora do colĂ©gio e eu nunca me importava o bastante. Eu falava, “Ah, eu nĂŁo quero fazer meu dever de casa. Eu nĂŁo quero estudar pro teste”. Eu deixava rolar. Eu era um aluno de notas B, entĂŁo nĂŁo tinha notas boas o suficiente para entrar nas boas universidades de teatro. Eu queria ir para Cincinnati ou NYU, mas nĂŁo consegui. Entrei na California State Fullerton.

VocĂȘ Ă© graduado nas artes dramĂĄticas?

NĂŁo, eu fui a universidade porque eles tinham um bom programa musical de teatro, mas assim que as aulas começaram, eu comecei a ensaiar para uma peça chamada “Grease”, no Moonlight e era a primeira vez que eu ia interpretar um papel. Eu era Doody e estava muito empolgado e distraĂ­do porque ia ter minha prĂłpria mĂșsica, que ia fazer uma peça, que acabei nem indo para as aulas. Na 5ÂȘ semana de aula, eu decidi que nĂŁo queria mais estudar. A peça tinha acabado e eu decidi que queria aprender trabalhando. Eu achei que pudesse conseguir mais empregos, era um pensamento muito idealista. Foi infantil, sabe, mas eu pensei, “Como eu posso continuar no colĂ©gio?” Nos Ășltimos 18 anos da minha vida, eu estive aprendendo mas eu queria ir e viver no mundo real. Eu assisti a algumas aulas, mas pensei, “Eu nĂŁo vou aprender nada aqui. EstĂŁo dizendo coisas que eu jĂĄ sei.” Eu estava sendo ridĂ­culo e aprendi do jeito mais difĂ­cil que as coisas nĂŁo funcionam assim. Eu abandonei a universidade e meu pai disse, “Eu nĂŁo vou pagar as suas contas. VocĂȘ vai ter que arrumar um emprego.” EntĂŁo eu consegui um no Macy’s em Orange County no shopping, perto de Fullerton. Eu fazia os consertos e fiquei lĂĄ por uns 6 meses e me mudei para Hollywood. Eu tinha alguns amigos comigo lĂĄ, mas era miserĂĄvel. Eu nĂŁo conseguia arrumar um emprego, eu nĂŁo conseguia trabalhar e eu era gordo. Estava me sentindo um pouco sĂł, com 19 anos, quando consegui meu primeiro emprego em um cruzeiro.

Em breve a segunda parte…



O Sonho Americano “Ídolo Gay” Adam Lambert
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Categories: American Idol, NotĂ­cias

O sonho Americano “Ídolo Gay” Adam Lambert tornou-se uma estrela bem sucedida num reality show de canto, mas como estarĂĄ ele lidando com isso? E por que ele estĂĄ chorando?
Uma entrevista de Joshua Miller

Em qualquer televisĂŁo que vocĂȘ ligue, em qualquer revista que vocĂȘ lĂȘ, em qualquer direção que vocĂȘ vĂĄ, todos estĂŁo falando de Adam Lambert. Antes de ter chegado ao segundo lugar no “American Idol” ele trabalhava em boates comandando o palco com seu estilo andrĂłgeno, seus poderosos vocais e uma extensĂŁo que deixaria Mariah Carey com inveja. Ele tambĂ©m jĂĄ foi o garoto da capa da revista ‘Rolling Stone’ na qual ele finalmente ’saiu do armĂĄrio’ e foi escolhido pela revista ‘People’ um dos solteiros mais sexy. Lambert, que atualmente estĂĄ gravando seu CD de estrĂ©ia, vem se apresentando na tour do American Idol 2009 que farĂĄ um show em 26 de agosto no Palace of Alburn Hill Ă s 7hs da noite.
Lambert conversou com “Between The Lines” sobre como lidar com a fama repentina, Drag Queens e as mĂșsicas que o fazem chorar.

Depois de estar anos em Los Angeles tentando fazer sucesso vocĂȘ deve estar agora numa montanha russa emocional O que foi a coisa mais dificel de se lidar?
AL: O mais difícil é manter as amizades. Eu estou muito ocupado e não quero que meus amigos pensem que esqueci deles. Isso é difícil porque pessoas que conheci no passado agora querem ser meus melhores amigos e é óbvio saber porque. Me sinto lisonjeado mas é muito difícil saber a verdadeira intenção das pessoas.

Pelo visto muitos concorrentes do American Idol acabam sucumbindo as pressĂ”es. Como vocĂȘ faz para manter o foco?
AL: Definitivamente a pressĂŁo Ă© forte mas sempre gostei de me sentir ocupado e estimulado a realizar meus projetos. Essa grande expectativa ajudou com que eu fizesse uma performance melhor. Eu tentei nĂŁo encarar o programa como uma competição e sim como uma oportunidade de me expor e pela experiĂȘncia em si. Isso me ajudou a nĂŁo me sentir intimidado.

O que podemos esperar de vocĂš nessa tour do AI?

AL: VocĂȘ pode esperar por um figurino irado e muita maquiagem nos olhos. Fecho o meu set com um medley incrĂ­vel do David Bowie que no final fica super dançante.

Existe alguma mĂșsica que vocĂȘ tenha ouvido com a qual vocĂȘ tenha se identificado tanto a ponto de querer ter composto?
AL: “Eclipse” da Robyn – quando ouvi pela primeira vez eu solucei. Me fez lembrar do meu ex. “Come Home” do One Republic tambĂ©m me fez chorar. A mĂșsica fala sobre a esposa de um militar que sente saudade de seu marido mas para mim significa um pedido para que o amor chegue para vocĂȘ.

VocĂȘ tem algum conselho para os artistas principiantes?
AL: Quando fizerem um teste tentem se destacar dos outros. Pensem no lado comercial da coisa, esse Ă© o mercado da musica. Se vocĂȘ cantar bem eles vĂŁo ficar mais interessados em como trabalhar vocĂȘ para o mercado. Pensem em que tipo de artista vocĂȘs vĂŁo ser e demonstrem isso nos testes. A escolha do repertĂłrio, seu visual e a maneira como vocĂȘ se apresenta sĂŁo tĂŁo importantes quanto suas habilidades como cantor.

Fale 5 palavras que descrevam com precisĂŁo uma performance de Adam Lambert.

AL: Volume, violento, ritmo, exitação e diversão.

Qual foi a Ășltima mĂșsica que vocĂȘ ouviu que vocĂȘ realmente gostou?

AL: “Lose You” de Peaches

VocĂȘ disse que adoraria trabalhar com artistas como Madonna e Lady Gaga. Se vocĂȘ tivesse que escolher um artista, vivo ou morto, para fazer um dueto, quem seria?
AL: Me sentiria muito honrado, mas muito intimidado, de cantar com o falecido Fred Mercury.

Quem Ă© sua Drag Queen favorita ?

AL: NĂŁo Ă© justo que eu escolha uma. Adoro as Drag Queens por sua coragem, pela forma como se expressam e pela atitude.

Descreva seu processo de criação de uma mĂșsica.

AL: Eu gosto de trabalhar em grupo, gosto de parcerias e gosto quando vĂĄrias pessoas se reĂșnem para trocar idĂ©ias e quando todos escolhem a melhor letra para as cançÔes. Eu tambĂ©m dou muitas sugestĂ”es para os produtores de cada faixa. Desde que eu faça parte do processo de criação das mĂșsicas, eu fico empolgado

Fonte: PrindeSorce



Adam na Radio Velocity
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Aqui tĂĄ a entrevista do Adam na Radio Velocity traduzida. Como jĂĄ postamos aqui ele falando sobre fĂŁs cheirarem mal.

Em recente entrevista a Radio Velocity Live de Long Island, Adam Lambert fala sobre seu CD, sobre a tour e sobre tirar uns dias de folga quando isso tudo terminar.

Agora que vocĂȘs jĂĄ chegaram a metade da tour, qual foi a melhor coisa que aconteceu?

AL: Estou no meio do processo da gravação do meu CD, foi para isso que fiz o teste para o American Idol, para que eu finalmente conseguisse entrar no mercado fonogråfico.
Fale um pouco sobre o CD.
AL: É uma grande mistura de tudo o que eu fiz no American Idol, ou seja, coisas dos anos 70 e 80, clĂĄssicos do rock e musica pop mesclado com o eletrĂŽnico. Quero fazer com que as pessoas dancem, que vĂŁo aos clubes, que se sintam alegres, sexy, com energia. VĂŁo ter guitarras e muitos vocais – esse vai ser o tema do cd. Claro, vai ter uma faixa no estilo de “Mad World” e tem tambĂ©m um funk psicodĂ©lico estranho. Bem parecido comigo,eu gosto de vĂĄrios estilos e gosto de interpretar todos eles.
Do que vc sente mais falta?
AL: Da convivĂȘncia com os amigos, de poder sair com eles de vez em quando.
Mudou muita coisa agora que vocĂȘ estĂĄ sempre na mĂ­dia?
AL: Tudo ficou muito diferente. Apesar de ter chegado aonde eu queria chegar, eu sinto falta do anonimato, de poder chegar no hotel e sair para jantar com um amigo sem ter milhares de pessoas me fotografando o tempo todo. Mas esse é o preço que se tem que pagar.
Qual foi a coisa mais estranha que aconteceu ?
AL: Aconteceram vĂĄrios encontros muito interessantes com as fans e eu adoro todas elas. Me deram um super apoio e foram elas que obviamente me colocaram onde estou. VocĂȘ sabe, se nĂŁo fosse por esses fans eu nĂŁo teria chegado onde cheguei. As vezes elas ficam suadas e cheiram mal e sĂŁo pegajosas. Recebi uns presentes bem interessantes. Um dia recebi um canguru inflĂĄvel que media 1.20m. Minha reação foi “OK, obrigado, vocĂȘ foi muito gentil mas o que que eu vou fazer com isso?”
O que vocĂȘ pretende fazer quando isso tudo terminar?
AL: Acho que vou me desligar do mundo.
Seu CD sai em Novembro, mal posso esperar, espero que faça muito sucesso.
AL: Eu também.
Obrigado por sua atenção, obrigado por ter nos recebido.
AL: Eu que agradeço.